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Preparação para o mercado. Você realmente foi preparado?

Praticamente todos os cursos superiores dizem preparar os seus egressos para o mercado de trabalho, mas ainda hoje, poucos deles preparam os profissionais para empreenderem. A maioria os torna muito bons nas competências técnicas de suas respectivas áreas de atuação, mas no mundo em que vivemos atualmente, isso não basta. Ser bom tecnicamente pode ser o suficiente para desempenhar a profissão escolhida pelo profissional, mas o cotidiano vai lhe requerer outros conhecimentos, como gestão de pessoas, gestão financeira e gestão tributária, sendo que a esmagadora maioria dos egressos de cursos superiores não tem este conhecimento e acaba por adquiri-lo da forma mais traumática, que é o método da tentativa, erro. Muitos buscam especializações para adquirirem estes conhecimentos e outros contratam profissionais que os possuem, para lhes auxiliarem, o que parece ser um caminho lógico, mas ainda assim, não é sem riscos. Infelizmente, nem todos os cursos são bons, assim como nem todos os profissionais atuando no mercado o são e há o risco de fazer escolhas ruins e terminar por realizar uma má gestão. Quando desejamos escolher um curso superior ou um programa de pós-graduação stricto senso (mestrado e doutorado), podemos usar como referência de qualidade, a nota dele no IGC, do INEP, atribuída anualmente, que pode ser localizada em http://portal.inep.gov.br/educacao-superior/indicadores/indice-geral-de-cursos-igc . O IGC varia de 1 até 5 e um desempenho ruim pode levar inclusive ao descredenciamento da instituição de ensino. Imaginem o valor para o mercado, de um diploma emitido por uma instituição descredenciada... O pior é que muitos alunos não levam a sério a prova do ENADE, muitas vezes respondendo às perguntas de forma errada, com a intenção de errar. Eles acham que estarão promovendo uma "vingança" contra a instituição de ensino, em função de fatos que os deixaram insatisfeitos, mas na verdade, estão prejudicando a eles mesmos, pois quanto menor o conceito da IES (Instituição de Ensino Superior), menor o "valor" do diploma deles! Adicionalmente, se a preocupação for apenas com a qualidade de um programa de pós-graduação stricto senso (mestrado e doutorado) podemos utilizar os conceitos atribuídos pela CAPES, que recomenda apenas os cursos que tenham obtido nota igual ou superior a "3", disponíveis em http://www.capes.gov.br/avaliacao/dados-do-snpg/cursos-recomendados-reconhecidos . As notas da CAPES variam de 1 até 7! O interessante aqui é o fato de existirem 5.691 cursos de pós-graduação no Brasil, mas apenas 3.806 (66,88%) serem recomendados pela CAPES, ou seja, 33,12% deles não conseguiram nota para a recomendação. Mas e quanto aos cursos de latu senso (especialização)? Bem, estes não possuem nenhum tipo de avaliação e aí há espaço para os cursos ruins se colocarem, fazendo seus alunos desperdiçarem dinheiro e tempo em algo que não lhes será útil para nada, além do relacionamento com novas pessoas da área. Aqui vale destacar as louváveis iniciativas de alguns conselhos de classe que analisam cursos de suas competências técnicos e os reconhecem, ou não, conforme seus critérios, como são os casos do CFO e do CFP. Porém nenhuma entidade, até o momento, avaliou os cursos de gestão de consultórios, escritórios, etc. Conseguimos claramente identificar profissões onde o ato de empreender é muito comum e portanto tendem a sofrer mais com esta deficiência, como é o caso das áreas da saúde que costumam montar seus consultórios pessoais (médicos, enfermeiros e odontólogos), além dos psicólogos que montam seus consultórios, educadores físicos que atuam como "personal trainners" e advogados que montam escritórios. Apesar de serem profissionais de áreas distintas, todos correm o risco de não terem obtido em suas formações as competências necessárias para o empreendedorismo. Desta forma, anualmente, temos novos profissionais ingressando no mercado e iniciando suas atividades sem a noção de como devem proceder para o recolhimento de seus impostos, como funciona a contratação de quem irá secretariá-los, nem como gerir seus negócios. Ainda que sejam excelentes profissionais nos quesitos técnicos, pecam na gestão e acabam por ser exemplos de muito conhecimento e pouco sucesso financeiro. Tipo de pessoa muito comum hoje em dia, mas realmente não precisaria ser assim, bastaria que contassem com a orientação de bons profissionais. Aí recaímos em outro problema. Como localizar os bons? Pois é, esta tarefa não é das mais fáceis, principalmente para quem está ingressando no mercado... Lógico que não são apenas os entrantes que enfrentam problemas, ainda há os antigos, que em função da orientação de maus profissionais, realizam procedimentos errados ao longo de anos e quando descobrem o erro, acabam por ver uma parte razoável de seus ganhos ir embora em função deles... Em artigos futuros pretendo abordar este assunto da gestão do negócio próprio em maior profundidade, até o próximo!
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Sua empresa é maluca? Talvez devesse ser...

Esta his(es)tória de difícil comprovação, está circulando pela internet, mas mesmo que não seja verdadeira, seu conteúdo serve para uma boa reflexão...

Ninguém é Insubstituível?

Recebi por e-mail, mas mantenho a fonte original. (por Celia Spangher) Na sala de reuniões de uma multinacional, o CEO* nervoso fala com sua equipe de gestores. Agita as mãos mostra gráficos e olhando nos olhos de cada um ameaça: 'ninguém é insubstituível' . A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio. Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada. De repente um braço se levanta e o CEO se prepara para triturar o atrevido: - Alguma pergunta? - Tenho sim. E o Beethoven? - Como? - o CEO encara o gestor confuso. - O senhor disse que ninguém é insubstituível. Então me diga quem substitui o Beethoven? Silêncio. Ouvi essa estória esses dias contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso. Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que quando sai um é só encontrar outro para por no lugar. Quem substitui Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Dorival Caymmi? Garrincha? Michael Phelps? Santos Dumont? Monteiro Lobato?Faria Lima ? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Todos esses talentos marcaram a História fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem - ou seja - fizeram seu talento brilhar. E portanto são sim insubstituíveis. Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar 'seus gaps'. Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo, se Picasso era instável, Caymmi preguiçoso, Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico. O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos. Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do êxito de seu projeto. Se você ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo e Gisele Bundchen por ter nariz grande. E na sua gestão o mundo teria perdido todos esses talentos.. (*) Chief Executive Officer (Diretor Executivo)
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O tigre e o sábio

Um certo TIGRE, de nobre estirpe, vivia na floresta e infernizava as aldeias próximas. Aterrorizava as pessoas e atacava os animais dos currais. Por isso, o Sábio da região foi chamado para conversar com o TIGRE. Foi mostrado, então, ao felino que suas atitudes estavam totalmente erradas. Afinal, sendo de linhagem nobre, ele não poderia agir assim. Convencido pelo Sábio, o TIGRE prometeu mudar totalmente seu comportamento; e assim o fez. Passado algum tempo, o Sábio encontra o TIGRE todo machucado e maltratado. Desejando saber o motivo de sua desdita, o TIGRE relata ao Sábio que somente passara a se comportar como este lhe havia recomendado. E, desde então, até mesmo as crianças passaram a lhe maltratar, atirando-lhe pedras e paus, causando-lhe toda a sorte de ferimentos. Após ouvir o relato do TIGRE, o Sábio lhe diz: "- Nobre Tigre, eu lhe disse que deveria ser bom e gentil, como um verdadeiro nobre; mas nunca lhe disse que deixasse de MOSTRAR SEUS DENTES, quando necessário." A metáfora acima é um convite à reflexão. Quem é pela PAZ porque é de "nobre estirpe" deve considerar o seguinte. Tal como o TIGRE, não pode ficar impedido de MOSTRAR OS DENTES quando ameaçado. "Si vis pacem, para bellum." (Se desejas a paz, prepara-te para a guerra!)
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A bitola e a atualidade

A bitola e a atualidade Aqui está o mais puro exemplo de como temos, muitas vezes, de nos adaptar a s atitudes tomadas no passado: A bitola das ferrovias (distância entre os dois trilhos) nos Estados Unidos é de 4 pés e 8,5 polegadas. Por que esse número foi utilizado? Porque era esta a bitola das ferrovias inglesas e, como as americanas, foram construídas pelos ingleses, esta foi a medida utilizada. Por que os ingleses usavam esta medida? Porque as empresas inglesas que construíam os vagões eram as mesmas que, antes das ferrovias, construíam as carroças e utilizavam as mesmos ferramentas. Por que das medidas (4 pése 8,5 polegadas) para as carroças? Porque a distância entre as rodas das carroças deveria servir para as estradas antigas da Europa, que tinham esta medida. E por que tinham esta medida? Porque essas estradas foram abertas pelo antigo império romano, quando de suas conquistas, e tinham as medidas baseadas nas antigas bigas romanas. E por que as medidas das bigas foram definidas assim? Porque foram feitas para acomodar dois traseiros de cavalos! Finalmente... O ônibus espacial americano utiliza dois tanques de combustível sólido SRB - (Solid Rocket Booster) que são fabricados pela Thiokol, em Utah. Os engenheiros que os projetaram queriam fazê-lo mais largo, porém tinham a limitação dos túneis das ferrovias por onde eles seriam transportados, os quais tinham suas medidas baseadas na bitola da linha. Conclusão: O exemplo mais avançado da engenharia mundial em design e tecnologia acaba sendo afetado pelo tamanho do traseiro do cavalo da Roma antiga. No mundo atual, inacreditavelmente, ainda existem países, governos, empresas e entidades diversas que também têm um monte de coisas definidas por bundões. A comparação com a atualidade é mera casualidade??
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NÃO TE ESQUEÇAS DO PRINCIPAL

NÃO TE ESQUEÇAS DO PRINCIPAL Conta a lenda que certa mulher pobre, com uma criança ao colo,passando diante de uma caverna, escutou uma voz misteriosa que dizia lá de dentro: - "Entra e apanha tudo o que desejares, mas não te esqueças do principal.. Lembra-te, porém, de uma coisa: Depois de saíres, a porta fechar-se-á para sempre!!! Portanto, aproveita a oportunidade, mas não te esqueças do principal..." A mulher entrou na caverna e encontrou muitas riquezas. Fascinada pelo ouro e pelas jóias, pôs a criança no chão e começou a juntar, ansiosamente, tudo o que podia no avental. A voz misteriosa falou novamente: - "Já só tens oito minutos..." Esgotados os oito minutos, a mulher, carregada de ouro e de pedras preciosas, correu para fora da caverna e a porta fechou-se... Lembrou-se, então, de que a criança ficara lá dentro... Mas a porta já estava fechada para sempre!!!! A riqueza durou pouco, e o desespero sempre.... Temos uns (oitenta?) anos para viver, neste Mundo, e há uma voz que nos adverte, de vez em quando: " Não te esqueças do Principal !" O principal são os valores espirituais, a família, os amigos, a vida! Mas a ganância, a riqueza, os prazeres materiais fascinam-nos tanto que o principal vai ficando sempre de lado... Assim, esgotamos o nosso tempo aqui, e deixamos de lado o essencial: " Os tesouros da Alma !" Quando a porta desta vida se fechar para nós, de nada valerão as lamentações...
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