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Afinal de contas, o que é uma Felipeta?

Originalmente, o nome filipeta referia-se a notas promissórias ou letras de câmbio sem liquidez, ou seja, sem valor econômico algum e distribuídas indiscriminadamente nas ruas da cidade do Rio de Janeiro. Seu nome tem origem num capitão do Exército de nome Filipe, envolvido no escândalo da emissão de títulos financeiros falsos na década de 50. Atualmente é um termo usado no Brasil para designar pequenos folhetos publicitários, também chamados de flyers, que têm a função de anunciar e promover eventos, serviços ou instruções numa ampla gama de aplicações. Os flyers são impressos, geralmente, em ambos os lados e visam a atingir um público determinado, visto que são distribuídos com objetivo de incentivar o comparecimento de determinada camada da população ao evento, produto ou serviço anunciado. As filipetas ou flyers diferem dos panfletos ou folhetos principalmente pela sua gramatura especial.
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Onde está o nosso limite empreendedor?

Recebi este texto do Fernando Fernandez e resolvi compartilhar com vocês: Anos atrás, ouvi a história de uma mulher que salvou seu filho da morte enquanto ele brincava na garagem de casa. A própria mãe relatou a história de como foi surpreendida pelo grito do filho e já imaginando alguma tragédia – coisa que só o sexto sentido de mãe pode explicar – correu até a garagem em que estava guardado o barco da família e viu seu filho embaixo da embarcação de quase uma tonelada. Imediatamente, ela levantou o barco, retirou seu filho e, em seguida, desmaiou. Como explicar o acontecido? Parece história de ficção, dessas com heroína de capa e tudo, mas a história é real, e aconteceu há alguns anos nos Estados Unidos. Você pode torcer o nariz e dizer: “Isso é impossível, não dá para levantar tanto peso sozinha”. Talvez você não acredite que uma mulher franzina tenha levantado um barco tão pesado, porém, o fato é que nós desconhecemos qual é o nosso verdadeiro limite e qual é a nossa força. Talvez nunca venhamos a descobrir plenamente qual o “tamanho” desse potencial, a única coisa que temos certeza é de que usamos muito menos do que realmente poderíamos. Você também já deve ter visto em algum telejornal a história daquela criança que ficou vários dias sem comer e beber após ficar presa em conseqüência de um terremoto. O fato de você não conhecer algo não significa que não seja possível. Tanto a mãe que levantou o barco, quanto a criança, utilizaram, inconscientemente, seus poderes latentes. Imagine se a mãe ao ver seu filho sendo esmagado pelo barco, perguntasse: “Será que eu consigo?”, ou então, “Acho que vou chamar o resgate”. É certo que ela jamais conseguiria. A dúvida sobre nossas capacidades é nossa pior inimiga, pois faz você levar uma vida medíocre. Acredite que você tem dentro de si o poder realizar muito mais em sua vida, de fazer coisas fantásticas, de mudar o mundo se assim desejar. Se você ainda não conseguiu realizar tudo o que quer na sua vida, então falta a você o mesmo senso de urgência e certeza que aquela mãe teve ao salvar seu filho. Falta “apenas” a paixão necessária para fazer você tomar novas atitudes para superar seus medos e com isso ultrapassar seus limites. Não importa se você precisa superar grandes ou pequenos obstáculos, o mais importante é, que você tenha determinação e fé para fazer melhor a cada dia. E como dizia o escritor e filosofo de negócios norte-americano Jim Rohn: “As únicas limitações que temos, são as limitações auto-impostas”.
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Nunca acredite no impossível

A lógica de Einstein Duas crianças estavam patinando num lago congelado da Alemanha. Era uma tarde nublada e fria, e as crianças brincavam despreocupadas. De repente, o gelo se quebrou e uma delas caiu, ficando presa na fenda que se formou. A outra, vendo seu amiguinho preso e se congelando, tirou um dos patins e começou a golpear o gelo com todas as suas forças, conseguindo por fim quebrá-lo e libertar o amigo. Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino: - Como você conseguiu fazer isso? É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo, sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis! Nesse instante, o gênio Albert Einstein que passava pelo local, comentou: - Eu sei como ele conseguiu. Todos perguntaram: - Pode nos dizer como? - É simples, respondeu o Einstein. - Não havia ninguém ao seu redor, para lhe dizer que não seria capaz. "Deus nos fez perfeitos e não escolhe os capacitados, capacita os escolhidos". Fazer ou não fazer algo, só depende de nossa vontade e perseverança. (Albert Einstein) Conclusão: Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam, é problema deles!

Foco no principal

(Sentados à beira do rio, dois pescadores seguram suas varas à espera de um peixe. De repente, gritos de crianças trincam o silêncio. Os dois se assustam. Olham para a frente, olham para trás. Mas nada enxergam. Os berros continuam fortes e vêm de onde eles menos esperam. A correnteza trazia duas crianças pedindo socorro. Os pescadores pulam na água, mas mal conseguem salvá-las com muito esforço, eles então ouvem mais berros e notam mais quatro crianças debatendo-se na água. Desta vez, apenas duas são resgatadas. Aturdidos, os dois ouvem uma gritaria ainda maior. Dessa vez, oito crianças estão vindo correnteza abaixo. Um dos pescadores vira as costas ao rio e começa a ir embora. O amigo exclama: - Você está louco, não vai me ajudar? Sem deter o passo, ele responde: - Faça o que puder. Eu vou tentar descobrir quem está jogando as crianças no rio.) (Autor desconhecido)
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