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Preparação para o mercado. Você realmente foi preparado?

Praticamente todos os cursos superiores dizem preparar os seus egressos para o mercado de trabalho, mas ainda hoje, poucos deles preparam os profissionais para empreenderem. A maioria os torna muito bons nas competências técnicas de suas respectivas áreas de atuação, mas no mundo em que vivemos atualmente, isso não basta. Ser bom tecnicamente pode ser o suficiente para desempenhar a profissão escolhida pelo profissional, mas o cotidiano vai lhe requerer outros conhecimentos, como gestão de pessoas, gestão financeira e gestão tributária, sendo que a esmagadora maioria dos egressos de cursos superiores não tem este conhecimento e acaba por adquiri-lo da forma mais traumática, que é o método da tentativa, erro. Muitos buscam especializações para adquirirem estes conhecimentos e outros contratam profissionais que os possuem, para lhes auxiliarem, o que parece ser um caminho lógico, mas ainda assim, não é sem riscos. Infelizmente, nem todos os cursos são bons, assim como nem todos os profissionais atuando no mercado o são e há o risco de fazer escolhas ruins e terminar por realizar uma má gestão. Quando desejamos escolher um curso superior ou um programa de pós-graduação stricto senso (mestrado e doutorado), podemos usar como referência de qualidade, a nota dele no IGC, do INEP, atribuída anualmente, que pode ser localizada em http://portal.inep.gov.br/educacao-superior/indicadores/indice-geral-de-cursos-igc . O IGC varia de 1 até 5 e um desempenho ruim pode levar inclusive ao descredenciamento da instituição de ensino. Imaginem o valor para o mercado, de um diploma emitido por uma instituição descredenciada... O pior é que muitos alunos não levam a sério a prova do ENADE, muitas vezes respondendo às perguntas de forma errada, com a intenção de errar. Eles acham que estarão promovendo uma "vingança" contra a instituição de ensino, em função de fatos que os deixaram insatisfeitos, mas na verdade, estão prejudicando a eles mesmos, pois quanto menor o conceito da IES (Instituição de Ensino Superior), menor o "valor" do diploma deles! Adicionalmente, se a preocupação for apenas com a qualidade de um programa de pós-graduação stricto senso (mestrado e doutorado) podemos utilizar os conceitos atribuídos pela CAPES, que recomenda apenas os cursos que tenham obtido nota igual ou superior a "3", disponíveis em http://www.capes.gov.br/avaliacao/dados-do-snpg/cursos-recomendados-reconhecidos . As notas da CAPES variam de 1 até 7! O interessante aqui é o fato de existirem 5.691 cursos de pós-graduação no Brasil, mas apenas 3.806 (66,88%) serem recomendados pela CAPES, ou seja, 33,12% deles não conseguiram nota para a recomendação. Mas e quanto aos cursos de latu senso (especialização)? Bem, estes não possuem nenhum tipo de avaliação e aí há espaço para os cursos ruins se colocarem, fazendo seus alunos desperdiçarem dinheiro e tempo em algo que não lhes será útil para nada, além do relacionamento com novas pessoas da área. Aqui vale destacar as louváveis iniciativas de alguns conselhos de classe que analisam cursos de suas competências técnicos e os reconhecem, ou não, conforme seus critérios, como são os casos do CFO e do CFP. Porém nenhuma entidade, até o momento, avaliou os cursos de gestão de consultórios, escritórios, etc. Conseguimos claramente identificar profissões onde o ato de empreender é muito comum e portanto tendem a sofrer mais com esta deficiência, como é o caso das áreas da saúde que costumam montar seus consultórios pessoais (médicos, enfermeiros e odontólogos), além dos psicólogos que montam seus consultórios, educadores físicos que atuam como "personal trainners" e advogados que montam escritórios. Apesar de serem profissionais de áreas distintas, todos correm o risco de não terem obtido em suas formações as competências necessárias para o empreendedorismo. Desta forma, anualmente, temos novos profissionais ingressando no mercado e iniciando suas atividades sem a noção de como devem proceder para o recolhimento de seus impostos, como funciona a contratação de quem irá secretariá-los, nem como gerir seus negócios. Ainda que sejam excelentes profissionais nos quesitos técnicos, pecam na gestão e acabam por ser exemplos de muito conhecimento e pouco sucesso financeiro. Tipo de pessoa muito comum hoje em dia, mas realmente não precisaria ser assim, bastaria que contassem com a orientação de bons profissionais. Aí recaímos em outro problema. Como localizar os bons? Pois é, esta tarefa não é das mais fáceis, principalmente para quem está ingressando no mercado... Lógico que não são apenas os entrantes que enfrentam problemas, ainda há os antigos, que em função da orientação de maus profissionais, realizam procedimentos errados ao longo de anos e quando descobrem o erro, acabam por ver uma parte razoável de seus ganhos ir embora em função deles... Em artigos futuros pretendo abordar este assunto da gestão do negócio próprio em maior profundidade, até o próximo!
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Afinal de contas, o que é uma Felipeta?

Originalmente, o nome filipeta referia-se a notas promissórias ou letras de câmbio sem liquidez, ou seja, sem valor econômico algum e distribuídas indiscriminadamente nas ruas da cidade do Rio de Janeiro. Seu nome tem origem num capitão do Exército de nome Filipe, envolvido no escândalo da emissão de títulos financeiros falsos na década de 50. Atualmente é um termo usado no Brasil para designar pequenos folhetos publicitários, também chamados de flyers, que têm a função de anunciar e promover eventos, serviços ou instruções numa ampla gama de aplicações. Os flyers são impressos, geralmente, em ambos os lados e visam a atingir um público determinado, visto que são distribuídos com objetivo de incentivar o comparecimento de determinada camada da população ao evento, produto ou serviço anunciado. As filipetas ou flyers diferem dos panfletos ou folhetos principalmente pela sua gramatura especial.
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O objetivo das empresas não é o lucro

Este é um assunto muito interessante de debatermos, pois quando faço a pergunta sobre qual é o objetivo das empresas a grupos de pessoas, mais de 90% respondem que é obter lucro. Ocorre que esta não é a resposta certa, pois o objetivo das empresas não é o lucro, obviamente ele faz parte, mas não exclusivamente o objetivo delas. Para entender melhor isso precisamos definir alguns pontos. O que é uma empresa? Conceituando Segundo Peter Druker , é, basicamente, “ uma estrutura relacional humana e não deve ser confundida com seus ativos, sejam quais forem ”. Foi definido que as empresas devem possuir personalidade jurídica, de onde surgem as pessoas jurídicas. Mas o que são pessoas jurídicas? De acordo com os artigos 40 a 69, do Código Civil Brasileiro (Lei 10.406/2002), podemos identificar que pessoa jurídica é “ a figura jurídica idealizada capaz de direitos e deveres na ordem civil. Pode ser formada por pessoas naturais ou por bens. As pessoas jurídicas são de direito público, interno ou externo e de direito privado.” Ainda segundo o Saber Jurídico ( www.saberjuridico.com.br ) a pessoa jurídica é “ aquela que sendo incorpórea, é compreendida por uma entidade coletiva ou artificial, legalmente organizada, com fins políticos, sociais, econômicos e outros, a que se destine, com existência autônoma, independente dos membros que a integram. É sujeita ativa ou passivamente, a direitos e obrigações. As pessoas jurídicas classificam-se de acordo com a sua natureza, constituição e finalidades, em pessoas jurídicas de Direito Público (União, Estados, Distrito Federal e Municípios) e pessoas jurídicas de Direito Privado (sociedades civis, sociedades comerciais, fundações, etc). ” Bem, desta simples definições já podemos inferir que nem todas as pessoas jurídicas visam ao lucro. Imaginem se um hospital público fosse visar ao lucro, como ficaria a saúde das pessoas mais pobres, que já não considerada boa… Ok, então daqui em diante passaremos a tratar de empresa como sendo as pessoas jurídicas de direito privado, apenas. Claro que ainda há outra distinção a fazer, pois existem as empresas com fins lucrativos e sem fins lucrativos. Então, qual a diferença entre elas? A diferença é sútil ao contrário do que muitas pessoas pensam. O fato de uma empresa ser sem fins lucrativos, não significa que ela não gere lucro, apenas significa que os lucros gerados por ela não podem ser distribuídos na forma de dividendos para as seus sócios/acionistas, devendo ser integralmente reinvestidos no negócio. Já as empresas com fins lucrativos são as que distribuem os seus lucros aos sócios/acionistas. Aqui separarei as sem fins lucrativos , chamando-as de entidades e as com fins lucrativos serão as nossas empresas . Desta forma então, definiremos como empresa, para fins desta discussão a pessoa jurídica com fins lucrativos e com o objetivo de exercer alguma atividade particular, produzindo e oferecendo bens e/ou serviços, com o objetivo de atender a alguma necessidade humana. Composição De acordo com a definição do tópico anterior, podemos identificar a composição de uma empresa como sendo o conjunto de sócios/acionista que detém a propriedade de suas cotas/ações com direito a voto . Desta forma e em função de sua composição, podemos inferir que este conjunto de pessoas, que colocou suas economias na empresa possuía algum objetivo com isso e portanto, por serem eles quem detém o direito a voto na empresa, esta naturalmente buscará alcançar os objetivos deles. Aqui então já podemos passar ao próximo tópico. Por que alguém investe em uma empresa? Imagine que você tenha dinheiro sobrando em casa e esteja decidindo o que fazer com ele. Você colocá-lo na caderneta de poupança, num fundo de renda fixa, fundo de renda variável, investir na bolsa de valores, ou montar uma empresa nova. Qual seria a sua decisão? Dependerá de quem lhe der o melhor retorno. Repare que não estou falando de lucro, mas de retorno e já deixarei clara a diferença. Retorno Como retorno definimos o valor que um investimento qualquer nos paga, Digamos que coloque o seu dinheiro na caderneta de poupança. Você obterá um retorno de 6,17% no ano, ou seja, se você tivesse $ 100.000, obteria um retorno de $ 6.170. Note que há uma diferença grande entre retorno e lucro, pois para retorno não levamos em consideração quanto nos custou para realizar o investimento . Por exemplo, suponha que investirmos $ 100.000 em um ativo e tivermos um custo de $ 2.000 nesta operação. Após determinado período retiramos o montante total de $ 101.200. Podemos afirmar que o nosso retorno foi de $ 1.200, ainda que o resultado da operação tenha sido um prejuízo de $ 800, uma vez que gastamos $ 2.000 para receber $ 1.200. Lucro Se colocar o seu dinheiro em um RDB pré-fixado com taxa de 8% ao ano, obterá um retorno de $ 8.000, deduzido o Imposto de Renda de 15% dele, ficará com um lucro de $ 6.800. É pouca coisa superior ao da caderneta de poupança, mas é superior. Repare que definimos lucro como sendo o excedente produzido por um investimento após a dedução de seus custos . Desta forma, caso você invista os seus $ 100.000 em uma empresa e ao final do ano esta empresa apresente um lucro (Receitas – Despesas – Custos) de 4,5%, ou seja, de $ 4.500, poderemos chamar isso de lucro? Claro que sim, investimos $ 100.000, geramos receitas, pagamos custos e despesas e após todos estes ainda nos sobrou um excedente de $ 4.500. Em outras palavras, no ano passado tinhamos $ 100.000, agora temos $ 104.500, graças ao nosso lucro. Você estaria satisfeito com este lucro de $ 4.500? Naturalmente que não, pois teria ganho $ 6.170 investindo na caderneta de poupança, ou $ 6.800 no título de renda fixa. O que podemos constatar aqui? Que você teve lucro, pois gerou um excedente de $ 4.500, mas no final das contas, deixou de ganhar dinheiro (é bem verdade que não perdeu, mas deixou de ganhar), por ter realizado o pior dos três investimentos. Sabendo que isto aconteceria, você investiria nesta empresa? Naturalmente que não. Caso já sócio da empresa e esta situação fosse comum nela, você permaneceria de sócio dela? Também não. Tendo poder nas decisões da empresa, você tentaria fazer algo para garantir que não deixaria de ganhar dinheiro? Claro que sim. Na condição de sócio você teria condições de influenciar nas decisões da empresa? Sim Considerando que a empresa não atua com estratégia em desacordo com a de seus sócios, até mesmo porque são estes que definem a estratégia dela, podemos afirmar que as empresas buscam os objetivos de seus sócios? Claro que sim. Então podemos afirmar que o objetivo das empresas é o objetivo de seus sócios? Novamente, sim. Também podemos afirmar, com base nas afirmações e cálculos anteriores, que o objetivo dos sócios não é apenas o lucro? Sim denovo, pois o sócio não ficaria satisfeito em ganhar $ 4.500, quando poderia ter um ganho $ 6.800. Ora, se o objetivo das empresas é o objetivo de seus sócios e o objetivo deles não é o lucro, podemos inferir que o objetivo das empresas não é o lucro ! Mas afinal de contas então, qual o objetivo das empresas? Maximização de Riquezas Segundo Lawrence J. Gitman “ O objetivo da empresa e portanto, de todos os seus administradores e empregaods, consiste em maximizar a riqueza dos proprietários em cujo nome é operada. ” Qual lógica temos por trás disso? Simples, no exemplo de investimentos anterior em qual você investiria os seus $ 100.000? Investimento Retorno Resultado Situação Caderneta de Poupança $ 6.170 Lucro de $ 6.170 Deixou de ganhar $ 630 RDB pré-fixado $ 8.000 Lucro de $ 6.800 Ganho máximo Ativo $ 1.200 Prejuízo de $ 800 Perdeu $ 800, além de deixar de ganhar $ 6.800. Nesta simples tabela podemos identificar a diferença dos conceitos: Obtivemos retorno positivo em todos eles, portanto se nosso objetivo fosse obter retorno, não haveria diferença entre eles na hora de investir; Obtivemos lucro nos dois primeros, neste caso sendo o lucro o nosso objetivo aprovaríamos qualquer um deles; O maior ganho foi obtido apenas no segundo, neste caso ele seria o único investimento aprovado caso nosso objetivo fosse a maximização de riquezas. Lucro é um conceito simples, onde $ 0,01 pode ser lucro, já maximização de riquezas é um conceito mais amplo! Enquanto na avaliação de lucro consideramos apenas o resultado de um determinado período, na maximização de riquezas costumamos trabalhar com horizontes mais longos, aceitando inclusive incorrer em prejuízos momentâneos para a geração de resultados futuros mais vantajosos. Portanto consideramos como componentes da maximização de riquezas os seguintes fatores: potencial de lucro; tecnologia absorvida; preço de mercado da empresa; imagem da empresa e de seus produtos; qualidade dos produtos/serviços produzidos pela empresa; participação no mercado; estratégias financeiras; equipe (pessoal). Prova disso é que existem exemplos de empresas que mesmo em momentos que sofram prejuízos, tem seu valor de mercado aumentado, desta forma maximizando a riqueza de seus proprietários, pois não podemos esquecer que a riqueza dos proprietários não é medida apenas pela distribuição de lucros que recebem, mas também pelo valor de suas cotas/ações da empresa. Em que consiste a maximização de riquezas, então? A maximização de riquezas consiste em obtermos o máximo lucro possível a um dado nível de risco. Analisando a tabela anterior não poderíamos simplesmente afirmar que na realidade o objetivo da empresa é a maximização de lucro? Não e eu explico adiante. Maximização de Lucro Ainda que muitos acreditem ser este o objetivo das empresas, ele não o é. Se o fosse, segundo Laurence J. Gitman “o administrador financeiro somente praticaria atos que  tendessem a fazer uma grande contribuição para os lucros totais da empresa. Dentre cada conjunto de alternativaas considerado, o administrador financeiro escolheria o que devesse resultar em maior resultado monetário. ” Mas então, porque esta não é uma forma boa de definir o objetivo? Como o próprio Gitman menciona, ele possui três problemas muito grandes: o lucro é medido sem que levemos em consideração o momento de ocorrência de seus retornos, como se não houvesse variação do valor do dinheiro no tempo. Atente que no Demonstrativo de Resultado do Exercícios (oriundo da Contabilidade da empresa), constam valores de retornos do ano fiscal inteiro, sendo tratados de forma igual, independentemente de um recebimento haver ocorrido em Janeiro e o outro em Dezembro; não são considerados para a determinação do lucro os fluxos de caixa disponíveis para os sócios/acionistas, ou seja, ainda que indiquemos a existência de lucro, não há garantia de que haverá o valor monetário dele disponível; não há consideração alguma do risco envolvido no negócio. Ainda que no item1., possamos contra argumentar que os juros obtidos com o investimento dos recursos recebidos no início do ano também estarão constando do demonstrativo, ele despreza completamente o custo de oportunidade. Risco A maximização do lucro ainda ignora, conforme o item 3. acima, o risco, que segundo Laurence J. Gitman é “ a possibilidade de divergência entre os resultados reais e os esperados. ” Pessoalmente prefiro definir risco de uma forma mais genérica, como sendo “ a probabilidade de nossas expectativas serem frustradas, sejam elas quais forem. ” Na área financeiro estuda-se que sempre há um equilíbrio entre risco e retorno, ou seja, quanto maior o risco envolvido na operação, maior será o retorno obtido nela. Desta forma podemos inferir que jamais faremos investimentos mais arriscados, sem que nos seja oferecida uma remuneração maior, para compensar o risco. Ainda podemos concluir, que sendo a maximização do lucro o objetivo da empresa, seriam realizados investimentos cada vez mais arriscados, para que fosse sempre obtido o lucro máximo e nem sempre esta é a vontade dos sócios/acionistas. Como a maximização de lucros não leva em conta esta questão de risco, podemos afirmar que ela não atenda aos objetivos dos prorpietários da empresa e portanto, não deva ser utilizada, ou como afirma Laurence J. Gitman “ Por não atender aos objetivos dos proprietários da empresa, a maximização do lucro não deve ser o objetivo principal do administrador financeiro. ” Como funciona isso então? Como a sensibilidade ao risco é particular de cada pessoa, caberá aos proprietários da empresa definirem o nível de risco que aceitam correr e aos administradores dela, identificar quais investimentos atendem a estas condições e dentre estes os que oferecem o maior retorno, para que apenas eles sejam os eleitos, desta forma maximizando a riqueza de seus proprietários. Seleção dos investimentos A seleção dos investimentos passa pela identificação de todos disponíveis no mercado, para a posterior seleção dos que melhor atenderem aos interesses da empresa, ou em outras palavras, aos interesses dos proprietários da empresa. Como fazemos isso? Suponhamos que hajam apenas três investimentos disponíveis no mercado (exemplo simplório, mas suficiente para passar a lógica) e que os seus riscos e retornos estejam previstos no gráfico abaixo: Neste caso simples identificamos haver dois investimentos com menor risco: 2 e 3 dois investimentos com maior retorno: 1 e 3 Qual você escolheria? Aquele que fosse maximizar a sua riqueza, ou seja, o de máximo retorno a um dado nível de risco: 3 Os outros não gerariam lucro? Sim, mas a melhor opção é o 3, por ser o que gerá o maior retorno, possuindo o menor risco. Aqui chegamos na teoria da fronteira eficiente idealizada por Harry Markowitz em 1952, segundo a qual devemos escolher apenas os investimentos que estejam nesta fronteira, pois serão os únicos a maximizar nossa riqueza. Ainda que o modelo de Markowitz tenha sido desenvolvido para investimentos em ações, ele aplica-se perfeitamente no nosso exemplo. Conclusão Analisadas as características da composição das empresas e dos retornos de investimentos, fica muito claro que o objetivo das empresas não limita-se ao foco no lucro, mas sim, no foco em muitas outras variáveis, sendo portanto o mais correto afirmar que o objetivo das empresas é a maximização da riqueza de seus proprietários !
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Sua empresa é maluca? Talvez devesse ser...

Esta his(es)tória de difícil comprovação, está circulando pela internet, mas mesmo que não seja verdadeira, seu conteúdo serve para uma boa reflexão...

A influência do meio no comportamento

Analisem bem esta foto e me digam se o meio não influencia no corportamento... Não venham me dizer que foi o adestrador que ensinou ao cachorro como se posicionar, nem um policial. Quantas vezes ele deve ter presenciado este procedimento para aprender???
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Ninguém é Insubstituível?

Recebi por e-mail, mas mantenho a fonte original. (por Celia Spangher) Na sala de reuniões de uma multinacional, o CEO* nervoso fala com sua equipe de gestores. Agita as mãos mostra gráficos e olhando nos olhos de cada um ameaça: 'ninguém é insubstituível' . A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio. Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada. De repente um braço se levanta e o CEO se prepara para triturar o atrevido: - Alguma pergunta? - Tenho sim. E o Beethoven? - Como? - o CEO encara o gestor confuso. - O senhor disse que ninguém é insubstituível. Então me diga quem substitui o Beethoven? Silêncio. Ouvi essa estória esses dias contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso. Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que quando sai um é só encontrar outro para por no lugar. Quem substitui Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Dorival Caymmi? Garrincha? Michael Phelps? Santos Dumont? Monteiro Lobato?Faria Lima ? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Todos esses talentos marcaram a História fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem - ou seja - fizeram seu talento brilhar. E portanto são sim insubstituíveis. Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar 'seus gaps'. Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo, se Picasso era instável, Caymmi preguiçoso, Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico. O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos. Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do êxito de seu projeto. Se você ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo e Gisele Bundchen por ter nariz grande. E na sua gestão o mundo teria perdido todos esses talentos.. (*) Chief Executive Officer (Diretor Executivo)
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O tigre e o sábio

Um certo TIGRE, de nobre estirpe, vivia na floresta e infernizava as aldeias próximas. Aterrorizava as pessoas e atacava os animais dos currais. Por isso, o Sábio da região foi chamado para conversar com o TIGRE. Foi mostrado, então, ao felino que suas atitudes estavam totalmente erradas. Afinal, sendo de linhagem nobre, ele não poderia agir assim. Convencido pelo Sábio, o TIGRE prometeu mudar totalmente seu comportamento; e assim o fez. Passado algum tempo, o Sábio encontra o TIGRE todo machucado e maltratado. Desejando saber o motivo de sua desdita, o TIGRE relata ao Sábio que somente passara a se comportar como este lhe havia recomendado. E, desde então, até mesmo as crianças passaram a lhe maltratar, atirando-lhe pedras e paus, causando-lhe toda a sorte de ferimentos. Após ouvir o relato do TIGRE, o Sábio lhe diz: "- Nobre Tigre, eu lhe disse que deveria ser bom e gentil, como um verdadeiro nobre; mas nunca lhe disse que deixasse de MOSTRAR SEUS DENTES, quando necessário." A metáfora acima é um convite à reflexão. Quem é pela PAZ porque é de "nobre estirpe" deve considerar o seguinte. Tal como o TIGRE, não pode ficar impedido de MOSTRAR OS DENTES quando ameaçado. "Si vis pacem, para bellum." (Se desejas a paz, prepara-te para a guerra!)
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A bitola e a atualidade

A bitola e a atualidade Aqui está o mais puro exemplo de como temos, muitas vezes, de nos adaptar a s atitudes tomadas no passado: A bitola das ferrovias (distância entre os dois trilhos) nos Estados Unidos é de 4 pés e 8,5 polegadas. Por que esse número foi utilizado? Porque era esta a bitola das ferrovias inglesas e, como as americanas, foram construídas pelos ingleses, esta foi a medida utilizada. Por que os ingleses usavam esta medida? Porque as empresas inglesas que construíam os vagões eram as mesmas que, antes das ferrovias, construíam as carroças e utilizavam as mesmos ferramentas. Por que das medidas (4 pése 8,5 polegadas) para as carroças? Porque a distância entre as rodas das carroças deveria servir para as estradas antigas da Europa, que tinham esta medida. E por que tinham esta medida? Porque essas estradas foram abertas pelo antigo império romano, quando de suas conquistas, e tinham as medidas baseadas nas antigas bigas romanas. E por que as medidas das bigas foram definidas assim? Porque foram feitas para acomodar dois traseiros de cavalos! Finalmente... O ônibus espacial americano utiliza dois tanques de combustível sólido SRB - (Solid Rocket Booster) que são fabricados pela Thiokol, em Utah. Os engenheiros que os projetaram queriam fazê-lo mais largo, porém tinham a limitação dos túneis das ferrovias por onde eles seriam transportados, os quais tinham suas medidas baseadas na bitola da linha. Conclusão: O exemplo mais avançado da engenharia mundial em design e tecnologia acaba sendo afetado pelo tamanho do traseiro do cavalo da Roma antiga. No mundo atual, inacreditavelmente, ainda existem países, governos, empresas e entidades diversas que também têm um monte de coisas definidas por bundões. A comparação com a atualidade é mera casualidade??
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NÃO TE ESQUEÇAS DO PRINCIPAL

NÃO TE ESQUEÇAS DO PRINCIPAL Conta a lenda que certa mulher pobre, com uma criança ao colo,passando diante de uma caverna, escutou uma voz misteriosa que dizia lá de dentro: - "Entra e apanha tudo o que desejares, mas não te esqueças do principal.. Lembra-te, porém, de uma coisa: Depois de saíres, a porta fechar-se-á para sempre!!! Portanto, aproveita a oportunidade, mas não te esqueças do principal..." A mulher entrou na caverna e encontrou muitas riquezas. Fascinada pelo ouro e pelas jóias, pôs a criança no chão e começou a juntar, ansiosamente, tudo o que podia no avental. A voz misteriosa falou novamente: - "Já só tens oito minutos..." Esgotados os oito minutos, a mulher, carregada de ouro e de pedras preciosas, correu para fora da caverna e a porta fechou-se... Lembrou-se, então, de que a criança ficara lá dentro... Mas a porta já estava fechada para sempre!!!! A riqueza durou pouco, e o desespero sempre.... Temos uns (oitenta?) anos para viver, neste Mundo, e há uma voz que nos adverte, de vez em quando: " Não te esqueças do Principal !" O principal são os valores espirituais, a família, os amigos, a vida! Mas a ganância, a riqueza, os prazeres materiais fascinam-nos tanto que o principal vai ficando sempre de lado... Assim, esgotamos o nosso tempo aqui, e deixamos de lado o essencial: " Os tesouros da Alma !" Quando a porta desta vida se fechar para nós, de nada valerão as lamentações...
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Pequenas Igrejas... Grandes Negócios...

É incrível a quantidade de pequenas Igrejas que surgem por aqui, sendo que o mais interessante são as propostas delas. Pessoas sem nenhum histórico de religiosidade se juntam a eles e se tornam "pastores" da noite para o dia, aí o que interessa é o faturamento da igreja. Eles têm cotas de faturamento, como empresas e precisam comprová-las para os seus bispos, caso contrário "perdem" a paróquia para outro "pastor". Um profissional foi contratado para configurar um servidor de uma destas paróquias. Uma casa pequena, mas que fatura mais do que muita pequena empresa. A cada reunião ("missa") eles faturam em torno de R$ 12.000,00 e tem uma por hora. O pastor ganha R$ 10.000,00 por mês (mais do que alguns executivos) e o resto vai para o bispo. Este negócio gera mais dinheiro do que muita empresa cheia de funcionários... Em muitas delas o povo fica sendo enganado o tempo todo e as autoridades nada fazem, até mesmo porque como comprovar se uma religião é "quente" ou "fria"? A única coisa que podemos afirmar é que a cada dia surge uma nova religião e que elas estão dando MUITO dinheiro... Acontece o mesmo nas cidades de vocês??
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Importante e imprescindível

Nirso O gerente de vendas recebeu o seguinte fax de um dos seus novos vendedores: "Seo Gomis o criente de Belzonte pidiu mais cuatrucenta pessa. Faz favor toma as providenssa, Abrasso, Nirso." Aproximadamente uma hora depois, recebeu outro: "Seo Gomis, os relatório di venda vai xega atrazado proque to fexando umas venda. Temo que manda treis miu pessa. Amanhã tô xegando. Abrasso, Nirso." No dia seguinte: "Seo Gomis, num xeguei pucausa de que vendi maiz deis miu em Beraba. To indo pra Brazilha. Abrasso, Nirso." No outro: "Seo Gomis, Brazilha fexo 20 miu. Vo pra Frolinoplis e de lá pra Sum Paulo no vinhão das cete hora. Abrasso, Nirso". E assim foi o mês inteiro. O gerente, muito preocupado com a imagem da empresa, levou ao presidente as mensagens que recebeu do vendedor. O presidente, um homem muito preocupado com o desenvolvimento da empresa e com a cultura dos funcionários, escutou atentamente o gerente e disse: - Deixa comigo, que eu tomarei as providências necessárias. E tomou. Redigiu de próprio punho um aviso e afixou no mural da empresa, juntamente com as mensagens de fax do vendedor: "A parti de oje nois tudo vamo fazê feito o Nirso. Si priocupá menos em iscrevê serto, mod vendê maiz. Acinado, O Prizidenti ." MORAL: Muitas coisas são importantes, mas nunca podemos descuidar do imprescindível, que são os resultados. O Nirso atingiu os resultados, por isso não perdeu o emprego por não saber falar.
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Planejamento Empresarial

Planejamento Empresarial - Princípio, Meio e Fim No início, existia um Plano... E então vieram as Premissas... E as Premissas não tinham forma... E o Plano não tinha substância... E a escuridão cobriu a face dos Funcionários. Entao eles disseram entre si: "- É um balde de merda, e ele fede." E os Funcionários foram aos seus Supervisores e disseram: "- É um pote de excremento animal, e não podemos viver com o cheiro." E os Supervisores foram aos seus Gerentes dizendo: "- É uma caixa de adubo, e ele é muito forte, de forma que não podemos suportá-lo." E os Gerentes foram aos seus Diretores dizendo: "- É um recipiente de fertilizante, e não podemos resistir a sua força." E os Diretores comentaram entre si: "- Ele contém aquilo que ajuda as plantas a crescerem, e é muito forte." E os Diretores foram aos Vice-Presidentes dizendo a eles: "- Ele promove crescimento, e é muito poderoso." E os Vice-Presidentes foram ao Presidente dizendo a ele: "- Esse novo plano irá ativamente promover crescimento e vigor para a Empresa, com efeitos muito poderosos." O Presidente olhou para o plano, e disse que ele era muito bom... E o plano virou Política da Empresa. E é assim que a merda acontece.
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As aparências enganam

Que tipo de empresário você preferiria ser? Pitbull ou Salsicha? Em alguns setores a agressividade é importante e muitos responderiam Pitbull, mas você sabia que o Salsicha é mais agressivo? Cão salsicha é o mais feroz do mundo, diz pesquisa Qual é o cão mais feroz do mundo? Pensou nas raças Pitt Bull ou Rottweiler? Então errou. De acordo com uma pesquisa feita pela publicação científica Applied Animal Behavior Science , e divulgada pela BBC , o cão mais feroz do mundo é o Dachshund, mais conhecido como "cão salsicha". Segundo a pesquisa, um entre cinco "salsichas" já tentou atacar ou atacou estranhos, e um entre 12, já avançou nos próprios donos. O levantamento, feito com 6 mil donos de 30 raças de cães diferentes, constatou que as raças com mais tendência a atacar humanos são Dachshund e chihuahua. Já os cachorros menos agressivos são os das raças Golden Retriever, labradores, são bernardos, britanny Spaniel e Greyhound. As raças mais temidas, como os Pitt bulls e rottweillers, ficaram na média de agressividade canina contra estranhos. A má fama destas raças se dá ao fato de os ataques destes cães causam ferimentos mais graves, dizem os especialistas. E apesar de toda imponência das raças maiores, os pequenos cães costumam ser os mais agressivos. O que diferencia a pesquisa publicada pela Applied Animal Behavior Science das demais, é que ela não associa a agressividade canina necessariamente à mordida, informou a BBC . Confira as dez raças mais ferozes: 1. Dachshund 2. Chihuahua 3. Jack Russell Terrier 4. Akita 5. Pastor australiano 6. Pit Bull 7. Beagle 8. Springer Spaniel inglês 9. Border Collie 10. Pastor alemão
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Reacionário

Um amigo meu enviou este texto, o nome dele figura abaixo e achei tão bom que decidi postar aqui... Para evitar problema ao site e a ele, removi as citações de nomes e casos atuais. -------------------------------------------- Para os que me chamam de reacinário, leiam o texto abaixo antes de abrir o anexo (o anexo eu postei logo abaixo, pois aqui não teria anexo, ) , e reflitam! Sou Reacionário. Não gosto dos sem terra e de todos os outro sem. Dizem que isto e ser reacionário, mas não gosto de vê-los invadindo fazendas, indústrias, supermercados, Congresso Nacional, Assembléias Legislativas, Câmaras de Vereadores, Palácios do Executivo, parando ruas e estradas, ocupando linhas de trens, quebrando repartições públicas, tentando parar o lento progresso do Brasil. Sou Reacionário. Não gosto dos congressistas que aprovam a demarcação de áreas indígenas nas fronteiras de nosso país, maiores do que muitos países europeus, para meia dúzia de índios aculturados e (muito bem) preparados no exterior, para formar uma nação ou várias, desmembradas do Brasil. Sou Reacionário. Não gosto de índios insuflados por interesses obscuros parando explanação de engenheiros de estatais com facões, para parar o lento andar do progresso na construção de usinas hidrelétricas para geração de energia que tanto necessitamos (já tivemos apagões e teremos outros se não agilizarmos as novas construções). Sou Reacionário. Não gosto de bufões que gritam contra governos estrangeiros e vendem petróleo a eles. Não gosto de cocaleiros que estatizam empresas brasileiras sem o devido ressarcimento dos investimentos feitos em seus países. Não gosto de esquerdistas eleitos em seus países, que querem discutir contratos firmados há mais de 30 anos, em hidrelétricas construídas com dinheiro tomado emprestado pelo Brasil, e, que nós estamos pagando com juros altíssimos. Sou reacionário. Não gosto de governantes frouxos que não tomam atitudes enérgicas para impedir a espoliação de nossos investimentos externos, que compram aviões de empresas estrangeiras em detrimento das nacionais. Não gosto de governantes semi-analfabetos que acham que instrução e educação não são importantes para o povo. Não gosto de governantes que pouco trabalharam na vida, aposentados ... (fiz um pequeno corte aqui para evitar a identificação do político, que poderia causar problemas) ... e que morou em casas emprestadas por "compadres"... Sou Reacionário. Não acredito em cotas para negros e índios. Dizem que sou racista. Mas para mim racista é quem julga negros e índios incapazes de competir com os brancos em pé de igualdade. Eu acho que a cor da pele não pode servir de pretexto para discriminar, mas também não devia ser fonte para privilégios imerecidos, provocando cenas ridículas de brancos querendo se passar por negros... Sou Reacionário. Não gosto da farta distribuição de Bolsas tipo Família, Vale gás, vale isso, vale aquilo, que na realidade são moedas de troca nas eleições, para que certos partidos políticos com seu filiados (outro pequeno corte) , possam se perpetuar no poder. Sou Reacionário. Não gosto das bases de sustentação de governos eleitos de forma minoritária, com loteamento de cargos públicos e desvios de dinheiro público para partidos e seus filiados (outro pequeno corte) . Sou Reacionário. Hoje não se pode mais deixar os filhos trabalharem com idade inferior a 18 anos, mas pode deixá-los fazer sexo em casa com o(a) namorado(a), sair nas festinhas e "raves" e para beber e consumir drogas. Podem roubar e até mesmo matar, sem serem devidamente punidos pelas faltas (somente medidas sócio-educativas) cometidas, e, com 21 anos já estão de novo na rua para cometerem novos crimes. Sou Reacionário. Não sei se embrião tem vida ou não. Mas mesmo que tivesse não teria o menor remorso em sacrificar vários (que certamente serão incinerados, jogados no lixo ou vão continuar congelados enquanto alguém pagar para mantê-los assim) para salvar ou melhorar uma única vida de um jovem, de um preto, de um índio e, até mesmo, de um velho. Estou velho. Não quero ouvir mais notícias de pessoas morrendo de dengue. Tapo os ouvidos e fecho os olhos mas continuo a ouvir e ver. Não quero saber de crianças sendo arrastadas em carros por bandidos, crianças adotadas sendo maltratadas pelos pais adotivos, velhos jogados (ou amontoados) em asilos, ou de um menininha jogada pela janela em plena flor de idade. Meu coração não tem mais força para sentir emoções. Estou mais velho que o Oscar Niemeyer. Ele ainda acredita em comunismo, coisa que deixou de existir. Eu não acredito em nada. Estou cansado de quererem me culpar por não ser pobre, por ter casa, carros e outros bens, todos adquiridos com honestidade e muito trabalho (mais de 12 horas por dia, seis dias por semana), por ser amado por minha mulher e filhos. Nada mais me comove... Estou bem envelhecido. E acabo de cometer mais um erro! Ainda sou capaz de me comover e emocionar. O patriotismo de uma jovem de Joinville usando a letra do hino nacional para mostrar o seu amor pelo Brasil me comoveu. Me emocionei depois da leitura! Mesmo que ela seja a última brasileira patriota, valeu a pena viver para ler o seu texto. Por isso o estou enviando para vocês. Detesto correntes na Internet... mas agora que me tornei um velho emocionado eu vou romper com este hábito. Assistam o anexo (texto abaixo) , se, depois desta leitura ainda tiverem saco, porque vale a pena. Bom findi. Varcedi Pacheco o reacionário, indignado com as sacanagens e roubalheiras (outro pequeno corte) . Na cidade de Joinville houve um concurso de redação na rede municipal de ensino. O título recomendado pela professora foi: "dai pão a quem tem fome". Incrível, mas o primeiro lugar foi conquistado por uma menina de apenas 14 anos de idade.E ela se inspirou exatamente na letra de nosso Hino Nacional para redigir um lindo texto, que demonstra que os brasileiros verde amarelos precisam perceber o verdadeiro sentido de patriotismo. Vejam o texto dessa jovem, que vem a ser uma demonstração pura de amor à Pátria e uma lição a tantos brasileiros que já não sabem mais o que vem a ser este sentimento cívico. “Certa noite, ao entrar em minha sala de aula, vi num mapa-mundi, o nosso Brasil chorar: O que houve, meu Brasil brasileiro? _ perguntei-lhe! E ele, espreguiçando-se em seu berço esplêndido, esparramado e verdejante sobre a América do Sul, respondeu chorando, com suas lágrimas amazônicas: _ Estou sofrendo. Vejam o que estão fazendo comigo... Antes, os meus bosques tinham mais flores e meus seios mais amores. Meu povo era heróico e os seus brados retumbantes. O sol da liberdade era mais fúlgido e brilhava no céu a todo instante. Onde anda a liberdade, onde estão os braços fortes? Eu era a Pátria amada, idolatrada. Havia paz no futuro e glórias no passado. Nenhum filho meu fugia à luta. Eu era a terra adorada e dos filhos deste solo era a mãe gentil. E era gigante pela própria natureza, que hoje devastam e queimam, sem nenhum homem de coragem que às margens plácidas de algum riachinho, tenha a coragem de gritar mais alto para libertar-me desses novos tiranos que ousam roubar o verde louro de minha flâmula. E não suportando as chorosas queixas do Brasil, saí de casa e fui para o jardim. Era noite e pude ver a imagem do Cruzeiro que resplandece no lábaro que o nosso país ostenta estrelado. Pensei...conseguiremos salvar esse país sem braços fortes? Pensei mais...quem nos devolverá a grandeza que a Pátria nos traz? Voltei à sala mas encontrei o mapa silencioso e mudo, como uma criança dormindo em seu berço esplêndido.”
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Nossos clientes são muito importantes para nós...

Então porque não gostamos de ouvir eles??
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Mensagens internas

DIRETORIA AOS FUNCIONÁRIOS INDUMENTÁRIA : Informamos que o funcionário deverá trabalhar vestido de acordo com o seu salário. Se o percebermos calçando um tênis Nike de R$ 350,00 e carregando uma bolsa Gucci de R$ 600,00, presumiremos que vai bem de finanças e, portanto, não precisa de aumento. Se ele se vestir de forma pobre, será um sinal de que precisa aprender a controlar melhor o seu dinheiro, para que possa comprar roupas melhores e portanto, não precisa de aumento. E se ele se vestir no meio termo, estará perfeito e, portanto, não precisa de aumento. AUSÊNCIA DEVIDO À ENFERMIDADE: Não vamos mais aceitar atestado médico como prova de enfermidade. Se o funcionário tem condições de ir até o consultório médico, pode vir trabalhar. CIRURGIA: As cirurgias são proibidas. Enquanto o funcionário trabalhar nesta empresa, precisará de todos os seus órgãos, portanto, não deve pensar em remover nada. Nós o contratamos inteiro. Remover algo constitui quebra de contrato. AUSÊNCIAS DEVIDO A MOTIVOS PESSOAIS: Cada funcionário receberá 104 dias para assuntos pessoais a cada ano. Chamam-se sábado e domingo. FÉRIAS: Todos os funcionários deverão entrar em férias nos mesmos dias de cada ano. Os dias de férias são: 01 de janeiro, 07 de setembro e 25 de dezembro. AUSÊNCIA DEVIDO AO FALECIMENTO DE ENTE QUERIDO: Esta não é uma justificativa para perder um dia de trabalho.Não há nada que se possa fazer pelos amigos, parentes ou colegas de trabalho falecidos. Todo esforço deverá ser empenhado para que não-funcionários cuidem dos detalhes. Nos casos raros, onde o envolvimento do funcionário é necessário, o enterro deverá ser marcado para o final da tarde. Teremos prazer em permitir que o funcionário trabalhe durante o horário do almoço e, daí, sair uma hora mais cedo, desde que o seu trabalho esteja em dia. AUSÊNCIA DEVIDO À SUA PRÓPRIA MORTE: Isto será aceito como desculpa. Entretanto, exigimos pelo menos 15 dias de aviso prévio, visto que cabe ao funcionário treinar o seu substituto. O USO DO WC: Os funcionários estão passando tempo demais no toalete. No futuro, seguiremos o sistema de ordem alfabética. Por exemplo, todos os funcionários cujos nomes começam com a letra "A" irão entre 8:00 e 8:20, aqueles com a letra "B" entre 8:20 e 8:40, etc. Se não puder ir na hora designada, será preciso esperar a sua vez, no dia seguinte. Em caso de emergência, os funcionários poderão trocar o seu horário com um colega. Os supervisores dos funcionários deverão aprovar essa troca, por escrito, mas há um limite estritamente máximo de 3 minutos no vaso. Acabando esses 3 minutos, um alarme irá tocar, o rolo de papel higiênico será recolhido, a porta do box abrirá e uma foto será tirada. Se for repetente, a foto será fixada no quadro de avisos da empresa sob o título "Infrator Crônico". A HORA DO ALMOÇO: Os magros têm 30 minutos para o almoço, porque precisam comer mais para parecerem saudáveis. As pessoas de tamanho normal têm 15 minutos para comer uma refeição balanceada que sustente o seu corpo mediano. Os gordos têm 5 minutos, porque é tudo que precisam para tomar um "Slim Fast" e um remédio de regime. Muito obrigado pela sua fidelidade à nossa empresa. Portanto, toda dúvida, comentário, preocupação, reclamação, frustração, irritação, agravo, insinuação, alegação, acusação, observação, consternação e "input" deverá ser dirigida para o RH com a carteira de trabalho em mãos. Atenciosamente Diretoria de Recursos Humanos
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A pontuação faz toda a diferença

Um homem rico estava muito mal, agonizando. Pediu papel e caneta. Escreveu assim: " Deixo meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres. " Mas, m orreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava a fortuna? Eram quatro concorrentes. 1) O sobrinho fez a seguinte pontuação: Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres. 2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito: Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres. 3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele: Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres. 4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação: Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres. Moral da estória: Assim é a vida. Pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras. Nós é que colocamos os pontos. E isso faz toda a diferença!
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Onde está o nosso limite empreendedor?

Recebi este texto do Fernando Fernandez e resolvi compartilhar com vocês: Anos atrás, ouvi a história de uma mulher que salvou seu filho da morte enquanto ele brincava na garagem de casa. A própria mãe relatou a história de como foi surpreendida pelo grito do filho e já imaginando alguma tragédia – coisa que só o sexto sentido de mãe pode explicar – correu até a garagem em que estava guardado o barco da família e viu seu filho embaixo da embarcação de quase uma tonelada. Imediatamente, ela levantou o barco, retirou seu filho e, em seguida, desmaiou. Como explicar o acontecido? Parece história de ficção, dessas com heroína de capa e tudo, mas a história é real, e aconteceu há alguns anos nos Estados Unidos. Você pode torcer o nariz e dizer: “Isso é impossível, não dá para levantar tanto peso sozinha”. Talvez você não acredite que uma mulher franzina tenha levantado um barco tão pesado, porém, o fato é que nós desconhecemos qual é o nosso verdadeiro limite e qual é a nossa força. Talvez nunca venhamos a descobrir plenamente qual o “tamanho” desse potencial, a única coisa que temos certeza é de que usamos muito menos do que realmente poderíamos. Você também já deve ter visto em algum telejornal a história daquela criança que ficou vários dias sem comer e beber após ficar presa em conseqüência de um terremoto. O fato de você não conhecer algo não significa que não seja possível. Tanto a mãe que levantou o barco, quanto a criança, utilizaram, inconscientemente, seus poderes latentes. Imagine se a mãe ao ver seu filho sendo esmagado pelo barco, perguntasse: “Será que eu consigo?”, ou então, “Acho que vou chamar o resgate”. É certo que ela jamais conseguiria. A dúvida sobre nossas capacidades é nossa pior inimiga, pois faz você levar uma vida medíocre. Acredite que você tem dentro de si o poder realizar muito mais em sua vida, de fazer coisas fantásticas, de mudar o mundo se assim desejar. Se você ainda não conseguiu realizar tudo o que quer na sua vida, então falta a você o mesmo senso de urgência e certeza que aquela mãe teve ao salvar seu filho. Falta “apenas” a paixão necessária para fazer você tomar novas atitudes para superar seus medos e com isso ultrapassar seus limites. Não importa se você precisa superar grandes ou pequenos obstáculos, o mais importante é, que você tenha determinação e fé para fazer melhor a cada dia. E como dizia o escritor e filosofo de negócios norte-americano Jim Rohn: “As únicas limitações que temos, são as limitações auto-impostas”.
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Nota Fiscal Eletrônica: Quarta etapa em São Paulo

04/01/2008 - Nota Fiscal Paulista entra na quarta etapa (Portal do Governo do Estado de São Paulo) O mês de janeiro marca o começo da quarta etapa do Nota Fiscal Paulista, programa de estímulo à cidadania fiscal do governo do estado que prevê a devolução de 30% do ICMS pago pelos consumidores nas compras. Depois de restaurantes, lanchonetes, livrarias, bancas e lojas de CDs, chegou a vez dos postos de combustíveis, concessionárias de veículos e lojas de auto-peças. Quem se alimentou fora de casa já deve ter notado a mudança. Na hora de pagar, o garçom pergunta se o consumidor deseja incluir seu CPF ou CNPJ na Nota Fiscal. Em caso positivo, dentro de um mês, o cliente terá de volta 30% do valor do ICMS (Impostos sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) arrecadado com a compra. Para receber o dinheiro basta se cadastrar no site criado pela Secretaria Estadual da Fazenda ( http://www.nfp.fazenda.sp.gov.br ). Para mais informações basta ligar para 0800-170110. Agora a mesma prática passa a valer em 13 tipos de estabelecimentos comerciais, de lojas de pneumáticos e câmaras-de-ar a embarcações e lubrificantes, passando, claro, por postos de gasolina e lojas de carros novos e usados. O cronograma de implantação do programa continua pelos primeiros meses do ano: fevereiro é o mês do material de construção; março de eletro-eletrônicos e informática; abril, supermercados e farmácias; maio, tecidos e calçados. O consumidor tem até cinco anos para gastar o crédito obtido com o programa. Ele pode optar por recebê-lo em conta corrente, poupança, tê-lo creditado em cartão de crédito, transferido para outra pessoa, devolvido em prêmios ou ainda usá-lo para reduzir o valor do débito do IPVA.
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Cuidado com as diferenças de caixa

03/01/2008 - Diferenças de caixa devem ser apuradas na presença do empregado (Notícias TRT - 3ª Região) A cobrança de diferenças de caixa que não foram apuradas na presença do empregado torna ilícito o desconto na folha de pagamento efetuado a este título. Este foi o posicionamento da 1ª Turma do TRT-MG, acompanhando voto do juiz convocado Jose Marlon de Freitas, ao dar provimento a recurso ordinário de uma reclamante que pleiteava a devolução dos valores descontados em seu salário a título de diferenças de valores apurados no caixa da empresa onde trabalhava. "Ocorre que cláusula da convenção coletiva de trabalho trazida com a inicial prevê expressamente que a conferência dos valores de caixa será realizada na presença do comerciário responsável; se este foi impedido, pela empresa, de acompanhar a conferência, ficará isento de qualquer responsabilidade por erros apurados", ressaltou o juiz. O fechamento do caixa era realizado por outra empregada, que não fazia a conferência dos valores na presença da reclamante. Posteriormente era enviado a ela um vale com os valores faltantes para que assinasse, sendo essa diferença descontada no seu contracheque, sem qualquer discriminação. Segundo o juiz, houve "flagrante descumprimento, pela reclamada, da norma convencional, impondo-se concluir que foram irregulares os descontos efetuados a título de diferença de caixa, fazendo jus a reclamante à devolução dos valores correspondentes acrescida de juros e correção monetária". (RO nº 00974-2006-015-03-00-0)
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Nunca acredite no impossível

A lógica de Einstein Duas crianças estavam patinando num lago congelado da Alemanha. Era uma tarde nublada e fria, e as crianças brincavam despreocupadas. De repente, o gelo se quebrou e uma delas caiu, ficando presa na fenda que se formou. A outra, vendo seu amiguinho preso e se congelando, tirou um dos patins e começou a golpear o gelo com todas as suas forças, conseguindo por fim quebrá-lo e libertar o amigo. Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino: - Como você conseguiu fazer isso? É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo, sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis! Nesse instante, o gênio Albert Einstein que passava pelo local, comentou: - Eu sei como ele conseguiu. Todos perguntaram: - Pode nos dizer como? - É simples, respondeu o Einstein. - Não havia ninguém ao seu redor, para lhe dizer que não seria capaz. "Deus nos fez perfeitos e não escolhe os capacitados, capacita os escolhidos". Fazer ou não fazer algo, só depende de nossa vontade e perseverança. (Albert Einstein) Conclusão: Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam, é problema deles!

Foco no principal

(Sentados à beira do rio, dois pescadores seguram suas varas à espera de um peixe. De repente, gritos de crianças trincam o silêncio. Os dois se assustam. Olham para a frente, olham para trás. Mas nada enxergam. Os berros continuam fortes e vêm de onde eles menos esperam. A correnteza trazia duas crianças pedindo socorro. Os pescadores pulam na água, mas mal conseguem salvá-las com muito esforço, eles então ouvem mais berros e notam mais quatro crianças debatendo-se na água. Desta vez, apenas duas são resgatadas. Aturdidos, os dois ouvem uma gritaria ainda maior. Dessa vez, oito crianças estão vindo correnteza abaixo. Um dos pescadores vira as costas ao rio e começa a ir embora. O amigo exclama: - Você está louco, não vai me ajudar? Sem deter o passo, ele responde: - Faça o que puder. Eu vou tentar descobrir quem está jogando as crianças no rio.) (Autor desconhecido)
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Papai Noel é brasileiro!

Fazendo uma breve reflexão cheguei à conclusão de que o Papai Noel só pode ser brasileiro... Depois de perder R$ 88 bi do orçamento da União e dizer que ainda não definiu como compensará a falta deles, mas que terá de fazer alguns cortes na saúde, vem a surpresa: Brasil anuncia investimento de R$ 750 mi na Bolívia ! Sim, a mesma Bolívia de Evo Morales, que na marra nossas refinarias agora receberá R$ 750 mi em investimentos. Será que este dinheiro não fará falta na saúde?? O governo diz que somos responsáveis por reduzir as desigualdades da América Latina, mas que tal resolver os problemas da saúde e da segurança de nosso País? Antes de ajudar os vizinhos devemos por ordem na casa! Alguém discorda?
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Internet: Por que não?

A maior pergunta que tenho a fazer aos empresários brasileiros é: Internet: Por que não? Por que as empresas nacionais investem tão pouco em sua presença na internet. Somos um mercado em frente expansão no uso da internet e cada vez mais consumidores acessam ele, então por que ela ainda é tão negligenciada pelos empresários? O Brasil está em segundo lugar no número de habitantes do Second Life (8,55%), perdendo apenas para os Estados Unidos (26,55%). São 480.000 brasileiros, que ingressaram entre abril/2007 e julho/2007. E pensar que ainda tem gente considerando o Second Life uma idéia falida, imaginem só que falência legal se conseguissemos converter 1% destes internautas em nossos clientes... Seria um incremento muito interessante na carteira, na verdade, nas duas carteiras. A de clientes e a de dinheiro, . Isso sem falar no Orkut, onde os brasileiros representam 53,51% de um total superior a 37 milhões de contas, enquanto os Estados Unidos possuem 18,07%. O Orkut recebe mais de um milhão de visitas diárias... Então qual será a resposta dos empresários que ainda não acreditam na internet? 1% destes dois nichos é algo insignificante para eles??
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Culpado ou Inocente?

Recebi este texto de meu querido amigo Huldo Cony e julguei muito importante compartilhar ele com vocês, pela mensagem que passa: Conta uma antiga lenda que na Idade Média um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher. Na verdade, o autor do assassinato era pessoa influente do reino e por isso, desde o primeiro momento, foi preciso achar um bode expiatório para acobertar o verdadeiro assassino. O homem acusado foi levado a julgamento. Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas chances de sair vivo dessa história. O juiz, que também estava envolvido com os demais a fim de levar o pobre homem à morte, simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado para que ele provasse sua inocência. Disse o juiz: - Sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte nas mãos do Senhor. Vou escrever num pedaço de papel a palavra INOCENTE e noutro pedaço a palavra CULPADO . Você sorteará um dos papéis e aquele que sair será o seu veredicto. - O Senhor decidirá seu destino, determinou o juiz. Sem que os demais percebessem, o juiz separou os dois papéis, mas em ambos escreveu CULPADO, de maneira que, naquele instante, não existia nenhuma chance do acusado se livrar da forca. Não havia saída. Não havia alternativas para o pobre homem. O juiz colocou os dois papéis em uma mesa e mandou o acusado escolher um. O homem pensou por alguns segundos, aproximou-se da mesa, pegou um dos papéis e rapidamente colocou na boca e engoliu. Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem. O juiz então perguntou: - Mas o que você fez? E agora? Como vou anunciar o seu veredicto? Ao que o homem respondeu: - É muito fácil. Basta olhar o que está escrito no pedaço que sobrou e saberemos que escolhi e acabei de engolir o seu contrário. Imediatamente o homem foi libertado. Por mais difícil que seja uma situação, nunca deixe de acreditar e de lutar até o último instante. Seja criativo! Quando tudo parecer perdido, ouse!
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Caçando porcos selvagens

Você sabe como capturar porcos selvagens? Havia um professor de química em um grande colégio com alunos de intercâmbio em sua turma. Um dia, enquanto a turma estava no laboratório, o professor notou um jovem do intercâmbio que continuamente coçava as costas e se esticava como se elas doessem. O professor perguntou ao jovem qual era o problema. O aluno respondeu que tinha uma bala alojada nas costas pois tinha sido alvejado enquanto lutava contra os comunistas de seu país nativo que estavam tentando derrubar seu governo e instalar um novo regime, um “outro mundo possível”. No meio da sua história ele olhou para o professor e fez uma estranha pergunta: “O senhor sabe como se capturam porcos selvagens?” O professor achou que se tratava de uma piada e esperava uma resposta engraçada. O jovem disse que não era piada. “Você captura porcos selvagens encontrando um lugar adequado na floresta e colocando algum milho no chão. Os porcos vêm todos os dias comer o milho gratuito. Quando eles se acostumam a vir todos os dias, você coloca uma cerca mas só em um lado do lugar em que eles se acostumaram a vir. Quando eles se acostumam com a cerca, ele voltam a comer o milho e você coloca um outro lado da cerca. Mais uma vez eles se acostumam e voltam a comer. Você continua desse jeito até colocar os quatro lados da cerca em volta deles com uma porta no último lado. Os porcos que já se acostumaram ao milho fácil e às cercas começam a vir sozinhos pela entrada. Você então fecha a porteira e captura o grupo todo.” “Assim, rapidamente, os porcos perdem sua liberdade. Eles ficam correndo e dando voltas dentro da cerca, mas já foram pegos. Logo, voltam a comer o milho fácil e gratuito. Eles ficaram tão acostumados a ele que esqueceram como caçar na floresta por si próprios, e por isso aceitam a servidão.” O jovem então disse ao professor que era exatamente isso que ele via acontecer neste país. O governo ficava empurrando-os para onde ele queria e espalhando o milho gratuito na forma de programas de auxílio de renda, bolsas isso e aquilo, impostos variados, estatutos de “proteção”, cotas para estes e aqueles, subsídio para todo tipo de coisa, pagamentos para não plantar, programas de “bem-estar social”, medicina e medicamentos “gratuitos”, sempre e sempre novas leis, etc, tudo ao custo da perda contínua das liberdades, migalha a migalha. Devemos sempre lembrar que “Não existe esse negócio de almoço grátis” e também que “não é possível alguém prestar um serviço mais barato do que seria se você mesmo o fizesse”. Lembre-se sempre disto para que não ocorra com você, nem com seu negócio esta transformação em porco selvagem.
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