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Pessoa boa ou pessoa ruim...

Há uma lenda antiga entre os índios Cherokee e eles a contam uns para os outros, a fim de que a lenda nunca morra. Eles costumam ensinar aos jovens índios que: - Há dois lobos dentro de você, em constante luta. Um é ruim, ele representa a raiva, a inveja, a cobiça, o ressentimento, a inferioridade, as mentiras e o ego. - O outro lobo é bom, ele representa alegria, paz, amor, esperança, humildade, ternura, empatia e verdade. Após refletir um pouco, os jovens índios sempre perguntam: - Mas qual dos dois lobos vencerá a luta? E é na resposta que vem o maior ensinamento: - Aquele que você alimentar mais... Se só pensamos em coisas ruins, acabamos sendo influenciados por elas e nos tornamos ruins. O mesmo ocorre se só pensarmos em coisas boas.

Língua Portuguesa

Depois de tanto ouvir asneira pelo telefone resolvi postar isto aqui... AULAS DE PORTUGUÊS - UTILIDADE PÚBLICA URGENTE Todo mundo já ouviu estas bobagens "n" vezes; agora alguém se preocupou em juntá-las e esclarecê-las. Um verdadeiro serviço de utilidade pública. Evite dizer: Menas (sempre menos) Iorgute (iogurte) Mortandela (mortadela) Mendingo (mendigo) Trabisseiro (travesseiro) Trezentas gramas (é O grama e não A grama) Di menor, di maior (é simplesmente maior ou menor de idade) Cardaço (cadarço) Asterístico (asterisco) Beneficiente (beneficente - lembre-se de Beneficência Portuguesa) E lembre-se também: Mal x Bem Mau x Bom A casa é GEMINADA (do latim geminare = duplicar) e não GERMINADA nascer, brotar. (ótimo!) O peixe tem ESPINHA (espinha dorsal) e não ESPINHO. Plantas têm espinhos. Homens dizem OBRIGADO e mulheres OBRIGADA. O certo é HAJA VISTA (que se oferece à vista) e não HAJA VISTO. "FAZ dois anos que não o vejo" e não "FAZEM dois anos". "Houve" dez quedas e não "houveram" dez quedas. POR ISSO e não PORISSO. "HAVIA muitas pessoas no local" e não " HAVIAM" "PODE HAVER problemas" e não "PODEM HAVER...." PROBLEMA e não POBLEMA ou POBREMA (deixe isso para o Zé Dirceu) A PARTIR e não À PARTIR Para EU fazer, para EU comprar, para EU comer e não para MIM fazer, comprar ou comer (mim não conjuga verbo; apenas "eu, tu eles, nós, vós, eles") (essa é boa!!! e mesmo assim muitas pessoas continuam sem entender) As pronúncias: CD-ROM é igual a ROMA sem o A. Não é CD-RUM (nem CD-pinga, CD-vodka, etc). ROM quer dizer read only memory - memória apenas para leitura. HALL é RÓL não RAU, nem AU. SODEX-Ho é sodêxô (Francês) e não Sodéx-rô (Português) E agora, o horror divulgado pelo pessoal do TELEMARKETING: Não é eu vou ESTAR mandando, vou ESTAR passando, vou ESTAR verificando e sim eu vou MANDAR, vou PASSAR e vou VERIFICAR (muito mais simples, elegante e CORRETO). Por favor, arranquem os malditos SEJE e ESTEJE do seu vocabulário. Isso é Xuxismo, "Hebe"steira... O certo é CUSPIR BASCULANTE e não VASCULHANTE, aquela janela do banheiro ou da cozinha. Fora os que falam estou "soando" referindo-se ao calor... O certo é suando, com "u", pois quem "soa" é sino! Informações não são maiores nem menores. Se quiser complementar uma informação, use "mais informações" e não "maiores informações". Divulgue aos seus amigos e inimigos. Circula tanta bobagem pela internet, por que não circular coisa útil? "A verdade alivia mais do que machuca. E estará sempre acima de qualquer falsidade como o óleo sobre a água." (Miguel Cervantes)
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Evolução (?) da Educação

Pessoal, acabo de me deparar com um documento MUITO interessante! Lembram que se falava dos antepassados (bisavós, tataravós, etc) de que possuíam apenas o ensino fundamental? Pois é, a parte interessante é o que eles aprendiam naquela época. Por total falta de informações da nossa pátria obtive este documento do USA, mas já é alarmante: Este é o exame final da oitava série em 1895 em Salina, KS, USA. Ele está arquivado na Smokey Valley Genealogical Society and Library em Salina, KS e foi reimpresso pelo Salina Journal. Não traduzi para evitar erros de tradução, afinal de contas estudei no século vinte e como podemos ver pela prova, o ensino não é mais o mesmo... 8th GRADE FINAL EXAM Grammar (Time, one hour) 1. Give nine rules for the use of Capital Letters. 2. Name the Parts of Speech and define those that have no Modifications. 3. Define Verse, Stanza and Paragraph. 4. What are the Principal Parts of a verb? Give Principal Parts of lie, lay and run 5. Define Case, Illustrate each Case. 6. What is Punctuation? Give rules for principal marks of Punctuation. 7. Write a composition of about 150 words and show therein that you understand the practical use of the rules of grammar. Arithmetic (Time, 1.25 hours) 1. Name and define the Fundamental Rules of Arithmetic. 2. A wagon box is 2 ft deep, 10 feet long, and 3 ft. wide. How many bushels of wheat will it hold? 3. If a load of wheat weighs 3942 lbs., what is it worth at 50cts/bushel, deducting 1050lbs. for tare? 4. District No. 33 has a valuation of $35,000. What is the necessary Levy to carry on a school seven months at $50 per month, and have $104 for incidentals? 5. Find cost of 6720 lbs. coal at $6.00 per ton 6. Find the interest of $512.60 for 8 months and 18 days at 7 percent. 7. What is the cost of 40 boards 12 inches wide and 16 ft. long at $20 per meter? 8 Find bank discount on $300 for! 90 days (no grace) at 10 percent. 9. What is the cost of a square farm at $15 per acre, the distance Around which is 640 rods? 10. Write a Bank Check, a Promissory Note, and a Receipt. U. S. History (Time, 45 minutes) 1. Give the epochs into which U. S. History is divided. 2. Give an account of the discovery of America by Columbus. 3. Relate the causes and results of the Revolutionary War. 4. Show the territorial growth of the United States. 5. Tell what you can of the history of Kansas. 6. Describe three of the most prominent battles of the Rebellion. 7. Who were the following: Morse, Whitney, Fulton, Bell, Lincoln, Penn, and Howe? 8. Name events connected with the following dates: 1607, 1620, 1800, 1849, 1865. Orthography (Time, one hour) 1. What is meant by the following: Alphabet, phonetic, orthography, etymology, syllabication? 2. What are elementary sounds? How classified? 3. What are the following, and give examples of each: Trigraph, sub vocals, diphthong, cognate letters, linguals? 4. Give four substitutes for caret 'u'. 5. Give two rules for spelling words with final 'e.' Name two Exceptions under each rule. 6. Give two uses of silent letters in spelling. Illustrate each. 7. Define the following prefixes and use in connection with a word: bi, dis, mis, pre, semi, post, non, inter, mono, sup 8. Mark diacritically and divide into syllables the following, and Name the sign that indicates the sound: card, ball, mercy, sir, odd, cell, rise, blood, fare, last. 9. Use the following correctly in sentences: cite, site, sight, fane, fain, feign, vane, vain, vein, raze, raise, rays. 10. Write 10 words frequently mispronounced and indicate pronunciation by use of diacritical marks and by syllabication. Geography (Time, one hour) 1. What is climate? Upon what does climate depend? 2. How do you account for the extremes of climate in Kansas? 3. Of what use are rivers? Of what use is the ocean? 4. Describe the mountains of North America. 5. Name and describe the following: Monrovia, Odessa, Denver, Manitoba, Hecla, Yukon, St. Helena, Juan Fernandez, Aspinwall &Orinoco. 6. Name and locate the principal trade centers of the U.S. 7. Name all the republics of Europe and give the capital of each. 8. Why is the Atlantic Coast colder than the Pacific in the same latitude? 9. Describe the process by which the water of the ocean returns to the sources of rivers. 10. Describe the movements of the earth. Give the inclination of the earth. -------------------------------------------------------------------- Atente para o fato de que o exame durava 5 horas. Isto não muda a nossa perspectiva sobre a educação dos nossos antepassados? O que aconteceu conosco? Isto não envergonha você? Parece que estão apenas aumentando o número de anos da educação, fazendo com que se leve mais tempo para aprender a mesma coisa. De quem é este interesse? Ah sim, claro, de quem se elege as custas de um povo burro...
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Livre Pensador

Há algum tempo recebi um convite de um colega para servir de árbitro na revisão de uma prova. Tratava-se de avaliar uma questão de Física que recebera nota zero. O aluno contestava tal conceito, alegando que merecia nota máxima pela resposta, a não ser que houvesse uma "conspiração do sistema" contra ele. Professor e aluno concordaram em submeter o problema a um juiz imparcial, e eu fui o escolhido. Chegando à sala de meu colega, li a questão da prova, que dizia: "Mostre como pode-se determinar a altura de um edifício bem alto com o auxilio de um barômetro." A resposta do estudante foi a seguinte: "Leve o barômetro ao alto do edifício e amarre uma corda nele; baixe o barômetro até a calçada e em seguida levante, medindo o comprimento da corda; este comprimento será igual à altura do edifício." Sem dúvida era uma resposta interessante, e de alguma forma correta, pois satisfazia o enunciado. Por instantes vacilei quanto ao veredicto. Recompondo-me rapidamente, disse ao estudante que ele tinha forte razão para ter nota máxima, já que havia respondido a questão completa e corretamente. Entretanto, se ele tirasse nota máxima, estaria caracterizada uma aprovação em um curso de física, mas a resposta não confirmava isso. Sugeri então que fizesse uma outra tentativa para responder a questão. Não me surpreendi quando meu colega concordou, mas sim quando o estudante resolveu encarar aquilo que eu imaginei lhe seria um bom desafio. Segundo o acordo, ele teria seis minutos para responder à questão, isto após ter sido prevenido de que sua resposta deveria mostrar, necessariamente, algum conhecimento de física. Passados cinco minutos, ele não havia escrito nada, apenas olhava pensativamente para o forro da sala. Perguntei-lhe então se desejava desistir, pois eu tinha um compromisso logo em seguida, e não tinha tempo a perder. Mais surpreso ainda fiquei quando o estudante anunciou que não havia desistido. Na realidade tinha muitas respostas, e estava justamente escolhendo a melhor. Desculpei-me pela interrupção e solicitei que continuasse. No momento seguinte ele escreveu esta resposta: "Vá ao alto do edifico, incline-se numa ponta do telhado e solte o barômetro, medindo o tempo t de queda desde a largada até o toque com o solo. Depois, empregando a fórmula h = (1/2)gt^2 , calcule a altura do edifício." Perguntei então ao meu colega se ele estava satisfeito com a nova resposta, e se concordava com a minha disposição em conferir praticamente a nota máxima à prova. Concordou, embora sentisse nele uma expressão de descontentamento, talvez inconformismo. Ao sair da sala lembrei-me que o estudante havia dito ter outras respostas para o problema. Embora já sem tempo, não resisti à curiosidade e perguntei-lhe quais eram essas respostas. "Ah, sim!" - disse ele - "há muitas maneiras de se achar a altura de um edifício com a ajuda de um barômetro". Perante a minha curiosidade e a já perplexidade de meu colega, o estudante desfilou as seguintes explicações. "Por exemplo, num belo dia de sol pode-se medir a altura do barômetro e o comprimento de sua sombra projetada no solo, bem como a do edifício". Depois, usando-se uma simples regra de três, determina-se à altura do edifício. "Um outro método básico de medida, aliás bastante simples e direto, é subir as escadas do edifício fazendo marcas na parede, espaçadas da altura do barômetro. Contando o número de marcas ter-se-á a altura do edifício em unidades barométricas". Um método mais complexo seria amarrar o barômetro na ponta de uma corda e balançá-lo como um pêndulo, o que permite a determinação da aceleração da gravidade (g). Repetindo a operação ao nível da rua e no topo do edifício, tem-se dois g's, e a altura do edifício pode, a princípio, ser calculada com base nessa diferença. "Finalmente", - concluiu, - "se não for cobrada uma solução física para o problema, existem outras respostas. Por exemplo, pode-se ir até o edifício e bater à porta do síndico. Quando ele aparecer diz-se: "Caro Sr. síndico, trago aqui um ótimo barômetro; se o senhor me disser a altura deste edifício, eu lhe darei o barômetro de presente.". A esta altura, perguntei ao estudante se ele não sabia qual era a resposta 'esperada' para o problema. Ele admitiu que sabia, mas estava tão farto com as tentativas dos professores de controlar o seu raciocínio e cobrar respostas prontas com base em informações mecanicamente arroladas, que ele resolveu contestar aquilo que considerava, principalmente, uma farsa. "Não basta ensinar ao homem uma especialidade, porque se tornará assim uma máquina utilizável e não uma personalidade. É necessário que adquira um sentimento, um senso prático daquilo que vale a pena ser empreendido, daquilo que é belo, do que é moralmente correto" Albert Einstein O método de ensino ao qual você está vinculado contempla o livre pensamento????
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O poder de um exemplo

História número um Easy Eddie Muitos anos atrás, Al Capone era o dono virtual de Chicago. Capone não era famoso por nenhum ato heróico. Ele era notório por empastar a cidade com tudo relativo a contrabando, bebida, prostituição e assassinatos. Capone tinha um advogado apelidado "Easy Eddie". Era o seu advogado por um excelente motivo. Eddie era muito bom! Na realidade, sua habilidade, manobrando no cipoal legal, manteve Al Capone fora da prisão por muito tempo. Para mostrar seu apreço, Capone lhe pagava muito bem. Não só o dinheiro era grande, como Eddie também tinha vantagens especiais. Por exemplo, ele e a família moravam em uma mansão protegida, com todas as conveniências possíveis. A propriedade era tão grande que ocupava um quarteirão inteiro em Chicago. Eddie vivia a vida da alta roda de Chicago, mostrando pouca preocupação com as atrocidades que ocorriam à sua volta. No entanto, Easy Eddie tinha um ponto fraco. Ele tinha um filho que amava afetuosamente. Eddie cuidava que seu jovem filho tivesse o melhor de tudo: roupas, carros e uma excelente educação. Nada era poupado. Preço não era objeção. E, apesar do seu envolvimento com o crime organizado, Eddie tentou lhe ensinar o que era certo e o que era errado. Eddie queria que seu filho se tornasse um homem melhor do que ele. Mesmo assim, com toda a sua riqueza e influência, havia duas coisas que ele não podia dar ao filho: ele não podia transmitir-lhe um bom nome ou um bom exemplo. Um dia, o Easy Eddie chegou a uma decisão difícil. Easy Eddie tentou corrigir as injustiças de que tinha participado. Ele decidiu que iria às autoridades e contaria a verdade sobre Al "Scarface" Capone, limpando o seu nome manchado e oferecendo ao filho alguma semelhança de integridade. Para fazer isto, ele teria que testemunhar contra a quadrilha, e sabia que o preço seria muito alto. Ainda assim, ele testemunhou. Em um ano, a vida de Easy Eddie terminou em um tiroteio em uma rua de Chicago. Mas aos olhos dele, ele tinha dado ao filho o maior presente que poderia oferecer, ao maior preço que poderia pagar. A polícia recolheu em seus bolsos um poema, recortado de uma revista. O poema: "O relógio de vida recebe corda apenas uma vez e nenhum homem tem o poder de decidir quando os ponteiros pararão, se mais cedo ou mais tarde. Agora é o único tempo que você possui. Viva, ame e trabalhe com vontade. Não ponha nenhuma esperança no tempo, pois o relógio pode parar a qualquer momento." História número dois Butch O'Hare A Segunda Guerra Mundial produziu muitos heróis. Um deles foi o Comandante Butch O'Hare. Ele era um piloto de caça, operando no porta-aviões Lexington, no Pacífico Sul. Um dia, o seu esquadrão foi enviado em uma missão. Quando já estavam voando, ele notou pelo medidor de combustível que alguém tinha esquecido de encher completamente os tanques. Ele não teria combustível suficiente para completar a missão e retornar ao navio. O líder do vôo o instruiu a voltar ao porta-aviões. Relutantemente, ele saiu da formação e iniciou a volta à frota. Quando estava voltando ao navio-mãe viu algo que fez seu sangue gelar: um esquadrão de aviões japoneses voava na direção da frota americana. Com os caças americanos afastados da frota, ela ficaria indefesa ao ataque. Ele não podia alcançar seu esquadrão nem avisar a frota da aproximação do perigo. Havia apenas uma coisa a fazer. Ele teria que desviá-los da frota de alguma maneira. Afastando todos os pensamentos sobre a sua segurança pessoal, ele mergulhou sobre a formação de aviões japoneses. Seus canhões de calibre 50, montados nas asas, disparavam enquanto ele atacava um surpreso avião inimigo e em seguida outro. Butch costurou dentro e fora da formação, agora rompida e incendiou tantos aviões quanto possível, até que sua munição finalmente acabou. Ainda assim, ele continuou a agressão. Mergulhava na direção dos aviões, tentando destruir e danificar tantos aviões inimigos quanto possível, tornando-os impróprios para voar. Finalmente, o exasperado esquadrão japonês partiu em outra direção. Profundamente aliviado Butch O'Hare e o seu avião danificado se dirigiram para o porta-aviões. Logo à sua chegada ele informou seus superiores sobre o acontecido. O filme da máquina fotográfica montada no avião contou a história com detalhes. Mostrou a extensão da ousadia de Butch em atacar o esquadrão japonês para proteger a frota. Na realidade, ele tinha destruído cinco aeronaves inimigas. Isto ocorreu no dia 20 de fevereiro de 1942, e por aquela ação Butch se tornou o primeiro Ás da Marinha na 2ª Guerra Mundial, e o primeiro Aviador Naval a receber a Medalha Congressional de Honra . No ano seguinte Butch morreu em combate aéreo com 29 anos de idade. Sua cidade natal não permitiria que a memória deste herói da 2ª Guerra desaparecesse, e hoje, o Aeroporto O'Hare, o principal de Chicago, tem esse nome em tributo à coragem deste grande homem. Assim, se por ventura você passar no O'Hare International, pense nele e vá ao Museu em homenagem a Butch, veja a sua estátua e a Medalha de Honra. Fica situado entre os Terminais 1 e 2. Foto do museu no aeroporto O que têm estas duas histórias de comum entre elas? Edward Henry "Butch" O'Hare, era o filho de Easy Eddie (Edgar Joseph O'Hare, que passou a usar Edward ao invés de Edgar antes de morrer). Que exemplos você está deixando para os seus filhos?
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A Evolução (?) do Ensino da Matemática no Brasil

A Evolução do Ensino da Matemática no Brasil... Semana passada comprei um produto que custou R$ 1,58. Dei à balconista R$ 2,00 e peguei na carteira 8 centavos, para evitar receber ainda mais moedas miudas. A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina registradora, aparentemente sem saber o que fazer.. Tentei explicar que ela tinha que me dar 50 centavos de troco, mas ela não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la. Ficou com lágrimas nos olhos enquanto o gerente tentava explicar e ela aparentemente continuava sem entender. Por que estou contando isso? Porque me dei conta da evolução do ensino de matemática desde 1950, que foi assim: 1. Ensino de matemática em 1950: Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção desse carro de lenha é igual a 4/5 do preço de venda ... Qual é o lucro? 2. Ensino de matemática em 1970: Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção desse carro de lenha é igual a 4/5 do preço de venda ou R$ 80,00. Qual é o lucro? 3. Ensino de matemática em 1980: Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção desse carro de lenha é R$ 80,00. Qual é o lucro? 4. Ensino de matemática em 1990: Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção desse carro de lenha é R$ 80,00. Escolha a resposta certa, que indica o lucro: ( )R$ 20,00 ( )R$40,00 ( )R$60,00 ( )R$80,00 ( )R$100,00 5. Ensino de matemática em 2000: Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção desse carro de lenha é R$ 80,00. O lucro é de R$ 20,00. Está certo? ( )SIM ( ) NÃO 6. Ensino de matemática em 2007: Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$100,00. O custo é de R$80,00. Se você souber ler, coloque um X ao lado do R$20,00. ( ) R$ 20,00 ( ) R$40,00 ( ) R$60,00 ( ) R$100,00 Onde vamos parar????
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