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Reflexões

Neste blog abordarei assuntos a serem refletidos. Na sua maioria aspectos ligados à vida de um pequeno e/ou médio empresário. Seus desafios, curiosidades e constatações. Além de discutir alguns conceitos ligados à gestão de negócios.

janeiro 2008 - Posts

  • A pontuação faz toda a diferença

    Um homem rico estava muito mal, agonizando. Pediu papel e caneta.
    Escreveu assim:

    "Deixo meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres."

    Mas, morreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava a fortuna? Eram quatro concorrentes.

    1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:
         Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho.  Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.


     2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:
           Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

     3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele:
          Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será  paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

     4)  Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação:
           Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.

    Moral da estória:  Assim é a vida. Pode ser interpretada e vivida  de diversas maneiras.  Nós é que colocamos os pontos.  E isso faz toda a diferença!

    Posted jan 22 2008, 02:31 by Paleo with no comments
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  • Onde está o nosso limite empreendedor?

    Recebi este texto do Fernando Fernandez e resolvi compartilhar com vocês:

    Anos atrás, ouvi a história de uma mulher que salvou seu filho da morte enquanto ele brincava na garagem de casa. A própria mãe relatou a história de como foi surpreendida pelo grito do filho e já imaginando alguma tragédia – coisa que só o sexto sentido de mãe pode explicar – correu até a garagem em que estava guardado o barco da família e viu seu filho embaixo da embarcação de quase uma tonelada. Imediatamente, ela levantou o barco, retirou seu filho e, em seguida,

    desmaiou.

     

    Como explicar o acontecido? Parece história de ficção, dessas com heroína de capa e tudo, mas a história é real, e aconteceu há alguns anos nos Estados Unidos. Você pode torcer o nariz e dizer: “Isso é impossível, não dá para levantar tanto peso sozinha”. Talvez você não acredite que uma mulher franzina tenha levantado um barco tão pesado, porém, o fato é que nós desconhecemos qual é o nosso verdadeiro limite e qual é a nossa força. Talvez nunca venhamos a

    descobrir plenamente qual o “tamanho” desse potencial, a única coisa que temos certeza é de que usamos muito menos do que realmente poderíamos. 

     

    Você também já deve ter visto em algum telejornal a história daquela criança que ficou vários dias sem comer e beber após ficar presa em conseqüência de um terremoto. O fato de você não conhecer algo não significa que não seja possível. Tanto a mãe que levantou o barco, quanto a criança, utilizaram, inconscientemente, seus poderes latentes. Imagine se a mãe ao ver seu filho sendo esmagado pelo barco, perguntasse: “Será que eu consigo?”, ou então, “Acho que vou chamar o resgate”. É certo que ela jamais conseguiria. A dúvida sobre nossas capacidades é nossa pior inimiga, pois faz você levar uma vida medíocre.

    Acredite que você tem dentro de si o poder realizar muito mais em sua vida, de fazer coisas fantásticas, de mudar o mundo se assim desejar. 

     

    Se você ainda não conseguiu realizar tudo o que quer na sua vida, então falta a você o mesmo senso de urgência e certeza que aquela mãe teve ao salvar seu filho. Falta “apenas” a paixão necessária para fazer você tomar novas atitudes para superar seus medos e com isso ultrapassar seus limites. Não importa se você precisa superar grandes ou pequenos obstáculos, o mais importante é, que você tenha determinação e fé para fazer melhor a cada dia. E como dizia o escritor e filosofo de negócios norte-americano Jim Rohn: “As únicas limitações que temos, são as limitações auto-impostas”.

     

  • Nosso plano de saúde, que sempre nega quando precisamos...

    Esta vem direto do site do STJ:

    A recusa indevida da seguradora à cobertura médica é causa de danos morais porque agrava o estado psicológico e de angústia do segurado. O entendimento é da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) ao analisar o recurso de associado do plano oferecido pela Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi). O plano foi condenado ao pagamento de indenização no valor de R$ 20 mil. Em 2003, uma segurada teve problemas cardíacos e os médicos recomendaram uma cirurgia de urgência para implante de emergência de duas próteses chamadas de Stent Cypher, apontadas como as mais adequadas para o tratamento. A seguradora não autorizou a realização do procedimento sob a alegação de que tais próteses não teriam, ainda, efetividade comprovada. Foi aprovado o implante do modelo mais antigo, conhecido como Stent convencional. A segurada argumentou que tal restrição imposta pelo plano de saúde não se justificaria, porque a própria Anvisa já concedera o registro e autorizara a utilização do implante. E diante da recusa da Cassi, a segurada teve que arcar, com os custos da operação, que à época foi de R$ 23.846,40, retirando, para tanto, o dinheiro de uma aplicação financeira. Um ano após a cirurgia, a mulher foi submetida a nova intervenção para implantação de mais uma prótese Stent Cypher e, desta vez, o plano autorizou a cobertura do procedimento sem apresentar restrições. O segurado interpôs recurso para reaver o gasto com a primeira cirurgia e o juiz de primeiro grau negou o pedido por entender que o contrato de seguro não previa a cobertura para o tratamento recomendado pelos médicos. O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) reformou, em parte, a sentença para reconhecer a necessidade de reparação dos danos materiais quanto à devolução do custo da operação, afastando o pedido de ressarcimento dos alegados lucros cessantes decorrentes da retirada do dinheiro de aplicação financeira, por ausência de provas a tal respeito e o pedido de danos morais. O segurado veio ao STJ, por meio de recurso especial, sob o argumento da existência de dano moral, que a Cassi deveria ser condenada a reparar, também, os lucros cessantes e a arcar com o valor dos honorários devidos. A relatora, ministra Nancy Andrighi, assinalou ser o plano de saúde obrigado a suportar os custos dos tratamentos que decorrem da patologia que se encarregou de cobrir. Para a ministra, decorre o dano moral exatamente da indevida recusa em fornecer o serviço de seguro esperado pelo consumidor em momento de extrema angústia e aflição psicológica, por já se encontrar, no momento em que pede a autorização à seguradora, em condição de dor, de abalo psicológico e com a saúde debilitada. A ministra argumentou que, embora, nos contratos, o mero descumprimento não seja causa para ocorrência de danos morais, tratando-se particularmente de contrato de seguro-saúde, sempre haverá a possibilidade de conseqüência danosa para o segurado, pois este, após a contratação, costuma procurar o serviço já em evidente situação desfavorável de saúde, tanto a física como a psicológica. A relatora concluiu que ficou demonstrada a injusta recusa da Cassi ao contrato, ressaltando que não há necessidade de se demonstrar a existência do dano moral, porque ele decorre dos próprios fatos que deram origem à ação. A Turma conheceu parcialmente do recurso especial da segurada e, nessa parte, deu-lhe provimento, por unanimidade, para condenar a Cassi ao pagamento do valor de R$ 20 mil a título de compensação pelos danos morais sofridos, com incidência de correção monetária a partir da data do julgamento (6/12/2007) e juros de mora desde o evento danoso.

     
  • Nota Fiscal Eletrônica: Quarta etapa em São Paulo

    04/01/2008 - Nota Fiscal Paulista entra na quarta etapa (Portal do Governo do Estado de São Paulo)O mês de janeiro marca o começo da quarta etapa do Nota Fiscal Paulista, programa de estímulo à cidadania fiscal do governo do estado que prevê a devolução de 30% do ICMS pago pelos consumidores nas compras. Depois de restaurantes, lanchonetes, livrarias, bancas e lojas de CDs, chegou a vez dos postos de combustíveis, concessionárias de veículos e lojas de auto-peças.Quem se alimentou fora de casa já deve ter notado a mudança. Na hora de pagar, o garçom pergunta se o consumidor deseja incluir seu CPF ou CNPJ na Nota Fiscal. Em caso positivo, dentro de um mês, o cliente terá de volta 30% do valor do ICMS (Impostos sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) arrecadado com a compra. Para receber o dinheiro basta se cadastrar no site criado pela Secretaria Estadual da Fazenda (http://www.nfp.fazenda.sp.gov.br). Para mais informações basta ligar para 0800-170110.Agora a mesma prática passa a valer em 13 tipos de estabelecimentos comerciais, de lojas de pneumáticos e câmaras-de-ar a embarcações e lubrificantes, passando, claro, por postos de gasolina e lojas de carros novos e usados. O cronograma de implantação do programa continua pelos primeiros meses do ano: fevereiro é o mês do material de construção; março de eletro-eletrônicos e informática; abril, supermercados e farmácias; maio, tecidos e calçados. O consumidor tem até cinco anos para gastar o crédito obtido com o programa. Ele pode optar por recebê-lo em conta corrente, poupança, tê-lo creditado em cartão de crédito, transferido para outra pessoa, devolvido em prêmios ou ainda usá-lo para reduzir o valor do débito do IPVA.

     

    Posted jan 04 2008, 08:16 by Paleo with no comments
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  • Cuidado com as diferenças de caixa

    03/01/2008 - Diferenças de caixa devem ser apuradas na presença do empregado (Notícias TRT - 3ª Região)A cobrança de diferenças de caixa que não foram apuradas na presença do empregado torna ilícito o desconto na folha de pagamento efetuado a este título. Este foi o posicionamento da 1ª Turma do TRT-MG, acompanhando voto do juiz convocado Jose Marlon de Freitas, ao dar provimento a recurso ordinário de uma reclamante que pleiteava a devolução dos valores descontados em seu salário a título de diferenças de valores apurados no caixa da empresa onde trabalhava. "Ocorre que cláusula da convenção coletiva de trabalho trazida com a inicial prevê expressamente que a conferência dos valores de caixa será realizada na presença do comerciário responsável; se este foi impedido, pela empresa, de acompanhar a conferência, ficará isento de qualquer responsabilidade por erros apurados", ressaltou o juiz.O fechamento do caixa era realizado por outra empregada, que não fazia a conferência dos valores na presença da reclamante. Posteriormente era enviado a ela um vale com os valores faltantes para que assinasse, sendo essa diferença descontada no seu contracheque, sem qualquer discriminação. Segundo o juiz, houve "flagrante descumprimento, pela reclamada, da norma convencional, impondo-se concluir que foram irregulares os descontos efetuados a título de diferença de caixa, fazendo jus a reclamante à devolução dos valores correspondentes acrescida de juros e correção monetária". (RO nº 00974-2006-015-03-00-0) 

     

    Posted jan 03 2008, 06:56 by Paleo with 1 comment(s)
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  • Ano novo, imposto novo!

    Alguém pensou que tudo melhoraria sem a CPMF?

    Lembram quando o próprio Presidente prometeu que não haveria aumento de impostos? Quando ele repreendeu o ministro por haver falado nisso?

    Pois é, parece que mudou de idéia ou que contar mentiras para o povo NÃO era uma das suas resoluções de final de ano...

    Quando eu ví o Mantega dizendo “O Presidente disse que não aumentaria em 2007, mas não falou nada de aumentar em 2008″, eu quase tive um treco… isso é subestimar a inteligência dos brasileiros!

    Posted jan 03 2008, 01:28 by Paleo with no comments
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  • Nunca acredite no impossível

    A lógica de Einstein
     
    Duas crianças estavam patinando num lago congelado da Alemanha.
    Era uma tarde nublada e fria, e as crianças brincavam despreocupadas.
    De repente, o gelo se quebrou e uma delas caiu, ficando presa na fenda que se formou.
    A outra, vendo seu amiguinho preso e se congelando, tirou um dos patins e começou a golpear o gelo com todas as suas forças, conseguindo por fim quebrá-lo e libertar o amigo.
    Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino:
    - Como você conseguiu fazer isso? É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo, sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis!
    Nesse instante, o gênio Albert Einstein que passava pelo local, comentou:
    - Eu sei como ele conseguiu.
    Todos perguntaram:
    - Pode nos dizer como?
    - É simples, respondeu o Einstein.
    - Não havia ninguém ao seu redor, para lhe dizer que não seria capaz.
     
     
    "Deus nos fez perfeitos e não escolhe os capacitados, capacita os escolhidos".
    Fazer ou não fazer algo, só depende de nossa vontade e perseverança.
    (Albert Einstein)
     
     
    Conclusão:

    Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você.
    E o que os outros pensam, é problema deles!
     
  • Foco no principal

    (Sentados à beira do rio, dois pescadores seguram suas varas à espera de um peixe.

    De repente, gritos de crianças trincam o silêncio. Os dois se assustam. Olham para a frente, olham para trás. Mas nada enxergam. Os berros continuam fortes e vêm de onde eles menos esperam. A correnteza trazia duas crianças pedindo socorro.

    Os pescadores pulam na água, mas mal conseguem salvá-las com muito esforço, eles então ouvem mais berros e notam mais quatro crianças debatendo-se na água.

    Desta vez, apenas duas são resgatadas. Aturdidos, os dois ouvem uma gritaria ainda maior. Dessa vez, oito crianças estão vindo correnteza abaixo.

    Um dos pescadores vira as costas ao rio e começa a ir embora. O amigo exclama:
    - Você está louco, não vai me ajudar?

    Sem deter o passo, ele responde:
    - Faça o que puder. Eu vou tentar descobrir quem está jogando as crianças no rio.)

    (Autor desconhecido)


     

     

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