novembro 2007 - Posts

Culpado ou Inocente?

Recebi este texto de meu querido amigo Huldo Cony e julguei muito importante compartilhar ele com vocês, pela mensagem que passa:

Conta uma antiga lenda que na Idade Média um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher.

Na verdade, o autor do assassinato era pessoa influente do reino e por isso, desde o primeiro momento, foi preciso achar um bode expiatório para acobertar o verdadeiro assassino.

O homem acusado foi levado a julgamento. Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas chances de sair vivo dessa história.

O juiz, que também estava envolvido com os demais a fim de levar o pobre homem à morte, simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado para que ele provasse sua inocência.

Disse o juiz:

- Sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte nas mãos do Senhor. Vou escrever num pedaço de papel a palavra INOCENTE e noutro pedaço a palavra CULPADO . Você sorteará um dos papéis e aquele que sair será o seu veredicto.

- O Senhor decidirá seu destino, determinou o juiz.

Sem que os demais percebessem, o juiz separou os dois papéis, mas em ambos escreveu CULPADO, de maneira que, naquele instante, não existia nenhuma chance do acusado se livrar da forca.

Não havia saída. Não havia alternativas para o pobre homem.

O juiz colocou os dois papéis em uma mesa e mandou o acusado escolher um.

O homem pensou por alguns segundos, aproximou-se da mesa, pegou um dos papéis e rapidamente colocou na boca e engoliu.

Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem.

O juiz então perguntou:

- Mas o que você fez? E agora? Como vou anunciar o seu veredicto?

Ao que o homem respondeu:

- É muito fácil. Basta olhar o que está escrito no pedaço que sobrou e saberemos que escolhi e acabei de engolir o seu contrário.

 

Imediatamente o homem foi libertado.

 

Por mais difícil que seja uma situação, nunca deixe de acreditar e de lutar até o último instante.

Seja criativo!


Quando tudo parecer perdido,

ouse!

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Caçando porcos selvagens

Você sabe como capturar porcos selvagens?Havia um professor de química em um grande colégio com alunos de intercâmbio em sua turma. Um dia, enquanto a turma estava no laboratório, o professor notou um jovem do intercâmbio que continuamente coçava as costas e se esticava como se elas doessem. O professor perguntou ao jovem qual era o problema. O aluno respondeu que tinha uma bala alojada nas costas pois tinha sido alvejado enquanto lutava contra os comunistas de seu país nativo que estavam tentando derrubar seu governo e instalar um novo regime, um “outro mundo possível”. No meio da sua história ele olhou para o professor e fez uma estranha pergunta: “O senhor sabe como se capturam porcos selvagens?”O professor achou que se tratava de uma piada e esperava uma resposta engraçada. O jovem disse que não era piada. “Você captura porcos selvagens encontrando um lugar adequado na floresta e colocando algum milho no chão. Os porcos vêm todos os dias comer o milho gratuito. Quando eles se acostumam a vir todos os dias, você coloca uma cerca mas só em um lado do lugar em que eles se acostumaram a vir. Quando eles se acostumam com a cerca, ele voltam a comer o milho e você coloca um outro lado da cerca. Mais uma vez eles se acostumam e voltam a comer. Você continua desse jeito até colocar os quatro lados da cerca em volta deles com uma porta no último lado. Os porcos que já se acostumaram ao milho fácil e às cercas começam a vir sozinhos pela entrada. Você então fecha a porteira e captura o grupo todo.” “Assim, rapidamente, os porcos perdem sua liberdade. Eles ficam correndo e dando voltas dentro da cerca, mas já foram pegos. Logo, voltam a comer o milho fácil e gratuito. Eles ficaram tão acostumados a ele que esqueceram como caçar na floresta por si próprios, e por isso aceitam a servidão.” O jovem então disse ao professor que era exatamente isso que ele via acontecer neste país. O governo ficava empurrando-os para onde ele queria e espalhando o milho gratuito na forma de programas de auxílio de renda, bolsas isso e aquilo, impostos variados, estatutos de “proteção”, cotas para estes e aqueles, subsídio para todo tipo de coisa, pagamentos para não plantar, programas de “bem-estar social”, medicina e medicamentos “gratuitos”, sempre e sempre novas leis, etc, tudo ao custo da perda contínua das liberdades, migalha a migalha. Devemos sempre lembrar que “Não existe esse negócio de almoço grátis” e também que “não é possível alguém prestar um serviço mais barato do que seria se você mesmo o fizesse”.

Lembre-se sempre disto para que não ocorra com você, nem com seu negócio esta transformação em porco selvagem.

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