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O tigre e o sábio

Um certo TIGRE, de nobre estirpe, vivia na floresta e infernizava as aldeias próximas. Aterrorizava as pessoas e atacava os animais dos currais. Por isso, o Sábio da região foi chamado para conversar com o TIGRE. Foi mostrado, então, ao felino que suas atitudes estavam totalmente erradas. Afinal, sendo de linhagem nobre, ele não poderia agir assim. Convencido pelo Sábio, o TIGRE prometeu mudar totalmente seu comportamento; e assim o fez. Passado algum tempo, o Sábio encontra o TIGRE todo machucado e maltratado. Desejando saber o motivo de sua desdita, o TIGRE relata ao Sábio que somente passara a se comportar como este lhe havia recomendado. E, desde então, até mesmo as crianças passaram a lhe maltratar, atirando-lhe pedras e paus, causando-lhe toda a sorte de ferimentos. Após ouvir o relato do TIGRE, o Sábio lhe diz: "- Nobre Tigre, eu lhe disse que deveria ser bom e gentil, como um verdadeiro nobre; mas nunca lhe disse que deixasse de MOSTRAR SEUS DENTES, quando necessário." A metáfora acima é um convite à reflexão. Quem é pela PAZ porque é de "nobre estirpe" deve considerar o seguinte. Tal como o TIGRE, não pode ficar impedido de MOSTRAR OS DENTES quando ameaçado. "Si vis pacem, para bellum." (Se desejas a paz, prepara-te para a guerra!)
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NÃO TE ESQUEÇAS DO PRINCIPAL

NÃO TE ESQUEÇAS DO PRINCIPAL Conta a lenda que certa mulher pobre, com uma criança ao colo,passando diante de uma caverna, escutou uma voz misteriosa que dizia lá de dentro: - "Entra e apanha tudo o que desejares, mas não te esqueças do principal.. Lembra-te, porém, de uma coisa: Depois de saíres, a porta fechar-se-á para sempre!!! Portanto, aproveita a oportunidade, mas não te esqueças do principal..." A mulher entrou na caverna e encontrou muitas riquezas. Fascinada pelo ouro e pelas jóias, pôs a criança no chão e começou a juntar, ansiosamente, tudo o que podia no avental. A voz misteriosa falou novamente: - "Já só tens oito minutos..." Esgotados os oito minutos, a mulher, carregada de ouro e de pedras preciosas, correu para fora da caverna e a porta fechou-se... Lembrou-se, então, de que a criança ficara lá dentro... Mas a porta já estava fechada para sempre!!!! A riqueza durou pouco, e o desespero sempre.... Temos uns (oitenta?) anos para viver, neste Mundo, e há uma voz que nos adverte, de vez em quando: " Não te esqueças do Principal !" O principal são os valores espirituais, a família, os amigos, a vida! Mas a ganância, a riqueza, os prazeres materiais fascinam-nos tanto que o principal vai ficando sempre de lado... Assim, esgotamos o nosso tempo aqui, e deixamos de lado o essencial: " Os tesouros da Alma !" Quando a porta desta vida se fechar para nós, de nada valerão as lamentações...
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Reacionário

Um amigo meu enviou este texto, o nome dele figura abaixo e achei tão bom que decidi postar aqui... Para evitar problema ao site e a ele, removi as citações de nomes e casos atuais. -------------------------------------------- Para os que me chamam de reacinário, leiam o texto abaixo antes de abrir o anexo (o anexo eu postei logo abaixo, pois aqui não teria anexo, ) , e reflitam! Sou Reacionário. Não gosto dos sem terra e de todos os outro sem. Dizem que isto e ser reacionário, mas não gosto de vê-los invadindo fazendas, indústrias, supermercados, Congresso Nacional, Assembléias Legislativas, Câmaras de Vereadores, Palácios do Executivo, parando ruas e estradas, ocupando linhas de trens, quebrando repartições públicas, tentando parar o lento progresso do Brasil. Sou Reacionário. Não gosto dos congressistas que aprovam a demarcação de áreas indígenas nas fronteiras de nosso país, maiores do que muitos países europeus, para meia dúzia de índios aculturados e (muito bem) preparados no exterior, para formar uma nação ou várias, desmembradas do Brasil. Sou Reacionário. Não gosto de índios insuflados por interesses obscuros parando explanação de engenheiros de estatais com facões, para parar o lento andar do progresso na construção de usinas hidrelétricas para geração de energia que tanto necessitamos (já tivemos apagões e teremos outros se não agilizarmos as novas construções). Sou Reacionário. Não gosto de bufões que gritam contra governos estrangeiros e vendem petróleo a eles. Não gosto de cocaleiros que estatizam empresas brasileiras sem o devido ressarcimento dos investimentos feitos em seus países. Não gosto de esquerdistas eleitos em seus países, que querem discutir contratos firmados há mais de 30 anos, em hidrelétricas construídas com dinheiro tomado emprestado pelo Brasil, e, que nós estamos pagando com juros altíssimos. Sou reacionário. Não gosto de governantes frouxos que não tomam atitudes enérgicas para impedir a espoliação de nossos investimentos externos, que compram aviões de empresas estrangeiras em detrimento das nacionais. Não gosto de governantes semi-analfabetos que acham que instrução e educação não são importantes para o povo. Não gosto de governantes que pouco trabalharam na vida, aposentados ... (fiz um pequeno corte aqui para evitar a identificação do político, que poderia causar problemas) ... e que morou em casas emprestadas por "compadres"... Sou Reacionário. Não acredito em cotas para negros e índios. Dizem que sou racista. Mas para mim racista é quem julga negros e índios incapazes de competir com os brancos em pé de igualdade. Eu acho que a cor da pele não pode servir de pretexto para discriminar, mas também não devia ser fonte para privilégios imerecidos, provocando cenas ridículas de brancos querendo se passar por negros... Sou Reacionário. Não gosto da farta distribuição de Bolsas tipo Família, Vale gás, vale isso, vale aquilo, que na realidade são moedas de troca nas eleições, para que certos partidos políticos com seu filiados (outro pequeno corte) , possam se perpetuar no poder. Sou Reacionário. Não gosto das bases de sustentação de governos eleitos de forma minoritária, com loteamento de cargos públicos e desvios de dinheiro público para partidos e seus filiados (outro pequeno corte) . Sou Reacionário. Hoje não se pode mais deixar os filhos trabalharem com idade inferior a 18 anos, mas pode deixá-los fazer sexo em casa com o(a) namorado(a), sair nas festinhas e "raves" e para beber e consumir drogas. Podem roubar e até mesmo matar, sem serem devidamente punidos pelas faltas (somente medidas sócio-educativas) cometidas, e, com 21 anos já estão de novo na rua para cometerem novos crimes. Sou Reacionário. Não sei se embrião tem vida ou não. Mas mesmo que tivesse não teria o menor remorso em sacrificar vários (que certamente serão incinerados, jogados no lixo ou vão continuar congelados enquanto alguém pagar para mantê-los assim) para salvar ou melhorar uma única vida de um jovem, de um preto, de um índio e, até mesmo, de um velho. Estou velho. Não quero ouvir mais notícias de pessoas morrendo de dengue. Tapo os ouvidos e fecho os olhos mas continuo a ouvir e ver. Não quero saber de crianças sendo arrastadas em carros por bandidos, crianças adotadas sendo maltratadas pelos pais adotivos, velhos jogados (ou amontoados) em asilos, ou de um menininha jogada pela janela em plena flor de idade. Meu coração não tem mais força para sentir emoções. Estou mais velho que o Oscar Niemeyer. Ele ainda acredita em comunismo, coisa que deixou de existir. Eu não acredito em nada. Estou cansado de quererem me culpar por não ser pobre, por ter casa, carros e outros bens, todos adquiridos com honestidade e muito trabalho (mais de 12 horas por dia, seis dias por semana), por ser amado por minha mulher e filhos. Nada mais me comove... Estou bem envelhecido. E acabo de cometer mais um erro! Ainda sou capaz de me comover e emocionar. O patriotismo de uma jovem de Joinville usando a letra do hino nacional para mostrar o seu amor pelo Brasil me comoveu. Me emocionei depois da leitura! Mesmo que ela seja a última brasileira patriota, valeu a pena viver para ler o seu texto. Por isso o estou enviando para vocês. Detesto correntes na Internet... mas agora que me tornei um velho emocionado eu vou romper com este hábito. Assistam o anexo (texto abaixo) , se, depois desta leitura ainda tiverem saco, porque vale a pena. Bom findi. Varcedi Pacheco o reacionário, indignado com as sacanagens e roubalheiras (outro pequeno corte) . Na cidade de Joinville houve um concurso de redação na rede municipal de ensino. O título recomendado pela professora foi: "dai pão a quem tem fome". Incrível, mas o primeiro lugar foi conquistado por uma menina de apenas 14 anos de idade.E ela se inspirou exatamente na letra de nosso Hino Nacional para redigir um lindo texto, que demonstra que os brasileiros verde amarelos precisam perceber o verdadeiro sentido de patriotismo. Vejam o texto dessa jovem, que vem a ser uma demonstração pura de amor à Pátria e uma lição a tantos brasileiros que já não sabem mais o que vem a ser este sentimento cívico. “Certa noite, ao entrar em minha sala de aula, vi num mapa-mundi, o nosso Brasil chorar: O que houve, meu Brasil brasileiro? _ perguntei-lhe! E ele, espreguiçando-se em seu berço esplêndido, esparramado e verdejante sobre a América do Sul, respondeu chorando, com suas lágrimas amazônicas: _ Estou sofrendo. Vejam o que estão fazendo comigo... Antes, os meus bosques tinham mais flores e meus seios mais amores. Meu povo era heróico e os seus brados retumbantes. O sol da liberdade era mais fúlgido e brilhava no céu a todo instante. Onde anda a liberdade, onde estão os braços fortes? Eu era a Pátria amada, idolatrada. Havia paz no futuro e glórias no passado. Nenhum filho meu fugia à luta. Eu era a terra adorada e dos filhos deste solo era a mãe gentil. E era gigante pela própria natureza, que hoje devastam e queimam, sem nenhum homem de coragem que às margens plácidas de algum riachinho, tenha a coragem de gritar mais alto para libertar-me desses novos tiranos que ousam roubar o verde louro de minha flâmula. E não suportando as chorosas queixas do Brasil, saí de casa e fui para o jardim. Era noite e pude ver a imagem do Cruzeiro que resplandece no lábaro que o nosso país ostenta estrelado. Pensei...conseguiremos salvar esse país sem braços fortes? Pensei mais...quem nos devolverá a grandeza que a Pátria nos traz? Voltei à sala mas encontrei o mapa silencioso e mudo, como uma criança dormindo em seu berço esplêndido.”
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Onde está o nosso limite empreendedor?

Recebi este texto do Fernando Fernandez e resolvi compartilhar com vocês: Anos atrás, ouvi a história de uma mulher que salvou seu filho da morte enquanto ele brincava na garagem de casa. A própria mãe relatou a história de como foi surpreendida pelo grito do filho e já imaginando alguma tragédia – coisa que só o sexto sentido de mãe pode explicar – correu até a garagem em que estava guardado o barco da família e viu seu filho embaixo da embarcação de quase uma tonelada. Imediatamente, ela levantou o barco, retirou seu filho e, em seguida, desmaiou. Como explicar o acontecido? Parece história de ficção, dessas com heroína de capa e tudo, mas a história é real, e aconteceu há alguns anos nos Estados Unidos. Você pode torcer o nariz e dizer: “Isso é impossível, não dá para levantar tanto peso sozinha”. Talvez você não acredite que uma mulher franzina tenha levantado um barco tão pesado, porém, o fato é que nós desconhecemos qual é o nosso verdadeiro limite e qual é a nossa força. Talvez nunca venhamos a descobrir plenamente qual o “tamanho” desse potencial, a única coisa que temos certeza é de que usamos muito menos do que realmente poderíamos. Você também já deve ter visto em algum telejornal a história daquela criança que ficou vários dias sem comer e beber após ficar presa em conseqüência de um terremoto. O fato de você não conhecer algo não significa que não seja possível. Tanto a mãe que levantou o barco, quanto a criança, utilizaram, inconscientemente, seus poderes latentes. Imagine se a mãe ao ver seu filho sendo esmagado pelo barco, perguntasse: “Será que eu consigo?”, ou então, “Acho que vou chamar o resgate”. É certo que ela jamais conseguiria. A dúvida sobre nossas capacidades é nossa pior inimiga, pois faz você levar uma vida medíocre. Acredite que você tem dentro de si o poder realizar muito mais em sua vida, de fazer coisas fantásticas, de mudar o mundo se assim desejar. Se você ainda não conseguiu realizar tudo o que quer na sua vida, então falta a você o mesmo senso de urgência e certeza que aquela mãe teve ao salvar seu filho. Falta “apenas” a paixão necessária para fazer você tomar novas atitudes para superar seus medos e com isso ultrapassar seus limites. Não importa se você precisa superar grandes ou pequenos obstáculos, o mais importante é, que você tenha determinação e fé para fazer melhor a cada dia. E como dizia o escritor e filosofo de negócios norte-americano Jim Rohn: “As únicas limitações que temos, são as limitações auto-impostas”.
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Culpado ou Inocente?

Recebi este texto de meu querido amigo Huldo Cony e julguei muito importante compartilhar ele com vocês, pela mensagem que passa: Conta uma antiga lenda que na Idade Média um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher. Na verdade, o autor do assassinato era pessoa influente do reino e por isso, desde o primeiro momento, foi preciso achar um bode expiatório para acobertar o verdadeiro assassino. O homem acusado foi levado a julgamento. Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas chances de sair vivo dessa história. O juiz, que também estava envolvido com os demais a fim de levar o pobre homem à morte, simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado para que ele provasse sua inocência. Disse o juiz: - Sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte nas mãos do Senhor. Vou escrever num pedaço de papel a palavra INOCENTE e noutro pedaço a palavra CULPADO . Você sorteará um dos papéis e aquele que sair será o seu veredicto. - O Senhor decidirá seu destino, determinou o juiz. Sem que os demais percebessem, o juiz separou os dois papéis, mas em ambos escreveu CULPADO, de maneira que, naquele instante, não existia nenhuma chance do acusado se livrar da forca. Não havia saída. Não havia alternativas para o pobre homem. O juiz colocou os dois papéis em uma mesa e mandou o acusado escolher um. O homem pensou por alguns segundos, aproximou-se da mesa, pegou um dos papéis e rapidamente colocou na boca e engoliu. Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem. O juiz então perguntou: - Mas o que você fez? E agora? Como vou anunciar o seu veredicto? Ao que o homem respondeu: - É muito fácil. Basta olhar o que está escrito no pedaço que sobrou e saberemos que escolhi e acabei de engolir o seu contrário. Imediatamente o homem foi libertado. Por mais difícil que seja uma situação, nunca deixe de acreditar e de lutar até o último instante. Seja criativo! Quando tudo parecer perdido, ouse!
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