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Reflexão sobre o funcionamento das receitas de uma operadora de cartões de crédito

Uma operadora de cartões de crédito possui algumas receitas, então vejamos as quatro principais: Anuidade ou mensalidade : taxa cobrada dos detentores de seus cartões, similar à taxa cobrada pelos clubes, de seus sócios; Taxa de desconto : os lojistas pagam um percentual do valor da transação, como comissão para a operadora, por facilitar a operação. Como este valor é descontado do montante da transação realizada, comporta-se da mesma forma que uma taxa de desconto. O percentual varia de acordo com a operadora e com o ramo de atividade da empresa. O repasse é feito em trinta dias a contar da data da operação, por isso operações com cartão de crédito são tratadas como vendas a prazo, pelos comerciantes; Rendimento financeiro : Quando ocorre de o cliente do cartão pagar sua fatura antes do prazo definido para o repasse ao lojista, a administradora pode obter retornos financeiros em aplicações, porém o prazo médio de pagamento dos clientes de cartões de crédito é de 26 dias, ou seja, em média sobram quatro dias. Caso a emissora do cartão, não seja a administradora dele, esta terá de repassar os valores para a administradora com dois dias de antecedência à data de pagamento ao lojista, ficando desta forma com apenas dois dias para investir. Se formos considerar que o IOF sobre aplicações incidente em dois dias é de 93% e que depois de deduzi-lo ainda terá de recolher o IRRF de 22,5% sobre o rendimento da aplicação, chegamos à conclusão que na maioria dos casos, o rendimento líquido será de apenas 5,43% (100% – 93% = 7% – 22,5% = 5,43%) da taxa paga pela aplicação, ou seja, só será interessante, caso o volume de dinheiro seja muito alto. Desta forma, havendo aplicação financeiro, o maior beneficiário será o governo; Juros sobre o crédito rotativo : Quando um dos clientes do cartão, deixa de pagar a sua fatura no prazo, ou efetua um pagamento inferior ao total dela, há incidência de juros sobre o saldo devedor, porém a administradora precisa pagar ao lojista no mesmo prazo. Desta forma, quando a administradora pertence a um banco, ela possui a possibilidade de emitir um título de dívida (Ex.: CDB) para captar recursos a taxas muito baixas e financiar o pagamento do lojista a esta taxa, ficando então com a diferença entre a taxa cobrada de seu cliente e a paga pelo título. Por outro lado, quando falamos apenas de um emissor de cartão, que não seja a administradora dele (Ex.: Nubank, Digio, etc) nem um banco de investimentos ou múltiplo, ele não terá esta opção de captar recursos a taxas baixas, tendo que buscá-los à taxas de mercado, reduzindo drasticamente o seu spread. Agora, o que acontece se alterarmos esta relação, por exemplo, fazendo com que o pagamento ao lojista seja realizado em dois dias, mas mantendo o recebimento do cliente em 26 dias (médio)? A operadora passa a ter de financiar os pagamentos de todos os seus clientes, não apenas daqueles que não quitam a fatura na data de seu vencimento.
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PGBL ou VGBL: Qual devo escolher?

Esta é uma pergunta muito comum, mas sua resposta não é das mais simples, pois depende de alguns fatores. Então para chegarmos na resposta, começaremos entendendo um pouco mais dos dois modelos, para apenas depois, chegar à nossa decisão. VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livres) é um seguro de vida, com opção de resgate em parcelas mensais, ou parcela única, após um período de carência. Tendo em vista esta característica, os pagamentos realizados pelos segurados a estes planos, são tratados como prêmios de seguro e, portanto, não dedutíveis do imposto sobre a renda. Por outro lado, quando chegar o momento de receber os benefícios, o segurado será tributado pelo imposto sobre a renda apenas sobre os rendimentos, não havendo qualquer incidência de imposto sobre o somatório das parcelas pagas por ele. PGBL (Plano Gerador de Benefícios Livres) é um plano de previdência complementar, com opção de resgate em parcelas mensais, ou parcela única, após um período de carência. Tendo em vista esta característica, os pagamentos realizados pelos participantes destes planos são tratados como contribuições para a previdência complementar e, portanto, dedutíveis do imposto sobre a renda até o limite de 12% da receita bruta anual do contribuinte. Quando chega o momento de receber os benefícios, os participantes serão tributados no total dos valores recebidos, ou seja, serão tributados tanto sobre os rendimentos, quanto sobre a devolução dos valores pagos por eles. Isto não chega a ser de todo ruim, pois apesar de pagar imposto sobre a devolução dos valores pagos, estes serviram de dedução na época em que foram pagos. Outro ponto importante a ser considerado é que a dedução de 12% não é por plano, mas sim total para as contribuições complementares, isso significa que se o investidor possuir mais de um plano de previdência complementar, pode não conseguir deduzir os 12% de todos eles. Também vale destacar que estas deduções só são possíveis para os contribuintes que fazem a declaração de imposto de renda pelo modelo completo, não havendo qualquer benefício fiscal para quem declara pelo modelo simplificado. Maravilha, agora que sabemos como cada um deles funciona, vamos decidir qual o melhor para cada perfil de investidor. De acordo com a análise realizada acima, nos foi possível identificar que a diferença reside mesmo na forma de tributação dos planos, portanto os planos VGBL são os mais recomendados para aquelas pessoas que já atingiram ao limite de dedução de 12% da renda bruta anual, ou que realizam a declaração de imposto de renda pelo modelo simplificado, sendo o PGBL mais indicado para os demais investidores. Quais outros fatores devem ser considerados na decisão? ITENS A OBSERVAR O QUE SABER E OBSERVAR PARA MAIS INFORMAÇÕES, CONSULTE: REGULAMENTO Leia atentamente o Regulamento do Plano, lembrando que a assinatura da proposta de inscrição implica na automática adesão do proponente aos termos do regulamento do plano , e no caso de planos coletivos, no cumprimento das condições previstas no contrato. O REGULAMENTO é o instrumento jurídico que disciplina os direitos e obrigações das partes contratantes. O regulamento atualizado do plano será colocado à disposição do proponente, previamente à contratação, sendo obrigatoriamente remetido ao participante no ato da inscrição, como parte integrante da proposta de inscrição. O próprio Regulamento do Plano PGBL e os arts. 63, 64, 65, 66 e 68 da Circular SUSEP nº 338/2007. PROPOSTA DE INSCRIÇÃO Documento em que o proponente, pessoa física, expressa a intenção de contratar uma cobertura (ou coberturas) ou aderir à contratação sob a forma coletiva, nela manifestando pleno conhecimento do regulamento. Na proposta de inscrição deve constar, entre outras informações: denominação e CNPJ da entidade; nº do processo SUSEP de aprovação do plano; denominação, CNPJ e taxa de administração do(s) FIE(s) vinculados ao plano, percentual ou valor de carregamento e ou tabela adotada para sua incidência, forma e critério para sua cobrança; data prevista para concessão do benefício e modalidade de renda contratada; períodos de carência; nome e nº do registro do corretor, quando for o caso; etc. O próprio Regulamento do Plano PGBL , o art. 59 da Circular SUSEP nº 338/2007 e o inciso XXXII do art. 5º da Resolução CNSP nº 139/2005 . FASE DE PAGAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES (PERÍODO DE DIFERIMENTO DO PLANO) CARREGAMENTO O carregamento é a importância destinada a atender às despesas administrativas e de comercialização do plano, sendo os percentuais máximos conforme norma vigente, os seguintes: - Para planos com Contribuição Variável pode-se cobrar no máximo 10% da contribuição; - Para os planos em Benefício Definido pode-se cobrar no máximo 30% da contribuição. O carregamento poderá ser cobrado na data de pagamento da respectiva contribuição, exclusivamente sobre o valor pago, e/ou no momento do resgate ou da portabilidade, nestes casos, sobre a parcela do valor do resgate ou sobre a parcela dos recursos portados correspondente ao valor nominal das contribuições pagas. Desta forma, cabe ao consumidor pequisar atentamente o menor percentual de carregamento e critério de incidência mais adequado, lembrando que o CARREGAMENTO não retorna ao participante sob a forma de benefício ou sob outra forma qualquer. Os planos PGBL são estruturados na modalidade CONTRIBUIÇÃO VARIÁVEL, portanto o carregamento máximo é de 10%. O próprio Regulamento do Plano PGBL , os arts. 11 e 12 da Circular SUSEP nº 338/2007 e os arts. 37, 38, 39 e 40 da Resolução CNSP nº 139/2005 . MODALIDADE DE APLICAÇÃO FUNDO DE INVESTIMENTO - FIE Os planos podem ser dos tipos: • Somente Títulos Públicos de Renda Fixa - investimentos em títulos do Tesouro Nacional e/ou Banco Central; • Renda Fixa Crédito Privado - investimentos em títulos do Tesouro Nacional e/ou Banco Central e outro de renda fixa; • Multimercado incluindo Renda Variável - investimentos em renda variável limitado a 49% do patrimônio do fundo. O participante deve atentar para a política de investimento do fundo, para o tipo de aplicação que mais se enquadra com seu perfil, observando os percentuais mínimos e máximos de aplicação em renda variável. Deve-se levar em conta que, na fase de pagamento das contribuições do Plano PGBL (período de diferimento ou de acumulação, antes de receber o benefício), não há garantia de rentabilidade, podendo até ser negativa. Deve-se comparar também a taxa de administração dos fundos. Sempre que solicitado, a Entidade fornecerá ou colocará à disposição do participante exemplar do regulamento atualizado do(s) respectivo(s) FIE(s), bem como dados institucionais e de desempenho do(s) FIE(s), nos quais estão aplicados os recursos pela EAPC no período de diferimento. O próprio Regulamento do Plano PGBL , o inciso I do art. 2º da Circular SUSEP nº 338/2007 e o inciso I do art. 7º da Resolução CNSP nº 139/2005 . PRAZO DE CARÊNCIA Período em que não se aceitam os pedidos de resgate ou portabilidade. Deve-se atentar que a norma prevê o estabelecimento em contrato de Resgate Total com no mínimo 60 dias e no máximo 24 meses a partir da contratação e de Resgate Parcial com intervalos entre 60 dias e 6 meses. Já para portabilidade o período de carência é de 60 dias a partir da contratação. O próprio Regulamento do Plano PGBL e os arts. 19 e 27 da Circular SUSEP nº 338/2007 . RESGATE Cumprido o prazo de carência, ao ser solicitado o resgate, seu cálculo será realizado no 2º dia útil posterior à data determinada pelo participante. Já o pagamento deve ser efetivado até o 5º dia útil a partir do pedido do participante . Por fim, só poderá ser cobrado carregamento postecipado, se previsto no regulamento do plano, quando do pagamento do resgate. À época da efetivação do resgate ou da portabilidade, a EAPC deverá informar ao participante, por escrito, quanto do valor resgatado ou portado refere-se ao valor nominal das contribuições pagas e o respectivo valor do carregamento. O próprio Regulamento do Plano PGBL e os arts. 22 e 24 da Circular SUSEP nº 338/2007 . PORTABILIDADE Cumprido o prazo de carência, ao ser solicitada a portabilidade, seu cálculo será realizado no 2º dia útil posterior à data determinada pelo participante. Já a transferência dos recursos pela cedente deve ser efetivada até o 4º dia útil ou 5º dia útil para planos aprovados antes de 30/01/2007. Esses recursos devem ser recepcionados pela cessionária na Provisão Matemática de Benefícios a Receber até o 2º dia útil da disponibilidade. Por fim, a cedente só poderá cobrar tarifa bancária e o carregamento postecipado, se previstos no plano. O próprio Regulamento do Plano PGBL e os arts. 27 a 36 da Circular SUSEP nº 338/2007 . CARTA AO PARTICIPANTE COM ANTECEDÊNCIA DE 90 DIAS DA DATA DA CONCESSÃO DO BENEFÍCIO Com antecedência mínima de 90 (noventa) dias em relação à data prevista para concessão do benefício, a EAPC comunicará, por escrito, ao participante, mediante carta com aviso de recebimento, algumas informações para a tomada de decisão, sendo as principais elencadas a seguir: número do processo no qual o plano foi aprovado pela SUSEP; taxas de juros e tábuas biométricas, a serem utilizadas para cálculo do benefício sob a forma de renda e o respectivo fator de cálculo; índice e critério contratados para atualização de valores durante o período de pagamento do benefício de renda; o saldo acumulado na provisão matemática de benefícios a conceder; o valor do benefício estimado com base na provisão constituída ; a data contratada para pagamento do benefício; informação quanto à existência de reversão de resultados financeiros na fase de benefícios, quando prevista; percentual de reversão; etc. Esse comunicado tem o objetivo de prestar informações do plano para que antes da fase de concessão de benefício, os participantes tenham a chance de comparar os parâmetros técnicos do seu plano com o de outros produtros existentes no mercado, e decidir por portar seus recursos caso encontre melhores condições em outro plano . Nesse período, o participante poderá também alterar a modalidade de renda inicialmente contratada ou ainda decidir pelo resgate dos recursos acumulados. Deve-se comparar as condições dos planos, atentando-se principalmente para a taxa de juros oferecida e percentual de reversão dos resultados financeiros que serão aplicados na fase de concessão do benefício . Caso encontre melhores condições, o participante poderá efetivar a portabilidade dos recursos para o plano mais conveniente antes da fase de concessão do benefício do plano inicialmente contratado. Destaca-se que na fase em que o participante assistido se encontrar em gozo de benefício, INEXISTE a opção pelo resgate ou portabilidade. O próprio Regulamento do Plano PGBL e o art. 49 da Circular SUSEP nº 338/2007 . FASE DE RECEBIMENTO (CONCESSÃO) DO BENEFÍCIO MODALIDADE DE RENDA No PGBL o evento gerador do pagamento do benefício será sempre a sobrevivência do participante ao período de diferimento contratualmente previsto. Desde que previsto no regulamento do plano, o participante poderá contratar modalidades de renda, dentre as quais destacam-se: Renda mensal vitalícia Renda mensal temporária Renda mensal vitalícia com prazo mínimo garantido Renda mensal vitalícia reversível ao beneficiário indicado Renda Mensal vitalícia reversível ao cônjuge com continuidade aos menores Renda Mensal por prazo certo Deve-se destacar que a escolha pela Renda mensal vitalícia, no caso do óbito do participante, após o início da percepção ao benefício de renda, não dá direito aos seus beneficiários de recebimento de qualquer valor. O próprio Regulamento do Plano PGBL e o art. 2º da Resolução CNSP nº 139/2005 . PARÂMETROS TÉCNICOS DOS PLANOS NA FASE DE CONCESSÃO DO BENEFÍCIO São observados os seguintes parâmetros na definição do plano na fase de concessão do benefício: • Índice de atualização - atualmente são os índices de preços estabelecidos na Circular SUSEP nº 255/2004 • Taxa de juros - garantia de remuneração estabelecida contratualmente, observado o máximo de 6% ao ano • Tábuas biométricas - tabelas que contém a taxa de mortalidade • Resultados Financeiros - valor da diferença entre o patrimônio do fundo - FIE e o saldo da PMB - Provisão Matemática de Benefícios O próprio Regulamento do Plano PGBL e os arts. 9º ao 18 da Resolução CNSP nº 139/2005 . ATUALIZAÇÃO DO BENEFÍCIO DE RENDA CONCEDIDO O benefício de renda será atualizado anualmente com base no índice de preço constante do regulamento do plano. O critério de atualização do benefício deverá constar da proposta de inscrição, do regulamento e, no caso de plano coletivo, do contrato. O próprio Regulamento do Plano PGBL , o art. 10 da Resolução CNSP nº 139/2005 e a Circular SUSEP nº 255/2004 . TAXA DE JUROS E TÁBUA BIOMETRICA Destaca-se que na fase de pagamento do benefício do Plano PGBL existe garantia de atualização monetária por índice de preço e taxa de juros, a qual pode variar de 0% a 6% ao ano. O índice de atualização anual do benefício e a taxa de juros adotados na fase de concessão do beneficios constam do regulamento do plano. Ao término do período de diferimento calcula-se o benefício de renda com base nos seguintes parâmetros: provisão matématica acumulada, tábua biométrica, idade do participante, e taxa de juros. Fixando o valor da provisão acumulada, a tábua e a idade do participante, calcula-se o maior valor de benefício quanto maior for a taxa de juros. Desta forma, o participante deve atentar para o plano que ofereça a maior taxa de juros, verificando os demais parâmetros. Quanto à tábua biométrica, deve-se observar que o limite máximo para a taxa de mortalidade é a da tábua AT-1983 Male. Quanto à tábua biométrica deve-se observar ainda, que há planos com as tábuas brasileiras que prevêem atualização das taxas de mortalidade a cada 5 anos. O próprio Regulamento do Plano PGBL , os arts. 9º e 11 da Resolução CNSP nº 139/2005 e a Circular SUSEP nº 404/2010 . RESULTADOS FINANCEIROS A reversão de resultados financeiros, caso contratada, dar-se-á a partir da data de concessão do benefício, pelo prazo e pela periodicidade estabelecidos no regulamento plano. O saldo da provisão técnica de excedentes financeiros (observados à época a periodicidade e o prazo de duração convencionados no regulamento do plano) será: pago diretamente ao assistido; ou revertido à provisão matemática de benefícios concedidos, de maneira a proporcionar aumento ao benefício pago sob a forma de renda. A periodicidade de reversão não pode ultrapassar 5 (cinco) anos civis consecutivos. Por fim, em relação aos resultados financeiros, deve-se observar se o plano prevê a reversão dos resultados financeiros, e qual o percentual de reversão e a respectiva periodicidade, sendo mais vantajoso o plano que possuir maior percentual de reversão, com menor periodicidade de repasse. O próprio Regulamento do Plano PGBL e o art. 6º e inciso II do 45 da Resolução SUSEP nº 139/2005 . TRIBUTAÇÃO No caso do PGBL, as contribuições pagas podem ser deduzidas da base de cálculo do IR até o limite de 12% da renda bruta, porém no resgate ou recebimento do benefício, o IR incidirá sobre todo o montante recebido pelo participante. O PGBL é um plano de previdência com cobertura por sobrevivência indicado aos consumidores que preencham a declaração de ajuste anual do imposto de renda para pessoas físicas (I.R.P.F.), devendo-se ter em mente que podem ser utilizados para redução da base de cálculo do IR, limitado a 12% da renda bruta anual. Dessa forma, quando do recebimento de resgate ou benefício pago sob a forma de renda ou pagamento único, a alíquota do IR incidirá sobre o montante total recebido incluindo aí as contribuições e rentabilidade. O próprio Regulamento do Plano PGBL , a Lei nº 11.053/2004 e a IN Conjunta SRF, SPC e SUSEP nº 524/2005 . RESUMINDO: Fonte: SUSEP – Superintendência de Seguros Privados

Imposto de Renda 2016: 15 dicas para evitar a malha fina

A entrega da declaração do Imposto de Renda (ano base 2015) já iniciou, mas a maioria dos contribuintes ainda não enviou as suas declarações, então aqui vão algumas dicas para evitar dor de cabeça no momento de preenche-la. Em 2016, o prazo final para entrega da declaração será o dia 29 de abril. Para que você não caia na malha fina e evite dor de cabeça com a declaração, o mestre em finanças e professor da Estácio (Fargs), Carlos Paleo da Rocha, dá dicas valiosas de como fazer a sua declaração. De qualquer forma, os contribuintes podem se preparar para pagar mais Imposto de Renda este ano e há dois motivos para isso. Novamente, o Congresso propôs correção de 6,5%, o que não seria o suficiente ainda, até mesmo porque o próprio salário mínimo aumentou mais de 11% e todos os acordos coletivos seguiram percentuais próximos deste. De qualquer forma o governo só concedeu os 6,5% para as duas primeiras faixas, ficando com 5,5% para a terceira faixa, 5% para a quarta e 4,5% para a quinta. Isto significa, que novamente a mordida do leão será mais forte, ao que de certa já estamos nos acostumando, pois acontece todos os anos. Os profissionais da saúde (médicos, psicólogos, odontólogos, fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais) e advogados. que prestam serviços para pessoas físicas, deverão informar os seus rendimentos por CPF, discriminando o CPF da pessoa para quem prestaram o serviço e o CPF da pessoa que efetuou o pagamento, mês a mês, o que permitirá evitar a retenção em malha de milhares de declarantes. A tabela progressiva para o cálculo do imposto será a seguinte: Base de cálculo em R$ Alíquota (%) Parcela a deduzir do imposto em R$ Até 22.499,13 - - De 22.499,14 até 33.477,72 7,5 1.687,43 De 33.477,73 até 44.476,74 15,0 4.198,26 De 44.476,75 até 55.373,55 22,5 7.534,02 Acima de 55.373,56 27,5 10.302,70 Aqui seguem algumas para reduzir a chance de cair na malha fina: 1) Organize todos seus comprovantes, principalmente os referentes a gastos com educação e saúde, que podem precisar de comprovação; 2) Declare todos os rendimentos recebidos - sejam eles salários, proventos, aposentadoria, pró-labores, aluguéis e outros; 3) Declare o rendimento do cônjuge quando a declaração for em conjunto; 4) Declare o resultado da subtração entre os rendimentos tributáveis e os rendimentos isentos e não tributáveis. Ambos são informados no comprovante de rendimentos fornecidos pela fonte pagadora (empresa); 5) Digite a vírgula como separador de centavos, jamais o ponto - O programa gerador da declaração não considera o ponto como separador de centavos, fazendo com que o valor fique errado; 6) Declare prêmios de loterias e de planos de capitalização na ficha “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva”; 7) Declare planos de previdência complementar na modalidade PGBL como dedutíveis, até o limite 12% do rendimento tributável declarado. A legislação não permite dedução de planos de previdência complementar na modalidade VGBL; 8) Não declare doações a entidades assistenciais - A legislação só permite doações efetuadas diretamente aos fundos controlados pelos Conselhos Municipais, Estaduais e Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente e limitadas em até 6% do imposto devido; 9) Não declare o 13º salário como rendimento tributável. Ele é um “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva”; 10) Declare os ganhos ou perdas de renda variável, quando operar em bolsa de valores; 11) Não declare despesas com planos de saúde de dependentes não relacionados na declaração do IR. O contribuinte, titular de plano de saúde, não pode deduzir os valores referentes ao cônjuge e aos filhos quando eles declaram em separado. Só são dedutíveis na declaração os valores pagos a planos de saúde de pessoas físicas consideradas dependentes pela legislação, incluídas na declaração do responsável. O mesmo vale para os demais pagamentos a profissionais da saúde. Por exemplo, se o contribuinte para as sessões de terapia de um sobrinho, não poderá deduzir este valor no seu IRPF, a não ser que o mesmo viva sob sua dependência econômica, conforme previsto na legislação. O simples fato de efetuar o pagamento não gera o direito à dedução; 12) Declare os ganhos ou perdas de capital quando são vendidos bens e direitos. 13) Doações em dinheiro não são tributáveis pelo Imposto de Renda, porém requerem o pagamento do imposto estadual chamado de Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCD), que oscila em torno de 4% do valor recebido em doação de acordo com o estado. Quem paga o ITCD é o doador. 14) Caso tenha usado saldo de FGTS para amortizar o seu financiamento de imóvel, deverá acrescer no valor do bem a importância para, mais o saldo do fundo usado e adicionar o valor usado do fundo na ficha de Rendimentos Isentos e não tributáveis, na linha 3. 15) Pensões alimentícias são consideradas rendimentos tributáveis, sujeitas à tributação tanto pelo Carnê Leão (recolhimentos mensais), quanto na declaração de ajuste e caso tenham sido recebidas de forma acumulada (em função de ações judiciais), este montante deve ser declarado no mês do efetivo recebimento, sendo oferecido à tributação, pela tabela progressiva. Como haverá uma tributação maior sobre rendimentos acumulados (em função da mudança de faixa na tabela), deve ser pleiteado na ação, um acréscimo no valor a ser recebido, para que a tributação adicional seja compensada, não fazendo com que a pensão seja reduzida em função do pagamento de impostos.
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O que fazer com o 13º salário? (2015)

No final do ano chega o tão esperado 13º salário e a principal pergunta é sempre, o que fazer com ele. Estas dicas simples devem ajuda-lo: O primeiro passo sempre será o pagamento de dívidas : avalie tudo o que deve (saldo negativo no banco, cartão de crédito, empréstimos, etc.), coloque estas dívidas em ordem decrescente da taxa de juros cobrada e realize o pagamento da maior quantidade possível delas. Desta forma se possuir o valor suficiente para a quitação das dívidas, terá ao menos quitada as mais caras; Caso tenho conseguido quitar as dívidas, ou não as tenha, agora é hora de pensar no futuro . Como diz o ditado: “Seguro morreu de velho”. Desta forma, pode ser um bom momento para pensar em sua aposentadoria. Nesta época do ano, os planos de previdência privada aceitam aportes complementares de valores, que podem servir tanto para aumentar o seu benefício futuro, quanto para complementar o que ficou faltando por dificuldades financeiras ao longo do ano; Se ainda tiver uma folga financeira, então será hora de focar nas compras de final de ano e férias . Se você conseguiu organizar as suas finanças, é hora de aproveitar um pouco. Então, pesquise preços (vá às lojas físicas e conheça os produtos, depois pesquise seus preços nas lojas online e nas ferramentas de busca de preços, como por exemplo o site Buscapé ( http://www.buscape.com.br ). Então compre no site ou volte à loja e negocie um desconto maior), relacione as despesas de final de ano (festas, presentes, antecipação de IPVA e IPTU) e planeje a sua viagem; A escolha entre um pacote de viagem e adquirir os itens avulsos vai depender do conhecimento que você possui do destino e do tempo que dispõe para isto. Na maioria dos casos sai mais barato adquirir tudo avulso, mas cada caso é um caso e vale a pena pesquisar. Lembre-se sempre que além das despesas com a viagem, precisará considerar alimentação, seguro viagem, aluguel de automóvel, combustível, pedágios, passeios, presentes, etc. Some todos estes itens quando for considerar o seu destino; Se a escolha for viajar para o exterior , considere não realizar compras no cartão de crédito, que possui um IOF de 6,38%. É mais vantajoso comprar a moeda estrangeira aqui, pagando apenas 0,38% de IOF. Informe-se no seu banco sobre a compra de moeda estrangeira, bem como os cartões pré-pagos ou os traveller checks. Em função do risco de andar com muito dinheiro "vivo", o ideal é diversificar entre estes meios de pagamento, chegando a um ponto de equilíbrio entre economia e segurança; Ainda no quesito viagem para o exterior, vale a pena informar-se sobre os limites de isenção nas compras em valor (US$ 300 para viagens por via terrestre e US$ 500 para viagens por via marítima ou aérea) e os limites em quantidade (Ex.: 20 unidades de produtos com preço abaixo de US$ 20, até 10 unidades de produtos idênticos, etc.). Confira as dicas em: http://www.receita.fazenda.gov.br/aduana/viajantes/dicaviajantes.htm ; Quando estamos em viagem sempre é interessante visitar atrações turísticas , mas fique atento que os preços são menores quando compramos os ingressos adiantado. Uma ótima dica é o site City Pass. Eles vendem ingressos para eventos em diversas cidades e por preços bem atraentes ( http://pt.citypass.com/ ); Pense também em espetáculos de teatro que são muito bons. Para estes indico o seguinte site ( http://www.broadway.com/ ); Também não deixe de analisar as promoções em http://www.tripadvisor.com.br/ e http://www.expedia.com.br/ , pois eles costumam ter promoções muito boas; Não torne a volta das férias um amargo regresso, lembre-se que no início de ano sempre temos um aumento de despesas (fatura do cartão das férias, IPVA e IPTU, caso não tenha antecipado, matrículas escolares, etc.), faça uma reserva para isso; Cuidado com a antecipação do 13º . Muitos bancos oferecem esta antecipação, que pode parecer boa, mas tenha cuidado que isto nada mais é do que um empréstimo e como tal terá incidência de juros. Isso só é interessante se você tiver dívidas com juros maiores do que os deste empréstimo, que pretenda quitar com ele; Um pouco mais difícil para alguns, mas também é uma ótima alternativa realizar investimentos com este valor, sim, poupar, nem que seja o que tenha sobrado do 13º. Desta forma a sobra de hoje poderá suprir uma falta de amanhã, ou colaborar com férias ainda melhores no próximo período. Em resumo, a chave para o sucesso é sempre o planejamento prévio , portanto, planeje sempre !
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Prepare-se com antecedência para preencher a Declaração do Imposto de Renda de 2015

A entrega da declaração do Imposto de Renda (ano base 2014) só inicia em março, mas o contribuinte já pode começar a se preparar e evitar dor de cabeça no momento de preencher o documento. Em 2015, o prazo para entrega da declaração será do dia 6 de março até 30 de abril. De qualquer forma, os contribuintes podem se preparar para pagar mais Imposto de Renda este ano e há dois motivos para isso. O Congresso aprovou a correção de 6,5%, o que não seria o suficiente ainda, mas amenizaria a situação dos contribuintes, porém a Presidente Dilma vetou o reajuste alegando que traria perda aos cofres do fisco e depois concedeu 4,5%. Apenas para ilustrar, a defasagem pela correção da tabela abaixo da inflação, durante os últimos 19 anos já atingiu 64,3%, ou seja, podemos afirmar que houve um aumento considerável da tributação em função desta defasagem. O segundo motivo é a manutenção de valores baixos como limites para as despesas dedutíveis da base de cálculo do IR, principalmente aquelas referentes a educação e dependentes, que atualmente estão em R$ 3.375,83 e R$ 2.156,52, respectivamente. O que naturalmente é incompatível com a vida no mundo real. Qual efeito isso causa? O contribuinte paga ainda mais imposto. Uma novidade para 2015 é que este ano será possível fazer a declaração online, via e-Cac, desde que o contribuinte possua certificado digital. Contudo, ficam excluídos dos contribuintes que podem usar este sistema aqueles que tiverem auferido os seguintes tipos de rendimentos: 1.1tributáveis: a) recebidos do exterior; b) com exigibilidade suspensa; c) sujeitos ao ajuste anual, cuja soma foi superior a R$ 10.000.000,00 (dez milhões de reais); 1.2 sujeitos à tributação exclusiva /definitiva: a) ganhos de capital na alienação de bens e /ou direitos; b) ganhos de capital na alienação de bens, direitos e aplicações financeiras adquiridas em moeda estrangeira; c) ganhos de capital na alienação de moeda estrangeira em espécie; d) ganhos líquidos em renda variável (bolsa de valores, mercadorias, de futuros e assemelhados e fundos de investimento imobiliário); e) rendimentos recebidos acumuladamente; f) rendimentos cuja soma foi superior a R$ 10.000.000,00 (dez milhões de reais); 1.3. rendimentos isentos e não tributáveis: a) lucro na alienação de bens e/ou direitos de pequeno valor ou do único imóvel, lucro na venda de imóvel residencial para aquisição de outro imóvel residencial, e redução do ganho de capital. Os limites para esse ano, comparados com os do ano passado, são os seguintes: Obrigatoriedade 2015 Ano anterior 2015 Rendimentos Tributáveis R$ 25.661,70 R$ 26.816,55 Rendimentos Isentos R$ 40.000,00 R$ 40.000,00 Atividade Rural R$ 128.308,50 R$ 134.082,75 Bens em 31 de dezembro R$ 300.000,00 R$ 300.000,00 Desconto Simplificado 20% - limitado a R$ 15.197,02 R$15.880,89 Deduções Dependentes R$ 2.063,64 R$ 2.156,52 Instrução R$ 3.230,46 R$ 3.375,83 Contribuição Oficial Contribuição à Previdência Complementar 12% rend. trib. 12% rend. trib. Despesas Médicas Dedução Empregada doméstica: R$ 1.078,08 R$ 1.152,88 Doações- ECA - Incentivo a Cultura – a Atividade Audiovisual - ao Desporto e ao Estatuto do Idoso. 6% 6% Os profissionais que prestam serviços para pessoas físicas, a partir deste ano deverão informar os seus rendimentos por CPF, o que permitirá evitar a retenção em malha de milhares de declarantes que preenchem a declaração de forma correta e pelo fato de terem efetuado pagamentos de valores significativos a pessoas físicas podem precisar apresentar documentos comprobatórios à Receita Federal . Claro que estas informações serão inseridos no programa Carnê Leão de 2015 e só serão importadas para o imposto de renda de 2016. Outra novidade em 2015 é o a plicativo para que o contribuinte possa informar dados de pagamentos e recebimentos durante todo o ano. Durante o período de entrega essas informações poderão ser importadas na DIRPF. A tabela progressiva para o cálculo do imposto será a seguinte: Base de cálculo em R$ Alíquota (%) Parcela a deduzir do imposto em R$ Até 21.453,24 - - De 21.453,25 até 32.151,48 7,5 1.608,99 De 32.151,49 até 42.869,16 15,0 4.020,35 De 42.869,17 até 53.565,72 22,5 7.235,54 Acima de 53.565,72 27,5 9.913,83 Aqui seguem algumas para reduzir a chance de cair na malha fina: Organize todos seus comprovantes, principalmente os referentes a gastos com educação e saúde, que podem precisar de comprovação; Declare todos os rendimentos recebidos - sejam eles salários, proventos, aposentadoria, pró-labores, aluguéis e outros; Declare o rendimento do cônjuge quando a declaração for em conjunto; Declare o resultado da subtração entre os rendimentos tributáveis e os rendimentos isentos e não tributáveis. Ambos são informados no comprovante de rendimentos fornecidos pela fonte pagadora (empresa); Digite a vírgula como separador de centavos, jamais o ponto - O programa gerador da declaração não considera o ponto como separador de centavos, fazendo com que o valor fique errado; Declare prêmios de loterias e de planos de capitalização na ficha "Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva"; Declare planos de previdência complementar na modalidade PGBL como dedutíveis, até o limite 12% do rendimento tributável declarado. A legislação não permite dedução de planos de previdência complementar na modalidade VGBL; Não declare doações a entidades assistenciais - A legislação só permite doações efetuadas diretamente aos fundos controlados pelos Conselhos Municipais, Estaduais e Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente e limitadas em até 6% do imposto devido; Não declare o 13º salário como rendimento tributável. Ele é um "Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva"; Declare os ganhos ou perdas de renda variável, quando operar em bolsa de valores; Não declare despesas com planos de saúde de dependentes não relacionados na declaração do IR. O contribuinte, titular de plano de saúde, não pode deduzir os valores referentes ao cônjuge e aos filhos quando eles declarem em separado. Só são dedutíveis na declaração os valores pagos a planos de saúde de pessoas físicas consideradas dependentes pela legislação, incluídas na declaração do responsável; Declare os ganhos ou perdas de capital quando são vendidos bens e direitos. Espero que isto ajude você! Se gostou, indique!
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Dicas para 2015

Em 2015 temos um cenário ainda mais complicado para quem possui endividamento, do que em 2014, quando voltamos a registrar crescimento da inadimplência. Provavelmente a principal causa disso seja que para cobrir os rombos das contas públicas o governo está tomando medidas para aumentar a arrecadação, mas que acabam por transferir esta conta para os cidadãos. O crédito está mais caro, o que possui um efeito extremamente danoso para as pessoas que possuem endividamento, pois se não conseguirem saldar suas dívidas e precisarem contrair novas, uma parcela maior de seu dinheiro irá para pagar os juros. Da mesma forma isso faz com que muitas empresas reduzam seus investimentos, desta forma adiando expansões e portanto contratações. Ao mesmo tempo tivemos um aumento de impostos, então se de um lado as empresas ficam com menos capital para investir, do outro, uma parte maior de suas vendas vai para o pagamento de impostos, reduzindo seu resultado. A opção normal seria aumentar os preços, mas com o dinheiro mais caro para os consumidores isso geraria retração das vendas, então as empresas acabam "enxugando", o que muitas vezes é sinônimo de demissões. Com as demissões as vendas tendem a cair ainda mais e aí entramos em um círculo vicioso, que conduz a uma retração da economia, como já foi inclusive admitido pela equipe do governo. Repare que mesmo com a redução do IPI a venda de automóveis já caiu 31% em Janeiro. Se esta retração mantém-se por três meses, vira recessão, o que segundo o governo não ocorrerá. De qualquer forma a tendência é enfrentarmos uma falta de capital e uma retração nas vendas ao mesmo tempo, ainda que por um curto período. Então as medidas foram erradas? Não, foram corretas, mas alguns remédios são indigestos mesmos. Não adianta reclamar do remédio, a revolta deve ser com o que nos fez ter de usá-lo. Isso significa que 2015 será um ano ruim? Não, necessariamente. Lembre-se: Sempre quando uns choram, outros podem vender lenços! O que fazer então? 1) Expandir: Como assim? As empresas que estiverem com suas contas em dia, terão uma oportunidade ímpar para adquirir concorrentes e desta forma aumentar suas participações no mercado. Da mesma forma, as pessoas físicas que estiverem em dia, poderão barganhar melhor e obter ótimos descontos em suas compras; 2) Enxugar: Reduza despesas para fazer seus gastos caberem no orçamento. Na pessoa física isso pode significar um corte no lazer, redução de despesas como água e luz (que ainda possuem risco de racionamento, se nada mudar) e telefone. Se não desejar cortar, ao menos mude a periodicidade ou o padrão; 3) Renegociar: A falta de dinheiro tende a atingir todos, uns em maior escala e outros em menor, desta forma pode ser uma boa oportunidade para renegociar dívidas, obtendo bons descontos; 4) Sem rolagem: Não adianta nada rolar as despesas de um mês para o seguinte, pois apenas estará adiando o problema. Simplesmente, passar a comprar a prazo, o que vinha comprando a vista vai apenas adiar o problema. Não adianta pagar o supermercado no cartão de crédito, pois a fatura virá no mês seguinte e depois que se entrar nessa sistemática é muito difícil de sair, para precisaria pagar dois meses juntos, para sair dela; 5) Fugir: Fuja dos empréstimos o mais que puder, pois com juros altos eles são uma opção muito ruim, apesar de fáceis. Nada de rolar cartão crédito, nem cheque especial, pois isso pode virar bola de neve; 6) Ampliar: Este sem dúvida é um ótimo momento para ampliar a renda (difícil será encontrar vagas para isso), mas qualquer rendimento extra é sempre bem-vindo na volta das férias, portanto não custa procurar.
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Preparação para o mercado. Você realmente foi preparado?

Praticamente todos os cursos superiores dizem preparar os seus egressos para o mercado de trabalho, mas ainda hoje, poucos deles preparam os profissionais para empreenderem. A maioria os torna muito bons nas competências técnicas de suas respectivas áreas de atuação, mas no mundo em que vivemos atualmente, isso não basta. Ser bom tecnicamente pode ser o suficiente para desempenhar a profissão escolhida pelo profissional, mas o cotidiano vai lhe requerer outros conhecimentos, como gestão de pessoas, gestão financeira e gestão tributária, sendo que a esmagadora maioria dos egressos de cursos superiores não tem este conhecimento e acaba por adquiri-lo da forma mais traumática, que é o método da tentativa, erro. Muitos buscam especializações para adquirirem estes conhecimentos e outros contratam profissionais que os possuem, para lhes auxiliarem, o que parece ser um caminho lógico, mas ainda assim, não é sem riscos. Infelizmente, nem todos os cursos são bons, assim como nem todos os profissionais atuando no mercado o são e há o risco de fazer escolhas ruins e terminar por realizar uma má gestão. Quando desejamos escolher um curso superior ou um programa de pós-graduação stricto senso (mestrado e doutorado), podemos usar como referência de qualidade, a nota dele no IGC, do INEP, atribuída anualmente, que pode ser localizada em http://portal.inep.gov.br/educacao-superior/indicadores/indice-geral-de-cursos-igc . O IGC varia de 1 até 5 e um desempenho ruim pode levar inclusive ao descredenciamento da instituição de ensino. Imaginem o valor para o mercado, de um diploma emitido por uma instituição descredenciada... O pior é que muitos alunos não levam a sério a prova do ENADE, muitas vezes respondendo às perguntas de forma errada, com a intenção de errar. Eles acham que estarão promovendo uma "vingança" contra a instituição de ensino, em função de fatos que os deixaram insatisfeitos, mas na verdade, estão prejudicando a eles mesmos, pois quanto menor o conceito da IES (Instituição de Ensino Superior), menor o "valor" do diploma deles! Adicionalmente, se a preocupação for apenas com a qualidade de um programa de pós-graduação stricto senso (mestrado e doutorado) podemos utilizar os conceitos atribuídos pela CAPES, que recomenda apenas os cursos que tenham obtido nota igual ou superior a "3", disponíveis em http://www.capes.gov.br/avaliacao/dados-do-snpg/cursos-recomendados-reconhecidos . As notas da CAPES variam de 1 até 7! O interessante aqui é o fato de existirem 5.691 cursos de pós-graduação no Brasil, mas apenas 3.806 (66,88%) serem recomendados pela CAPES, ou seja, 33,12% deles não conseguiram nota para a recomendação. Mas e quanto aos cursos de latu senso (especialização)? Bem, estes não possuem nenhum tipo de avaliação e aí há espaço para os cursos ruins se colocarem, fazendo seus alunos desperdiçarem dinheiro e tempo em algo que não lhes será útil para nada, além do relacionamento com novas pessoas da área. Aqui vale destacar as louváveis iniciativas de alguns conselhos de classe que analisam cursos de suas competências técnicos e os reconhecem, ou não, conforme seus critérios, como são os casos do CFO e do CFP. Porém nenhuma entidade, até o momento, avaliou os cursos de gestão de consultórios, escritórios, etc. Conseguimos claramente identificar profissões onde o ato de empreender é muito comum e portanto tendem a sofrer mais com esta deficiência, como é o caso das áreas da saúde que costumam montar seus consultórios pessoais (médicos, enfermeiros e odontólogos), além dos psicólogos que montam seus consultórios, educadores físicos que atuam como "personal trainners" e advogados que montam escritórios. Apesar de serem profissionais de áreas distintas, todos correm o risco de não terem obtido em suas formações as competências necessárias para o empreendedorismo. Desta forma, anualmente, temos novos profissionais ingressando no mercado e iniciando suas atividades sem a noção de como devem proceder para o recolhimento de seus impostos, como funciona a contratação de quem irá secretariá-los, nem como gerir seus negócios. Ainda que sejam excelentes profissionais nos quesitos técnicos, pecam na gestão e acabam por ser exemplos de muito conhecimento e pouco sucesso financeiro. Tipo de pessoa muito comum hoje em dia, mas realmente não precisaria ser assim, bastaria que contassem com a orientação de bons profissionais. Aí recaímos em outro problema. Como localizar os bons? Pois é, esta tarefa não é das mais fáceis, principalmente para quem está ingressando no mercado... Lógico que não são apenas os entrantes que enfrentam problemas, ainda há os antigos, que em função da orientação de maus profissionais, realizam procedimentos errados ao longo de anos e quando descobrem o erro, acabam por ver uma parte razoável de seus ganhos ir embora em função deles... Em artigos futuros pretendo abordar este assunto da gestão do negócio próprio em maior profundidade, até o próximo!
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O que fazer com o 13º salário? (2014)

No final do ano chega o tão esperado 13º salário e a principal pergunta é sempre, o que fazer com ele. Estas dicas simples devem ajuda-lo: O primeiro passo sempre será o pagamento de dívidas : avalie tudo o que deve (saldo negativo no banco, cartão de crédito, empréstimos, etc.), coloque estas dívidas em ordem decrescente da taxa de juros cobrada e realize o pagamento da maior quantidade possível delas. Desta forma se possuir o valor suficiente para a quitação das dívidas, terá ao menos quitada as mais caras; Caso tenho conseguido quitar as dívidas, ou não as tenha, agora é hora de focar nas compras de final de ano e férias . Se você conseguiu organizar as suas finanças, é hora de aproveitar um pouco. Então, pesquise preços (vá às lojas físicas e conheça os produtos, depois pesquise seus preços nas lojas online e nas ferramentas de busca de preços, como por exemplo o site Buscapé ( http://www.buscape.com.br ). Então compre no site ou volte à loja e negocie um desconto maior), relacione as despesas de final de ano (festas, presentes, antecipação de IPVA e IPTU) e planeje a sua viagem; A escolha entre um pacote de viagem e adquirir os itens avulsos vai depender do conhecimento que você possui do destino e do tempo que dispõe para isto. Na maioria dos casos sai mais barato adquirir tudo avulso, mas cada caso é um caso e vale a pena pesquisar. Lembre-se sempre que além das despesas com a viagem, precisará considerar alimentação, seguro viagem, aluguel de automóvel, combustível, pedágios, passeios, presentes, etc. Some todos estes itens quando for considerar o seu destino; Se a escolha for viajar para o exterior , considere não realizar compras no cartão de crédito, que possui um IOF de 6,38%. É mais vantajoso comprar a moeda estrangeira aqui, pagando apenas 0,38% de IOF. Informe-se no seu banco sobre a compra de moeda estrangeira, bem como os cartões pré-pagos ou os traveller checks. Em função do risco de andar com muito dinheiro "vivo", o ideal é diversificar entre estes meios de pagamento, chegando a um ponto de equilíbrio entre economia e segurança; Ainda no quesito viagem para o exterior, vale a pena informar-se sobre os limites de isenção nas compras em valor (US$ 300 para viagens por via terrestre e US$ 500 para viagens por via marítima ou aérea) e os limites em quantidade (Ex.: 20 unidades de produtos com preço abaixo de US$ 20, até 10 unidades de produtos idênticos, etc.). Confira as dicas em: http://www.receita.fazenda.gov.br/aduana/viajantes/dicaviajantes.htm ; Quando estamos em viagem sempre é interessante visitar atrações turísticas , mas fique atento que os preços são menores quando compramos os ingressos adiantado. Uma ótima dica é o site City Pass. Eles vendem ingressos para eventos em diversas cidades e por preços bem atraentes ( http://pt.citypass.com/ ); Pense também em espetáculos de teatro que são muito bons. Para estes indico o seguinte site ( http://www.broadway.com/ ); Também não deixe de analisar as promoções em http://www.tripadvisor.com.br/ e http://www.expedia.com.br/ , pois eles costumam ter promoções muito boas; Não torne a volta das férias um amargo regresso, lembre-se que no início de ano sempre temos um aumento de despesas (fatura do cartão das férias, IPVA e IPTU, caso não tenha antecipado, matrículas escolares, etc.), faça uma reserva para isso; Cuidado com a antecipação do 13º . Muitos bancos oferecem esta antecipação, que pode parecer boa, mas tenha cuidado que isto nada mais é do que um empréstimo e como tal terá incidência de juros. Isso só é interessante se você tiver dívidas com juros maiores do que os deste empréstimo, que pretenda quitar com ele; Um pouco mais difícil para alguns, mas também é uma ótima alternativa realizar investimentos com este valor, sim, poupar, nem que seja o que tenha sobrado do 13º. Desta forma a sobra de hoje poderá suprir uma falta de amanhã, ou colaborar com férias ainda melhores no próximo período. Em resumo, a chave para o sucesso é sempre o planejamento prévio , portanto, planeje !
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O que fazer com o 13º salário?

Saiu hoje no Click RBS, na página do Diário Gaúcho, um artigo meu sobre o que fazer com o 13º salário. Reproduzo ele aqui abaixo para quem tiver interesse. Site do Jornal: http://wp.clicrbs.com.br/trabalhador/?topo=52,1,1,,186,e186
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07/03/2008 - Sem surpresas

Em decisão unânime, o Comitê de Política Monetária do Banco Central decidiu nesta quarta-feira manter a taxa básica de juro em 11,25% ao ano.

Como se perde dinheiro com ações?

Uma vez, num vilarejo, apareceu um homem anunciando aos aldeões que compraria macacos por $10 cada. Os aldeões, sabendo que havia muitos macacos na região, foram à floresta e iniciaram a caça aos macacos. O homem comprou centenas de macacos a $10 e então os aldeões diminuíram seu esforço na caça. Aí, o homem anunciou que agora pagaria $20 por cada macaco e os aldeões renovaram seus esforços e foram novamente à caça. Logo, os macacos foram escasseando cada vez mais e os aldeões foram desistindo da busca. Então, a oferta aumentou para $25 e a quantidade de macacos ficou tão pequena que já não havia mais interesse na caça. Aí, o homem anunciou que agora compraria cada macaco por $50! Entretanto, como iria à cidade grande, deixaria seu assistente cuidando da compra dos macacos. Na ausência do homem, seu assistente disse aos aldeões: - Olhem todos estes macacos na jaula que o homem comprou. Eu posso vender por $35 a vocês e quando o homem retornar da cidade, vocês podem vender-lhe por $50, cada. Os aldeões, espertos, pegaram todas as suas economias e compraram todos os macacos do assistente. Eles nunca mais viram o homem ou seu assistente, somente macacos por todos os lados. Agora você entendeu como funciona o mercado de ações. (Texto objetivo, didático e direto)
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Malditas correntes...

Em primeiro lugar quero frizar minha opinião: Corrente é Crime e Furada! O post é BEM longe, mas de leitura instrutiva. Hoje recebi este e-mail de um amigo: existe uma logica................. bom eu fiz a minha parte...se não ter certo ..perdi 30,00........ Bem-vindo(a) ao Correio de 5 Reais® O milagre da multiplicação em geração de riqueza® Caro(a) amigo(a), Ø Este é o Correio de 5 Reais® : Você envia 5 reais por carta a 6 pessoas cujos nomes e endereços aparecem em uma lista; Ø Depois você muda a lista: inclui seu nome e endereço e a envia com este programa por email a no mínimo 300 pessoas, que seguirão estas mesmas instruções por 6 fases sucessivas; Ø Seu trabalho se encerra aqui. Tudo o que resta a fazer é esperar por uma avalanche de cartas valendo dezena $ de milhare $ de reai $ chegar na sua caixa de correio. Que tal R$999.180 ? E isso só para começar! Seus lucro $$$ podem chegar a R$61.021.200 , ou até mais! Seus lucro $$$ não têm limite Você fará acontecer! Este programa é tão inacreditavelmente simples! Na verdade ele é auto-explicativo: Depois de você enviar as cartas e transmitir os emails, não haverá mais nada, nada mesmo, a fazer. Você só precisa dar o ponta-pé inicial - Uma vez iniciado, o Correio de 5 Reais® gerará lucros para você automaticamente! Tudo o que resta a fazer é literalmente esperar o dinheiro chegar na sua caixa de correio! Envie R$5 e lucre $$$ A porta para sua liberdade financeira está bem em frente dos seus olhos! Esta é a máquina de fazer dinheiro pela qual você e eu temos esperado por todas as nossas vidas! Você fará acontecer! Caro(a) amigo(a), mudar sua situação financeira exige ação imediata. O dinheiro não vai simplesmente cair no seu colo se você não agir! Portanto, não adie mais. Aja agora! VOCÊ FAZ SEUS PRÓPRIOS LUCRO $$$ Suponhamos que você envie 300 emails e que cada um de seus respondentes também envie a mesma quantidade e que todos vocês obtenham retorno de 3% . Nesse caso, o valor total acumulado que cada um de vocês receberá será de R$999.180! Veja o exemplo abaixo: -Fase 1 - Você envia 300 emails; 9 pessoas respondem e lhe enviam R$5 cada = você recebe R$45 ; -Fase 2 - 9 pessoas enviam 300 emails cada; 81 pessoas respondem e lhe enviam R$5 cada = você recebe R$405 ; -Fase 3 - 81 pessoas enviam 300 emails cada; 729 pessoas respondem e lhe enviam R$5 cada = você recebe R$3.645 ; -Fase 4 - 729 pessoas enviam 300 emails cada; 2.187 pessoas respondem e lhe enviam R$5 cada = você recebe R$10.935 ; -Fase 5 - 2.187 pessoas enviam 300 emails cada; 19.683 pessoas respondem e lhe enviam R$5 cada = você recebe R$98.415 ; -Fase 6 (última fase) - 19.683 pessoas enviam 300 emails cada; 177.147 pessoas respondem e lhe enviam R$5 cada = você recebe R$885.735 . Neste ponto, fase 6, seu nome é deletado da lista, mas você terá acumulado R$999.180! E R$999.180 só para começar! Seus lucro $$$ não têm limite Se, em vez de 300 emails , você e todos os demais enviarem 500 emails , cada um de vocês receberá o incrível total acumulado de R$61.021.200! Tudo depende de quantos emails cada pessoa enviar e do retorno que obtiver. Quanto mais emails você enviar, mais dinheiro receberá. Faça os cálculos você mesmo(a)! Tenho certeza absoluta de que esses números estão 100% corretos. Sempre funciona! E tudo isso pelo investimento total de R$30 mais a despesa de correio para enviar as 6 cartas. É o preço de um almoço! Onde mais neste planeta você consegue um negócio como este? Um negócio que pode e vai mudar sua vida para sempre! Sua total independência financeira! Pense bem! Quanto tempo você terá de trabalhar para ganhar R$100.000, R$300.000, R$1.000.000? Entrando neste Correio de 5 Reais® você só vai precisar de umas poucas horas de seu tempo livre e sua vida pode e vai mudar para sempre! Não deixe essa incrível chance passar! Você vai se arrepender depois! Portanto, caro(a) amigo(a), siga as simples instruções abaixo, não mude nada além da ordem dos nomes, conforme explicado, e faça deste programa a maior transformação das nossas vidas! Correio de 5 Reais®: O Programa "Aqui vinha a lista das pessoas, omito os nomes para não difamá-las" Envie 5 reais por carta a cada uma dos 6 participantes acima. Embrulhe o dinheiro em uma folha de papel na qual você escreverá a expressão "favor colocar meu nome na sua lista de correspondência". Depois disso, suba o nome de cada um dos beneficiários uma posição, da seguinte maneira: § Delete o nome da posição 1 (este participante já passou por todas as 6 fases do programa e deve agora sair da lista); § Suba o nome da posição 2 para a posição 1; § Suba o nome da posição 3 para a posição 2; § Suba o nome da posição 4 para a posição 3; § Suba o nome da posição 5 para a posição 4; § Suba o nome da posição 6 para a posição 5; § Coloque seu nome e endereço na posição 6. Ø Essa alteração na posição dos nomes e a inclusão do seu é a única mudança a ser feita. Seu nome deve ser colocado na posição 6. Caso você o coloque em outra posição, você não passará por todas as 6 fases do programa e não receberá o dinheiro que deveria receber. Você começará na posição 6, depois subirá sucessivamente para as posições 5, 4, 3, 2 e 1, quando seu nome será deletado da lista, mas sua caixa de correio estará abarrotada de cartas de dinheiro. Ø Envie o máximo de emails que puder deste programa com sua nova lista. Quantos? Quanto mais emails você enviar, mais dinheiro receberá. E como conseguir as pessoas para entrar no Correio de 5 Reais® ? Você pode fazer isso de várias maneiras: Mostre o programa a familiares e amigos, envie-o a pessoas cujos emails você já tem, obtenha listas de emails pela internet, etc. As possibilidades são inúmeras. Ø Seu trabalho se encerra aqui. Não haverá mais nada para fazer. Nunca mais. Agora tudo o que você terá de fazer é literalmente esperar que chovam cartas de dinheiro na sua caixa de correio! Parabéns por entrar no Correio de 5 Reais® ! "A maior piada é o símbolo de marca registrada" Então encontrei este site na web que expressa de excelente forma o que penso: http://www.portaldigidesign.com.br/forum/index.php?act=ST&f=32&t=2857 Correntes Pirâmide: Prática Criminosa. Este esquema de ganhar dinheiro em que a pessoa "investe" R$6,00 ou R$7,00 iniciais, para o qual cada um inventa um nome, chama-se CORRENTE DA PIRÂMIDE, e é uma prática criminosa. ASPECTOS CRIMINAIS PRESENTES NESTE ESQUEMA: a) Estelionato, b) Propaganda enganosa (poucas pessoas atingem o prometido), c) Crime contra a economia popular, haja vista existam muitas pessoas sem o necessário preparo para analisar o esquema e tornam-se vítimas fáceis dos espertalhões, d) Incitação à formação de quadrilha de estelionatários, ao convidar outras pessoas para integrar a rede de pessoas. e) E a questão da Receita Federal onde não poderá ser declarada a prometida renda milionária, se for alcançada por alguém. Basta alguém, que entrou na Corrente, e que se sentiu prejudicado(a), ou que foi aliciado(a) à prática do crime, fazer uma representação contra o(a) aliciador(a) junto a Justiça, e o(a) aliciador(a) será preso(a) em flagrante. Pois as cartas, postal ou eletronicamente distribuídas, para conhecidos, desconhecidos, de forma indiscriminada, são provas objetivas, haja vista nelas estejam os nomes, contas bancárias listadas, e o IP do computador de onde cada aliciador(a) enviou as suas cartas por e-mail. Considere que você não é o primeiro da lista, pois você já recebeu a mensagem de outra pessoa e essa pessoa já a recebeu de outra pessoa que a recebeu de outra pessoa e assim por diante. Portanto, existem outros níveis nessa pirâmide. O quadro abaixo apresenta a quantidade de participantes com quinze níveis de propagação. Propagação de uma pirâmide. A primeira coluna da esquerda na vertical (N) são os níveis da pirâmide As coluna seguinte (P) são os novos participantes seguindo as indicações de cada participante A terceira coluna (T) é o total de participantes somando-se os participantes dos níveis anteriores. N P T 1 1 1 2 5 6 3 25 31 4 125 156 5 625 781 6 3.125 3.906 7 15.625 19.531 8 78.125 97.656 9 390.625 488.281 10 1.953.125 2.441.406 11 9.765.625 12.207.031 12 48.828.125 61.035.156 13 244.140.625 305.175.781 14 1.220.703.125 1.525.878.906 15 6.103.515.625 7.629.394.531 No décimo quinto nível serão 7.629.394.531 esperançosos participantes da pirâmide. Alguma coisa estranha? Em 30 de setembro de 2003, estimava-se que a Terra possuía 6.320.736.741 habitantes. Mas fiquemos no nível 10 que é pouco menos que a população do estado de Mato Grosso segundo o censo de 2000 (2.504.353 habitantes). Todos os 2.441.406 participantes têm a ilusão e a esperança de receber os valores prometidos. Nada mais justo, não é mesmo? Se cada um dos 2.441.406 participantes dessa pirâmide da alegria recebesse um certo valor, digamos, por baixo R$ 5.866,00, então o o capital envolvido seria a interessante quantia de R$ 14.321.287.596,00. Quanto? Isso: mais de catorze bilhões de reais!!! Só como termo de comparação: durante o período mais intenso de ataques ao Afeganistão, os EUA gastavam cerca de 33 milhões de dólares por dia. Nesse período, o dispêndio mensal com a guerra era de cerca um bilhão de dólares, ou seja, em câmbio atual, cerca de 2,2 bilhões de reais. Mais umas cifras para comparação: 30 bilhões de dólares é o que o FMI concedeu de empréstimo ao Brasil em agosto de 2002. O empréstimo veio em módicas parcelas, a primeira delas de U$3 bilhões ou R$ 6,6 bilhões. Você aprecia grandes números? Então multiplique 14.321.287.596,00 por doze e terá R$ 171.855.451.152,00 : é o valor envolvido em um ano de depósitos bancários nas contas de muitos felizardos como você. Só como exercício: veja como as coisas ficariam ao se considerar o nível 15: 7.629.394.531 participantes 7.629.394.531 x 5.866. Não faço as contas para você porque a minha calculadora não suporta tanto número e tanto dinheiro e colocou uns símbolos meio esquisitos no visor dela. Talvez ela não esteja habituada a ver tanto dinheiro assim. A culpa é minha, pois eu deveria fazê-la calcular números bem maiores do que os que passam por minha modesta conta bancária pra ela ir se habituando, aos poucos, com esses bilhões. Nunca perca a esperança nos resultados do trabalho sério e honesto. (Este texto foi extraído da internet de um site o qual não estou lembrado. Isso não importa muito, porque os números não se enganam, mostram uma realidade que não tem como negar. Basta fazer um simples cálculo.. muito simples mesmo... pra provar que numa pirâmide em que cada pessoa apresenta dez outras, o décimo nível deverá ter 1 bilhão de pessoas. E o décimo primeiro nível, 10 bilhões, mais do que a população total da Terra!!!! Outra coisa... se 10 pessoas colocam cada uma R$1,00 numa caixa, o montante deverá ser de R$10,00, não é mesmo??? Se uma pessoa receber R$3,00 não sobrarão apenas R$7,00 para dividir entre as outras nove???? Então está provado o golpe!!! Alguém tem que sair perdendo pra outro poder colocar o dinheiro fácil e ilegal no bolso... Sinto pena das muitas pessoas que se desiludem no 4º ou 5º depósito bancário vendo que não há retorno, acabam desistindo. Seu dinheiro com certeza foi parar no bolso de alguém, e não volta mais.) Eu não sou advogado de defesa e nem promotor pra acusar ninguém. Eu simplesmente coloco a minha opinião. Se alguém quiser mesmo assim entrar para essas correntes, tem toda a liberdade e o direito de decidir o que acha melhor pra si. Mais alguma coisa a respeito do assunto pode ser encontrada na internet em sites de empresas de grande credibilidade e idoneidade: Por exemplo este artigo no site do banco HSBC: http://www.hsbc.com.br/common/seguranca/artigo-seguranca-tipos-fraude-e-mail-parte2.shtml Sugiro que baixem ainda a cartilha de segurança na internet, com dicas essenciais para se proteger na rede: http://cartilha.cert.br/download/cartilha-04-fraudes.pdf Quanto ao artigo para mostrar que isso é crime, um deles está na Lei nº 1.521, de 26 de Dezembro de 1951 que trata de crimes contra a economia popular. O artigo IX é muito claro com relação a isso: QUOTE IX - obter ou tentar obter ganhos ilícitos em detrimento do povo ou de número indeterminado de pessoas mediante especulações ou processos fraudulentos ("bola de neve", "cadeias", "pichardismo" e quaisquer outros equivalentes); A lei é clara: sistemas de renda "bola de neve", "cadeia", ou "pirâmide" como é comumente chamado, é crime contra a economia popular! Além do citado acima, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) no Artigo 37 estabelece: QUOTE "Art. 37. É proibida toda publicidade enganosa ou abusiva. § 1° É enganosa qualquer modalidade de informação ou comunicação de caráter publicitário, inteira ou parcialmente falsa, ou, por qualquer outro modo, mesmo por omissão, capaz de induzir ao erro o consumidor a respeito da natureza, características, qualidade, quantidade, propriedades, origem, preço e quaisquer outros dados sobre produtos e serviços." Você não tem razão quando diz que ninguém é forçado a participar. O que acontece na verdade é que as pessoas são iludidas a participar devido à promessa de dinheiro fácil! Como diz a lei, as pessoas são induzidas ao erro . Quem quiser participar que participe! Mas na melhor das hipóteses vai perder dinheiro, na pior, poderá se ver ligado a procedimentos ilegais e criminosos. Consulte a Lei Federal 1.521/1951 na íntegra no link abaixo: http://www.procon.sp.gov.br/texto.asp?id=748 Consulte o Código de Defesa do Consumidor no link abaixo: http://www.mj.gov.br/dpdc/cdc.htm Você pode verificar as recomendações dos links que postei acima. Como o do site do HSBC: http://www.hsbc.com.br/common/seguranca/artigo-seguranca-tipos-fraude-e-mail-parte2.shtml e da Cartilha de Segurança na Internet: http://cartilha.cert.br/download/cartilha-04-fraudes.pdf

Negócio...

Um amigo meu traduziu este e me enviou, como gostei decidi socializar aqui, bom proveito! Segundo este site , uma mulher apelou e colocou um anúncio no Craigslist pedindo ajuda para um problema... diferente: "Eu sou uma garota linda (maravilhosamente linda) de 25 anos. Sou bem articulada e tenho classe. (...) estou querendo me casar com alguém que ganhe no mínimo meio milhão de dólares por ano. Tem algum homem que ganhe 500 mil ou mais neste site? Ou esposas de gente que ganhe isso? Vocês poderiam me mandar algumas dicas? Eu namorei um homem de negócios que ganha por volta de 200 a 250 mil. Mas eu não consigo passar disso. 250 mil não vão me fazer morar em Central Park West. Eu conheço uma mulher da minha aula de ioga que casou com um banqueiro e vive em Tribeca, e ela não é tão bonita quanto eu, nem é inteligente. Então, o que ela fez de certo que eu não fiz? Como eu chego no nível dela?" Sim, a garota estava pedindo dicas sobre como arrumar marido rico. Mas isso não é o mais legal, o melhor da história é que um cara, possivelmente um economista ou investidor, deu a ela uma resposta tão bem articulada e fundamentada que eu não resisti e tive que traduzir tudo pra postar aqui (os negritos são meus, pra mostrar as melhores partes): "Eu li seu anúncio com grande interesse e pensei com cuidado sobre seu dilema. Fiz a seguinte análise da situação. Primeiramente, não estou gastando seu tempo, pois me qualifico como um homem que atende seu orçamento; ou seja, eu ganho mais de 500 mil por ano. Isto posto, eu considero os fatos da seguinte forma: Sua oferta, quando vista da perspectiva de um homem como eu, é simplesmente um péssimo negócio. Eis o porquê: deixando as firulas de lado, o que você sugere é uma negociação simples. Você entra com sua beleza física e eu entro com o dinheiro. Ótimo, fácil. Mas tem um problema. Sua aparência vai se acabar e meu dinheiro vai continuar existindo, perpetuamente... de fato, é bem possível que meus rendimentos aumentem, mas é certeza absoluta o fato que você não vai ficar nem um pouco mais bonita! Assim, em termos econômicos, você é um ativo sofrendo depreciação e eu sou um ativo rendendo dividendos . Você não somente sofre depreciação como esta depreciação sempre aumenta! Explicando, você tem 25 anos hoje e deve continuar gostosa pelos próximos 5 anos, mas sempre um pouco menos a cada ano. Então o fim de sua aparência começa cedo. Aos 35 anos você já estará acabada! Então, usando o linguajar de Wall Street, nós a chamaríamos de "trading position" (posição para comercializar), e não de "buy and hold" (compre e retenha) - que é o que você deseja ... daí o problema... casamento. Não faz sentido, do ponto de vista de negócios, "comprar" você (que é o que você quer), portanto prefiro alugá-la . Se você estiver pensando que estou sendo cruel, eu tenho a dizer o seguinte: Se meu dinheiro vai se acabar, você também vai. Então, quando sua beleza se esvair eu tenho que ter uma opção de saída. É simples assim. Um negócio razoável, portanto, é um namoro, e não casamento. Paralelamente a isso, bem no início da minha carreira me ensinaram sobre mercados eficientes. Assim, eu me pergunto com uma garota "articulada, com classe e maravilhosamente linda" como você ainda não achou seu tio Sukita. Acho difícil acreditar que você é tão bonita quanto diz e os 500 mil dólares ainda não te encontraram, nem que fosse pra um "test drive". Por sinal, sempre há um jeito de você descobrir como ganhar dinheiro por conta própria, para que não precisemos ter essas conversas difíceis. Com tudo isso dito, devo dizer que você está tentando da maneira certa. É a clássica "capitalização via golpe do baú". Espero que tenha sido útil e, se quiser negociar um contrato de aluguel, fale comigo ." Original em: http://howardlindzon.com/?p=2725
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Nosso plano de saúde, que sempre nega quando precisamos...

Esta vem direto do site do STJ: A recusa indevida da seguradora à cobertura médica é causa de danos morais porque agrava o estado psicológico e de angústia do segurado. O entendimento é da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) ao analisar o recurso de associado do plano oferecido pela Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi). O plano foi condenado ao pagamento de indenização no valor de R$ 20 mil. Em 2003, uma segurada teve problemas cardíacos e os médicos recomendaram uma cirurgia de urgência para implante de emergência de duas próteses chamadas de Stent Cypher, apontadas como as mais adequadas para o tratamento. A seguradora não autorizou a realização do procedimento sob a alegação de que tais próteses não teriam, ainda, efetividade comprovada. Foi aprovado o implante do modelo mais antigo, conhecido como Stent convencional. A segurada argumentou que tal restrição imposta pelo plano de saúde não se justificaria, porque a própria Anvisa já concedera o registro e autorizara a utilização do implante. E diante da recusa da Cassi, a segurada teve que arcar, com os custos da operação, que à época foi de R$ 23.846,40, retirando, para tanto, o dinheiro de uma aplicação financeira. Um ano após a cirurgia, a mulher foi submetida a nova intervenção para implantação de mais uma prótese Stent Cypher e, desta vez, o plano autorizou a cobertura do procedimento sem apresentar restrições. O segurado interpôs recurso para reaver o gasto com a primeira cirurgia e o juiz de primeiro grau negou o pedido por entender que o contrato de seguro não previa a cobertura para o tratamento recomendado pelos médicos. O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) reformou, em parte, a sentença para reconhecer a necessidade de reparação dos danos materiais quanto à devolução do custo da operação, afastando o pedido de ressarcimento dos alegados lucros cessantes decorrentes da retirada do dinheiro de aplicação financeira, por ausência de provas a tal respeito e o pedido de danos morais. O segurado veio ao STJ, por meio de recurso especial, sob o argumento da existência de dano moral, que a Cassi deveria ser condenada a reparar, também, os lucros cessantes e a arcar com o valor dos honorários devidos. A relatora, ministra Nancy Andrighi, assinalou ser o plano de saúde obrigado a suportar os custos dos tratamentos que decorrem da patologia que se encarregou de cobrir. Para a ministra, decorre o dano moral exatamente da indevida recusa em fornecer o serviço de seguro esperado pelo consumidor em momento de extrema angústia e aflição psicológica, por já se encontrar, no momento em que pede a autorização à seguradora, em condição de dor, de abalo psicológico e com a saúde debilitada. A ministra argumentou que, embora, nos contratos, o mero descumprimento não seja causa para ocorrência de danos morais, tratando-se particularmente de contrato de seguro-saúde, sempre haverá a possibilidade de conseqüência danosa para o segurado, pois este, após a contratação, costuma procurar o serviço já em evidente situação desfavorável de saúde, tanto a física como a psicológica. A relatora concluiu que ficou demonstrada a injusta recusa da Cassi ao contrato, ressaltando que não há necessidade de se demonstrar a existência do dano moral, porque ele decorre dos próprios fatos que deram origem à ação. A Turma conheceu parcialmente do recurso especial da segurada e, nessa parte, deu-lhe provimento, por unanimidade, para condenar a Cassi ao pagamento do valor de R$ 20 mil a título de compensação pelos danos morais sofridos, com incidência de correção monetária a partir da data do julgamento (6/12/2007) e juros de mora desde o evento danoso.
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Matemática de Mendigo

Raciocínio desenvolvido por um estagiário! Tenho que dar meus parabéns para esse estagiário que elaborou essa pesquisa tão perfeita, pois para mim o resultado que ele conseguiu obter é a mais pura realidade. Preste atenção nessa interessante pesquisa dele... Um sinal de trânsito muda de estado em média a cada 30 segundos (trinta segundos no vermelho e trinta no verde). Então, a cada minuto um mendigo tem 30 segundos para faturar pelo menos R$0,10, o que numa hora dará: 60 x R$ 0,10 = R$ 6,00. Se ele trabalhar 8 horas por dia, 25 dias por mês, num mês terá faturado: 25 x 8 x R$ 6,00 = R$ 1.200,00. Será que isso é uma conta maluca? Bom, 6 Reais por hora é uma conta bastante razoável para quem está no sinal, uma vez que, quem doa nunca dá somente 10 centavos e sim 20, 50 e às vezes até 1 Real. Mas, tudo bem, se ele faturar a metade: R$ 3,00 por hora terá R$600,00 no final do mês, que é o salário de um estagiário com carga de 35 horas semanais ou 7 horas por dia. Ainda assim, quando ele consegue uma moeda de R$1,00 (o que não é raro), ele pode descansar tranqüilo debaixo de uma árvore por mais 9 viradas do sinal de trânsito, sem nenhum chefe pra encher por causa disto. Mas isto é teoria, vamos ao mundo real. De posse destes dados fui entrevistar uma mulher que pede esmolas, e que sempre vejo trocar seus rendimentos na Panetiere (padaria em frente ao CEFET). Então lhe perguntei quanto ela faturava por dia. Imagine o que ela respondeu? É isso mesmo, de 35 a 40 reais em média o que dá (25 dias por mês) x 35 = 875 ou 25 x 40 = 1000, então na média R$ 937,50 e ela disse que não mendiga 8 horas por dia. Moral da História: É melhor ser mendigo do que estagiário, e pelo visto, ser estagiário é pior que ser Mendigo... Se esforce como mendigo e ganhe mais do que um estagiário. Estude a vida toda e peça esmolas; é mais fácil e melhor que arrumar emprego. Lembre-se: Você pode acabar sendo governado por alguém que não estudou, não trabalhou, não sabe o próprio nome, mas terá umas 3 fontes de renda e ainda esnobará a nação inteira com palácios, aviões, viagens internacionais, carros importados, bebidas caríssimas... etc, etc, etc... Mendigo não paga 1/3 do que ganha pra sustentar isso! Viva à Matemática!
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