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<?xml-stylesheet type="text/xsl" href="http://carlosfprocha.com/utility/FeedStylesheets/rss.xsl" media="screen"?><rss version="2.0" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"><channel><title>Reflexões</title><link>http://carlosfprocha.com/blogs/adm/default.aspx</link><description>Neste blog abordarei assuntos a serem refletidos. Na sua maioria aspectos ligados à vida de um pequeno e/ou médio empresário. Seus desafios, curiosidades e constatações. Além de discutir alguns conceitos ligados à gestão de negócios.</description><dc:language>en</dc:language><generator>CommunityServer 2007 SP2 (Build: 20611.960)</generator><item><title>O objetivo das empresas não é o lucro</title><link>http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/2012/04/26/o-objetivo-das-empresas-n-227-o-233-o-lucro.aspx</link><pubDate>Thu, 26 Apr 2012 17:21:06 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">73433bf8-92dc-4018-94b3-5a34d4f6485f:9563</guid><dc:creator>Paleo</dc:creator><slash:comments>0</slash:comments><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://carlosfprocha.com/blogs/adm/rsscomments.aspx?PostID=9563</wfw:commentRss><comments>http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/2012/04/26/o-objetivo-das-empresas-n-227-o-233-o-lucro.aspx#comments</comments><description>&lt;p align="justify"&gt;Este é um assunto muito interessante de debatermos, pois quando faço a pergunta sobre qual é o objetivo das empresas a grupos de pessoas, mais de 90% respondem que é obter lucro. Ocorre que esta não é a resposta certa, pois o objetivo das empresas não é o lucro, obviamente ele faz parte, mas não exclusivamente o objetivo delas. Para entender melhor isso precisamos definir alguns pontos.&lt;/p&gt;  &lt;h1&gt;O que é uma empresa?&lt;/h1&gt;  &lt;h2&gt;&lt;/h2&gt;  &lt;h2&gt;Conceituando&lt;/h2&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Segundo &lt;strong&gt;Peter Druker&lt;/strong&gt;, é, basicamente, &lt;/p&gt;  &lt;p align="right"&gt;“&lt;em&gt;uma estrutura relacional humana e não deve ser confundida com seus ativos, sejam quais forem&lt;/em&gt;”.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Foi definido que as empresas devem possuir personalidade jurídica, de onde surgem as pessoas jurídicas. Mas o que são pessoas jurídicas?&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;De acordo com os artigos 40 a 69, do &lt;strong&gt;Código Civil Brasileiro&lt;/strong&gt; (Lei 10.406/2002), podemos identificar que pessoa jurídica é &lt;/p&gt;  &lt;p align="right"&gt;“&lt;em&gt;a figura jurídica idealizada capaz de direitos e deveres na ordem civil. Pode ser formada por pessoas naturais ou por bens.      &lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;As pessoas jurídicas são de direito público, interno ou externo e de direito privado.”&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ainda segundo o &lt;strong&gt;Saber Jurídico&lt;/strong&gt; (&lt;a href="http://www.saberjuridico.com.br"&gt;www.saberjuridico.com.br&lt;/a&gt;) a pessoa jurídica é &lt;/p&gt;  &lt;p align="right"&gt;“&lt;em&gt;aquela que sendo incorpórea, é compreendida por uma entidade coletiva ou artificial, legalmente organizada,      &lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;com fins políticos, sociais, econômicos e outros, a que se destine, com existência autônoma,      &lt;br /&gt;independente dos membros que a integram. É sujeita ativa ou passivamente, a direitos e obrigações.       &lt;br /&gt;As pessoas jurídicas classificam-se de acordo com a sua natureza, constituição e finalidades, em pessoas jurídicas       &lt;br /&gt;de Direito Público (União, Estados, Distrito Federal e Municípios) e pessoas jurídicas de       &lt;br /&gt;Direito Privado (sociedades civis, sociedades comerciais, fundações, etc).&lt;/em&gt;”&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Bem, desta simples definições já podemos inferir que nem todas as pessoas jurídicas visam ao lucro. Imaginem se um hospital público fosse visar ao lucro, como ficaria a saúde das pessoas mais pobres, que já não considerada boa… Ok, então daqui em diante passaremos a tratar de empresa como sendo as pessoas jurídicas de direito privado, apenas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Claro que ainda há outra distinção a fazer, pois existem as empresas com fins lucrativos e sem fins lucrativos. Então, qual a diferença entre elas? &lt;font color="#ffff00"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;A diferença é sútil ao contrário do que muitas pessoas pensam.&lt;/font&gt; &lt;/font&gt;O fato de uma empresa ser sem fins lucrativos, não significa que ela não gere lucro, apenas significa que os lucros gerados por ela não podem ser distribuídos na forma de dividendos para as seus sócios/acionistas, devendo ser integralmente reinvestidos no negócio. Já as empresas com fins lucrativos são as que distribuem os seus lucros aos sócios/acionistas. Aqui separarei as &lt;strong&gt;sem fins lucrativos&lt;/strong&gt;, chamando-as de &lt;strong&gt;entidades&lt;/strong&gt; e as &lt;strong&gt;com fins lucrativos&lt;/strong&gt; serão as nossas &lt;strong&gt;empresas&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Desta forma então, definiremos como empresa, para fins desta discussão &lt;strong&gt;a pessoa jurídica com fins lucrativos e com o objetivo de exercer alguma atividade particular, produzindo e oferecendo bens e/ou serviços, com o objetivo de atender a alguma necessidade humana.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h2&gt;&lt;/h2&gt;  &lt;h2&gt;Composição&lt;/h2&gt;  &lt;p align="justify"&gt;De acordo com a definição do tópico anterior, podemos identificar a composição de uma empresa como sendo &lt;strong&gt;o conjunto de sócios/acionista que detém a propriedade de suas cotas/ações com direito a voto&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Desta forma e em função de sua composição, podemos inferir que este conjunto de pessoas, que colocou suas economias na empresa possuía algum objetivo com isso e portanto, por serem eles quem detém o direito a voto na empresa, esta naturalmente buscará alcançar os objetivos deles. Aqui então já podemos passar ao próximo tópico.&lt;/p&gt;  &lt;h1&gt;Por que alguém investe em uma empresa?&lt;/h1&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Imagine que você tenha dinheiro sobrando em casa e esteja decidindo o que fazer com ele. Você colocá-lo na caderneta de poupança, num fundo de renda fixa, fundo de renda variável, investir na bolsa de valores, ou montar uma empresa nova. Qual seria a sua decisão? Dependerá de quem lhe der o melhor retorno. Repare que não estou falando de lucro, mas de retorno e já deixarei clara a diferença.&lt;/p&gt;  &lt;h2&gt;Retorno&lt;/h2&gt;  &lt;p&gt;Como retorno definimos o valor que um investimento qualquer nos paga,&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Digamos que coloque o seu dinheiro na caderneta de poupança. Você obterá um retorno de 6,17% no ano, ou seja, se você tivesse $ 100.000, obteria um retorno de $ 6.170.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Note que há uma diferença grande entre retorno e lucro, pois &lt;strong&gt;para retorno não levamos em consideração quanto nos custou para realizar o investimento&lt;/strong&gt;. Por exemplo, suponha que investirmos $ 100.000 em um ativo e tivermos um custo de $ 2.000 nesta operação. Após determinado período retiramos o montante total de $ 101.200. Podemos afirmar que o nosso retorno foi de $ 1.200, ainda que o resultado da operação tenha sido um prejuízo de $ 800, uma vez que gastamos $ 2.000 para receber $ 1.200.&lt;/p&gt;  &lt;h2&gt;Lucro&lt;/h2&gt;  &lt;p&gt;Se colocar o seu dinheiro em um RDB pré-fixado com taxa de 8% ao ano, obterá um retorno de $ 8.000, deduzido o Imposto de Renda de 15% dele, ficará com um lucro de $ 6.800. É pouca coisa superior ao da caderneta de poupança, mas é superior.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Repare que definimos &lt;strong&gt;lucro como sendo o excedente produzido por um investimento após a dedução de seus custos&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Desta forma, caso você invista os seus $ 100.000 em uma empresa e ao final do ano esta empresa apresente um lucro (Receitas – Despesas – Custos) de 4,5%, ou seja, de $ 4.500, poderemos chamar isso de lucro? Claro que sim, investimos $ 100.000, geramos receitas, pagamos custos e despesas e após todos estes ainda nos sobrou um excedente de $ 4.500. Em outras palavras, no ano passado tinhamos $ 100.000, agora temos $ 104.500, graças ao nosso lucro.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Você estaria satisfeito com este lucro de $ 4.500? Naturalmente que não, pois teria ganho $ 6.170 investindo na caderneta de poupança, ou $ 6.800 no título de renda fixa.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O que podemos constatar aqui? Que você teve lucro, pois gerou um excedente de $ 4.500, mas no final das contas, deixou de ganhar dinheiro (é bem verdade que não perdeu, mas deixou de ganhar), por ter realizado o pior dos três investimentos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Sabendo que isto aconteceria, você investiria nesta empresa? Naturalmente que não.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Caso já sócio da empresa e esta situação fosse comum nela, você permaneceria de sócio dela? Também não.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tendo poder nas decisões da empresa, você tentaria fazer algo para garantir que não deixaria de ganhar dinheiro? Claro que sim.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Na condição de sócio você teria condições de influenciar nas decisões da empresa? Sim&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Considerando que a empresa não atua com estratégia em desacordo com a de seus sócios, até mesmo porque são estes que definem a estratégia dela, podemos afirmar que as empresas buscam os objetivos de seus sócios? Claro que sim.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Então podemos afirmar que o objetivo das empresas é o objetivo de seus sócios? Novamente, sim.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Também podemos afirmar, com base nas afirmações e cálculos anteriores, que o objetivo dos sócios não é apenas o lucro? Sim denovo, pois o sócio não ficaria satisfeito em ganhar $ 4.500, quando poderia ter um ganho $ 6.800.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ora, se o objetivo das empresas é o objetivo de seus sócios e o objetivo deles não é o lucro, podemos inferir que &lt;strong&gt;o objetivo das empresas não é o lucro&lt;/strong&gt;!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Mas afinal de contas então, qual o objetivo das empresas?&lt;/p&gt;  &lt;h2&gt;Maximização de Riquezas&lt;/h2&gt;  &lt;p&gt;Segundo &lt;strong&gt;Lawrence J. Gitman&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="right"&gt;“&lt;em&gt;O objetivo da empresa e portanto, de todos os seus administradores e empregaods, consiste em      &lt;br /&gt;maximizar a riqueza dos proprietários em cujo nome é operada.&lt;/em&gt;”&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Qual lógica temos por trás disso? Simples, no exemplo de investimentos anterior em qual você investiria os seus $ 100.000?&lt;/p&gt;  &lt;table cellspacing="0" cellpadding="2"&gt;     &lt;tr&gt;       &lt;td&gt;         &lt;p align="center"&gt;Investimento&lt;/p&gt;       &lt;/td&gt;        &lt;td&gt;         &lt;p align="center"&gt;Retorno&lt;/p&gt;       &lt;/td&gt;        &lt;td&gt;         &lt;p align="center"&gt;Resultado&lt;/p&gt;       &lt;/td&gt;        &lt;td&gt;         &lt;p align="center"&gt;Situação&lt;/p&gt;       &lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;      &lt;tr&gt;       &lt;td&gt;Caderneta de Poupança&lt;/td&gt;        &lt;td&gt;         &lt;p align="right"&gt;$ 6.170&lt;/p&gt;       &lt;/td&gt;        &lt;td&gt;         &lt;p align="right"&gt;Lucro de $ 6.170&lt;/p&gt;       &lt;/td&gt;        &lt;td&gt;         &lt;p align="right"&gt;&lt;font color="#ff0000"&gt;Deixou de ganhar $ 630&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;      &lt;tr&gt;       &lt;td&gt;RDB pré-fixado&lt;/td&gt;        &lt;td&gt;         &lt;p align="right"&gt;$ 8.000&lt;/p&gt;       &lt;/td&gt;        &lt;td&gt;         &lt;p align="right"&gt;Lucro de $ 6.800&lt;/p&gt;       &lt;/td&gt;        &lt;td&gt;         &lt;p align="right"&gt;&lt;font color="#008000"&gt;Ganho máximo&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;      &lt;tr&gt;       &lt;td&gt;Ativo&lt;/td&gt;        &lt;td&gt;         &lt;p align="right"&gt;$ 1.200&lt;/p&gt;       &lt;/td&gt;        &lt;td&gt;         &lt;p align="right"&gt;Prejuízo de $ 800&lt;/p&gt;       &lt;/td&gt;        &lt;td&gt;         &lt;p align="right"&gt;&lt;font color="#ff0000"&gt;Perdeu $ 800, além de deixar de ganhar $ 6.800.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;   &lt;/table&gt;  &lt;p&gt;Nesta simples tabela podemos identificar a diferença dos conceitos:&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;Obtivemos retorno positivo em todos eles, portanto se nosso objetivo fosse obter retorno, não haveria diferença entre eles na hora de investir; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Obtivemos lucro nos dois primeros, neste caso sendo o lucro o nosso objetivo aprovaríamos qualquer um deles;&lt;/li&gt;    &lt;li&gt;O maior ganho foi obtido apenas no segundo, neste caso ele seria o único investimento aprovado caso nosso objetivo fosse a maximização de riquezas.&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Lucro é um conceito simples, onde $ 0,01 pode ser lucro, já maximização de riquezas é um conceito mais amplo!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Enquanto na avaliação de lucro consideramos apenas o resultado de um determinado período, na maximização de riquezas costumamos trabalhar com horizontes mais longos, aceitando inclusive incorrer em prejuízos momentâneos para a geração de resultados futuros mais vantajosos. Portanto consideramos como componentes da maximização de riquezas os seguintes fatores:&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;potencial de lucro;&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;tecnologia absorvida;&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;preço de mercado da empresa;&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;imagem da empresa e de seus produtos;&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;qualidade dos produtos/serviços produzidos pela empresa;&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;participação no mercado;&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;estratégias financeiras;&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;equipe (pessoal).&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Prova disso é que existem exemplos de empresas que mesmo em momentos que sofram prejuízos, tem seu valor de mercado aumentado, desta forma maximizando a riqueza de seus proprietários, pois não podemos esquecer que a riqueza dos proprietários não é medida apenas pela distribuição de lucros que recebem, mas também pelo valor de suas cotas/ações da empresa.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em que consiste a maximização de riquezas, então? &lt;strong&gt;A maximização de riquezas consiste em obtermos o máximo lucro possível a um dado nível de risco.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Analisando a tabela anterior não poderíamos simplesmente afirmar que na realidade o objetivo da empresa é a maximização de lucro? Não e eu explico adiante.&lt;/p&gt;  &lt;h2&gt;Maximização de Lucro&lt;/h2&gt;  &lt;p&gt;Ainda que muitos acreditem ser este o objetivo das empresas, ele não o é. Se o fosse, segundo &lt;strong&gt;Laurence J. Gitman&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="right"&gt;&lt;em&gt;“o administrador financeiro somente praticaria atos que&amp;#160; tendessem a fazer uma grande contribuição     &lt;br /&gt;para os lucros totais da empresa. Dentre cada conjunto de alternativaas considerado,      &lt;br /&gt;o administrador financeiro escolheria o que devesse resultar em maior resultado monetário.&lt;/em&gt;”&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Mas então, porque esta não é uma forma boa de definir o objetivo? Como o próprio Gitman menciona, ele possui três problemas muito grandes:&lt;/p&gt;  &lt;ol&gt;   &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;o lucro é medido sem que levemos em consideração o momento de ocorrência de seus retornos, como se não houvesse variação do valor do dinheiro no tempo. Atente que no Demonstrativo de Resultado do Exercícios (oriundo da Contabilidade da empresa), constam valores de retornos do ano fiscal inteiro, sendo tratados de forma igual, independentemente de um recebimento haver ocorrido em Janeiro e o outro em Dezembro;&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;não são considerados para a determinação do lucro os fluxos de caixa disponíveis para os sócios/acionistas, ou seja, ainda que indiquemos a existência de lucro, não há garantia de que haverá o valor monetário dele disponível;&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;não há consideração alguma do risco envolvido no negócio.&lt;/li&gt; &lt;/ol&gt;  &lt;p&gt;Ainda que no item1., possamos contra argumentar que os juros obtidos com o investimento dos recursos recebidos no início do ano também estarão constando do demonstrativo, ele despreza completamente o custo de oportunidade.&lt;/p&gt;  &lt;h2&gt;Risco&lt;/h2&gt;  &lt;p&gt;A maximização do lucro ainda ignora, conforme o item 3. acima, o risco, que segundo &lt;strong&gt;Laurence J. Gitman&lt;/strong&gt; é&lt;/p&gt;  &lt;p align="right"&gt;“&lt;em&gt;a possibilidade de divergência entre os resultados reais e os esperados.&lt;/em&gt;”&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Pessoalmente prefiro definir risco de uma forma mais genérica, como sendo&lt;/p&gt;  &lt;p align="right"&gt;“&lt;em&gt;a probabilidade de nossas expectativas serem frustradas, sejam elas quais forem.&lt;/em&gt;”&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Na área financeiro estuda-se que sempre há um equilíbrio entre risco e retorno, ou seja, quanto maior o risco envolvido na operação, maior será o retorno obtido nela. Desta forma podemos inferir que jamais faremos investimentos mais arriscados, sem que nos seja oferecida uma remuneração maior, para compensar o risco. Ainda podemos concluir, que sendo a maximização do lucro o objetivo da empresa, seriam realizados investimentos cada vez mais arriscados, para que fosse sempre obtido o lucro máximo e nem sempre esta é a vontade dos sócios/acionistas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Como a maximização de lucros não leva em conta esta questão de risco, podemos afirmar que ela não atenda aos objetivos dos prorpietários da empresa e portanto, não deva ser utilizada, ou como afirma &lt;strong&gt;Laurence J. Gitman&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="right"&gt;“&lt;em&gt;Por não atender aos objetivos dos proprietários da empresa,     &lt;br /&gt;a maximização do lucro não deve ser o objetivo principal do administrador financeiro.&lt;/em&gt;”&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Como funciona isso então? Como a sensibilidade ao risco é particular de cada pessoa, caberá aos proprietários da empresa definirem o nível de risco que aceitam correr e aos administradores dela, identificar quais investimentos atendem a estas condições e dentre estes os que oferecem o maior retorno, para que apenas eles sejam os eleitos, desta forma maximizando a riqueza de seus proprietários.&lt;/p&gt;  &lt;h2&gt;Seleção dos investimentos&lt;/h2&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A seleção dos investimentos passa pela identificação de todos disponíveis no mercado, para a posterior seleção dos que melhor atenderem aos interesses da empresa, ou em outras palavras, aos interesses dos proprietários da empresa.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Como fazemos isso? Suponhamos que hajam apenas três investimentos disponíveis no mercado (exemplo simplório, mas suficiente para passar a lógica) e que os seus riscos e retornos estejam previstos no gráfico abaixo:&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://carlosfprocha.com/blogs/adm/image_3085E9C7.png"&gt;&lt;img style="border-bottom:0px;border-left:0px;display:inline;border-top:0px;border-right:0px;" title="image" border="0" alt="image" src="http://carlosfprocha.com/blogs/adm/image_thumb_5CC270AB.png" width="543" height="427" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Neste caso simples identificamos haver &lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;dois investimentos com menor risco: 2 e 3&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;dois investimentos com maior retorno: 1 e 3&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Qual você escolheria? Aquele que fosse maximizar a sua riqueza, ou seja, o de máximo retorno a um dado nível de risco: 3&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os outros não gerariam lucro? Sim, mas a melhor opção é o 3, por ser o que gerá o maior retorno, possuindo o menor risco.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Aqui chegamos na teoria da fronteira eficiente idealizada por &lt;strong&gt;Harry Markowitz&lt;/strong&gt; em 1952, segundo a qual devemos escolher apenas os investimentos que estejam nesta fronteira, pois serão os únicos a maximizar nossa riqueza.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://carlosfprocha.com/blogs/adm/image_73A14227.png"&gt;&lt;img style="border-bottom:0px;border-left:0px;display:inline;border-top:0px;border-right:0px;" title="image" border="0" alt="image" src="http://carlosfprocha.com/blogs/adm/image_thumb_10C6EA32.png" width="530" height="455" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ainda que o modelo de Markowitz tenha sido desenvolvido para investimentos em ações, ele aplica-se perfeitamente no nosso exemplo.&lt;/p&gt;  &lt;h2&gt;Conclusão&lt;/h2&gt;  &lt;p&gt;Analisadas as características da composição das empresas e dos retornos de investimentos, fica muito claro que o objetivo das empresas não limita-se ao foco no lucro, mas sim, no foco em muitas outras variáveis, sendo portanto o mais correto afirmar que &lt;strong&gt;o objetivo das empresas é a maximização da riqueza de seus proprietários&lt;/strong&gt;!&lt;/p&gt;&lt;img src="http://carlosfprocha.com/aggbug.aspx?PostID=9563" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/tags/Gest_26002300_227_3B00_o/default.aspx">Gest&amp;#227;o</category><category domain="http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/tags/Finan_26002300_231_3B00_as+Corporativas/default.aspx">Finan&amp;#231;as Corporativas</category></item><item><title>Pessoa boa ou pessoa ruim...</title><link>http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/2011/07/22/pessoa-boa-ou-pessoa-ruim.aspx</link><pubDate>Fri, 22 Jul 2011 14:07:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">73433bf8-92dc-4018-94b3-5a34d4f6485f:8522</guid><dc:creator>Paleo</dc:creator><slash:comments>2</slash:comments><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://carlosfprocha.com/blogs/adm/rsscomments.aspx?PostID=8522</wfw:commentRss><comments>http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/2011/07/22/pessoa-boa-ou-pessoa-ruim.aspx#comments</comments><description>&lt;p&gt;Há uma lenda antiga entre os índios Cherokee e eles a contam uns para os outros, a fim de que a lenda nunca morra.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eles costumam ensinar aos jovens índios que:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Há dois lobos dentro de você, em constante luta. Um é ruim, ele representa a raiva, a inveja, a cobiça, o ressentimento, a inferioridade, as mentiras e o ego.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- O outro lobo é bom, ele representa alegria, paz, amor, esperança, humildade, ternura, empatia e verdade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Após refletir um pouco, os jovens índios sempre perguntam:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Mas qual dos dois lobos vencerá a luta?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E é na resposta que vem o maior ensinamento:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Aquele que você alimentar mais...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se só pensamos em coisas ruins, acabamos sendo influenciados por elas e nos tornamos ruins. O mesmo ocorre se só pensarmos em coisas boas.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://carlosfprocha.com/aggbug.aspx?PostID=8522" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/tags/Sucesso/default.aspx">Sucesso</category><category domain="http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/tags/Tomada+de+decis_26002300_227_3B00_o/default.aspx">Tomada de decis&amp;#227;o</category><category domain="http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/tags/Ensino/default.aspx">Ensino</category><category domain="http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/tags/Carreira/default.aspx">Carreira</category></item><item><title>Sua empresa é maluca? Talvez devesse ser...</title><link>http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/2010/08/16/sua-empresa-233-maluca-talvez-devesse-ser.aspx</link><pubDate>Mon, 16 Aug 2010 18:10:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">73433bf8-92dc-4018-94b3-5a34d4f6485f:7470</guid><dc:creator>Paleo</dc:creator><slash:comments>1</slash:comments><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://carlosfprocha.com/blogs/adm/rsscomments.aspx?PostID=7470</wfw:commentRss><comments>http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/2010/08/16/sua-empresa-233-maluca-talvez-devesse-ser.aspx#comments</comments><description>&lt;p&gt;Esta his(es)tória de difícil comprovação, está circulando pela internet, mas mesmo que não seja verdadeira, seu conteúdo serve para uma boa reflexão...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://carlosfprocha.com/blogs/adm/16-08-2010%2015-09-11.jpg"&gt;&lt;img border="0" src="http://carlosfprocha.com/blogs/adm/16-08-2010%2015-09-11.jpg" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://carlosfprocha.com/aggbug.aspx?PostID=7470" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/tags/Gest_26002300_227_3B00_o/default.aspx">Gest&amp;#227;o</category><category domain="http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/tags/Tomada+de+decis_26002300_227_3B00_o/default.aspx">Tomada de decis&amp;#227;o</category><category domain="http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/tags/Carreira/default.aspx">Carreira</category></item><item><title>O que realmente é importante para você?</title><link>http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/2010/06/27/o-que-realmente-233-importante-para-voc-234.aspx</link><pubDate>Sun, 27 Jun 2010 05:38:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">73433bf8-92dc-4018-94b3-5a34d4f6485f:7423</guid><dc:creator>Paleo</dc:creator><slash:comments>0</slash:comments><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://carlosfprocha.com/blogs/adm/rsscomments.aspx?PostID=7423</wfw:commentRss><comments>http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/2010/06/27/o-que-realmente-233-importante-para-voc-234.aspx#comments</comments><description>&lt;p&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Um grupo de ex-alunos, todos muito bem estabelecidos profissionalmente, &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;se reuniu para visitar um antigo professor da universidade.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Em pouco tempo a conversa girava em torno de queixas de estresse no &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;trabalho e na vida como um todo.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Ao oferecer café aos seus convidados, o professor foi à cozinha e retornou &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;com um grande bule e uma variedade de xícaras. &lt;span style="FONT-FAMILY:&amp;#39;Verdana&amp;#39;,&amp;#39;sans-serif&amp;#39;;FONT-SIZE:10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Porcelana, plástico, vidro, cristal; algumas simples, outras caras, outras &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;requintadas; dizendo a todos para se servirem.&lt;span style="FONT-FAMILY:&amp;#39;Verdana&amp;#39;,&amp;#39;sans-serif&amp;#39;;FONT-SIZE:10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt; 
&lt;p style="MARGIN:0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Quando todos os estudantes estavam de xícara em punho, o professor disse: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY:&amp;#39;Verdana&amp;#39;,&amp;#39;sans-serif&amp;#39;;FONT-SIZE:10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;“Se vocês repararem pegaram todas as xícaras bonitas e caras, e deixaram &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;as simples e baratas para trás. &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Uma vez que não é nada anormal que vocês queiram o melhor para si, isto é &lt;span style="FONT-FAMILY:&amp;#39;Verdana&amp;#39;,&amp;#39;sans-serif&amp;#39;;FONT-SIZE:10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;a fonte dos seus problemas e estresse. &lt;span style="FONT-FAMILY:&amp;#39;Verdana&amp;#39;,&amp;#39;sans-serif&amp;#39;;FONT-SIZE:10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Vocês podem ter certeza de que a xícara em si não adiciona qualidade &lt;span style="FONT-FAMILY:&amp;#39;Verdana&amp;#39;,&amp;#39;sans-serif&amp;#39;;FONT-SIZE:10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;nenhuma ao café. &lt;span style="FONT-FAMILY:&amp;#39;Verdana&amp;#39;,&amp;#39;sans-serif&amp;#39;;FONT-SIZE:10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Na maioria das vezes, são apenas mais caras e, algumas vezes, até ocultam &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;o que estamos bebendo.&lt;span style="FONT-FAMILY:&amp;#39;Verdana&amp;#39;,&amp;#39;sans-serif&amp;#39;;FONT-SIZE:10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;span class="input"&gt;O que todos vocês realmente queriam era o café, não as xícaras, mas &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;span class="input"&gt;escolheram, conscientemente, as melhores xícaras... e então ficaram de olho &lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY:&amp;#39;Verdana&amp;#39;,&amp;#39;sans-serif&amp;#39;;FONT-SIZE:10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;span class="input"&gt;nas xícaras uns dos outros. &lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY:&amp;#39;Verdana&amp;#39;,&amp;#39;sans-serif&amp;#39;;FONT-SIZE:10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;span class="input"&gt;Agora pensem nisso: &lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY:&amp;#39;Verdana&amp;#39;,&amp;#39;sans-serif&amp;#39;;FONT-SIZE:10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;span class="input"&gt;A Vida é o café, e os empregos, dinheiro e posição social são as xícaras. &lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY:&amp;#39;Verdana&amp;#39;,&amp;#39;sans-serif&amp;#39;;FONT-SIZE:10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;span class="input"&gt;Elas são apenas ferramentas para sustentar e conter a vida e o tipo de xícara &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;span class="input"&gt;que temos não define, nem altera, a qualidade de vida que vivemos. &lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY:&amp;#39;Verdana&amp;#39;,&amp;#39;sans-serif&amp;#39;;FONT-SIZE:10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;
&lt;p style="MARGIN:0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;span class="input"&gt;“Às vezes, ao nos concentrarmos apenas na xícara, deixamos de saborear o &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;span class="input"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;café que Deus nos deu”.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN:0cm 0cm 0pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="input"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;span&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Autor Desconhecido&lt;/font&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt; 
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://carlosfprocha.com/aggbug.aspx?PostID=7423" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/tags/Sucesso/default.aspx">Sucesso</category><category domain="http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/tags/Carreira/default.aspx">Carreira</category></item><item><title>A influência do meio no comportamento</title><link>http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/2009/12/04/a-influ-234-ncia-do-meio-no-comportamento.aspx</link><pubDate>Fri, 04 Dec 2009 21:17:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">73433bf8-92dc-4018-94b3-5a34d4f6485f:7003</guid><dc:creator>Paleo</dc:creator><slash:comments>0</slash:comments><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://carlosfprocha.com/blogs/adm/rsscomments.aspx?PostID=7003</wfw:commentRss><comments>http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/2009/12/04/a-influ-234-ncia-do-meio-no-comportamento.aspx#comments</comments><description>&lt;p&gt;Analisem bem esta foto e me digam se o meio não influencia no corportamento...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://carlosfprocha.com/blogs/adm/untitled-2.jpg"&gt;&lt;img border="0" src="http://carlosfprocha.com/blogs/adm/untitled-2.jpg" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não venham me dizer que foi o adestrador que ensinou ao cachorro como se posicionar, nem um policial. Quantas vezes ele deve ter presenciado este procedimento para aprender???&lt;/p&gt;&lt;img src="http://carlosfprocha.com/aggbug.aspx?PostID=7003" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/tags/Gest_26002300_227_3B00_o/default.aspx">Gest&amp;#227;o</category></item><item><title>Haja o que houver...</title><link>http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/2008/12/11/haja-o-que-houver.aspx</link><pubDate>Thu, 11 Dec 2008 11:55:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">73433bf8-92dc-4018-94b3-5a34d4f6485f:3529</guid><dc:creator>Paleo</dc:creator><slash:comments>0</slash:comments><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://carlosfprocha.com/blogs/adm/rsscomments.aspx?PostID=3529</wfw:commentRss><comments>http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/2008/12/11/haja-o-que-houver.aspx#comments</comments><description>&lt;p&gt;Este texto foi traduzido automaticamente, portanto podem haver erros de português, por favor, relevem eles...&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Haja o que houver...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Romênia, um homem dizia sempre a seu filho:&lt;br /&gt;Haja o que houver, eu sempre estarei a seu lado!&lt;br /&gt;Aconteceu, nesta época, um terremoto de intensidade muito grande, que quase arrasou as construções lá existentes.&lt;br /&gt;Estava nesta hora este homem em uma estrada. Ao ver o ocorrido, correu para casa e verificou que sua esposa estava bem, mas seu filho estava na escola.&lt;br /&gt;Foi imediatamente para lá. E a encontrou totalmente destruída. Não restou, uma única parede de pé...&lt;br /&gt;Tomado de uma enorme tristeza. Ficou ali ouvindo, a voz feliz de seu filho e&amp;nbsp;sua promessa (não cumprida): &amp;quot;Haja o que houver, eu estarei sempre a seu &lt;br /&gt;lado&amp;quot;.&lt;br /&gt;Seu coração estava apertado e sua vista apenas enxergava a destruição.&lt;br /&gt;A Voz de seu filho e sua promessa não cumprida, o dilaceravam.&lt;br /&gt;Mentalmente percorreu inúmeras vezes o trajeto que fazia diariamente segurando sua mãozinha.&lt;br /&gt;O portão (que não mais existia); o corredor...&lt;br /&gt;Olhava as paredes, aquele rostinho confiante.&lt;br /&gt;Passava pela sala do 3º ano, virava o corredor e o olhava ao entrar.&lt;br /&gt;Até que resolveu fazer em cima dos escombros, o mesmo trajeto.&lt;br /&gt;Portão...&lt;br /&gt;Corredor...&lt;br /&gt;Virou a direita e parou em frente ao que deveria ser a porta da sala.&lt;br /&gt;Nada!&lt;br /&gt;Apenas uma pilha de material destruído. Nem ao menos um pedaço de alguma coisa que lembrasse a classe.&lt;br /&gt;Olhava tudo, desolado.&lt;br /&gt;E continuava a ouvir sua promessa: &amp;quot;Haja o que houver, eu sempre estarei com&lt;br /&gt;você&amp;quot;.&lt;br /&gt;E ele não estava... Começou a cavar com as mãos. Nisto chegaram outros pais que, embora bem intencionados e, também, desolados, tentavam afastá-lo de lá&lt;br /&gt;&amp;nbsp;dizendo:&lt;br /&gt;- Vá para casa. Não adianta, não sobrou ninguém. Vá para casa.&lt;br /&gt;Ao que ele retrucava:&lt;br /&gt;- Você vai me ajudar?&lt;br /&gt;Mas ninguém o ajudava. E pouco a pouco, todos se afastavam. Chegaram os policiais que, também, tentaram retirá-lo dali pois viam que não havia &lt;br /&gt;chance de ter sobrado ninguém com vida...&lt;br /&gt;Havia outros locais com mais esperança de sobreviventes.&lt;br /&gt;Mas este homem não esquecia sua promessa ao filho, a única coisa que dizia para as pessoas que tentavam retirá-lo de lá era:&lt;br /&gt;- Você vai me ajudar?&lt;br /&gt;Mas eles também o abandonavam. Chegaram os bombeiros, e foi a mesma coisa...&lt;br /&gt;&amp;quot;Saia daí, não está vendo que não pode ter sobrado ninguém vivo?&lt;br /&gt;Você ainda vai por em risco a vida de pessoas que queiram te ajudar, pois continuam havendo explosões e incêndios&amp;quot;.&lt;br /&gt;Ele retrucava :&lt;br /&gt;-Você vai me ajudar?&lt;br /&gt;&amp;quot;Você está cego pela dor não enxerga mais nada. Ou então é a raiva da Desgraça&amp;quot;...&lt;br /&gt;-Você vai me ajudar?&lt;br /&gt;Um a um, todos se afastavam. Ele trabalhou quase sem descanso, apenas com pequenos intervalos, mas não se afastava dali. 5, 10, 12, 22, 24, 30 horas.&lt;br /&gt;Já exausto, dizia a si mesmo que precisava saber se seu filho estava vivo ou morto.&lt;br /&gt;Até que ao afastar uma enorme pedra, sempre chamando pelo filho, ouviu:&lt;br /&gt;- Pai... estou aqui!&lt;br /&gt;Feliz fazia mais força para abrir um vão maior e perguntou:&lt;br /&gt;- Você está bem?&lt;br /&gt;- Estou. Mas com sede, fome e muito medo.&lt;br /&gt;- Tem mais alguém com você?&lt;br /&gt;- Sim, dos 36 da classe 14 estão comigo. Estamos presos em um vão entre dois pilares.&lt;br /&gt;- Estamos todos bem. Apenas conseguia se ouvir seus gritos de alegria.&lt;br /&gt;- Pai, eu falei a eles: Vocês podem ficar sossegados, pois meu pai irá nos achar.&lt;br /&gt;- Eles não acreditavam, mas eu dizia a toda hora... &amp;quot;Haja o que houver, meu pai, estará sempre a meu lado&amp;quot;.&lt;br /&gt;- Vamos, abaixe-se e tente sair por este buraco.&lt;br /&gt;- Não! Deixe eles saírem primeiro. Eu sei que haja o que houver...&lt;br /&gt;- Você estará me esperando!&lt;br /&gt;(Esta história é verídica)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É bom sabermos também que haja o que houver DEUS sempre está ao nosso lado.&lt;br /&gt;Pense nisso da próxima vez que você desanimar, por algum motivo...&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Autor Desconhecido&lt;/p&gt;&lt;img src="http://carlosfprocha.com/aggbug.aspx?PostID=3529" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/tags/Carreira/default.aspx">Carreira</category></item><item><title>Ninguém é Insubstituível?</title><link>http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/2008/11/02/ningu-233-m-233-insubstitu-237-vel.aspx</link><pubDate>Sun, 02 Nov 2008 03:18:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">73433bf8-92dc-4018-94b3-5a34d4f6485f:3050</guid><dc:creator>Paleo</dc:creator><slash:comments>0</slash:comments><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://carlosfprocha.com/blogs/adm/rsscomments.aspx?PostID=3050</wfw:commentRss><comments>http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/2008/11/02/ningu-233-m-233-insubstitu-237-vel.aspx#comments</comments><description>&lt;p&gt;Recebi por e-mail, mas mantenho a fonte original.&lt;/p&gt;
&lt;p style="TEXT-ALIGN:center;" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;font face="Arial" size="3"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT:bold;FONT-SIZE:12pt;FONT-FAMILY:Arial;"&gt;(por Celia Spangher)&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="TEXT-ALIGN:center;" align="center"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&lt;span style="FONT-SIZE:12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="MARGIN-BOTTOM:6pt;TEXT-INDENT:17.85pt;TEXT-ALIGN:justify;"&gt;&lt;font face="Arial" size="4"&gt;&lt;span style="FONT-SIZE:13.5pt;FONT-FAMILY:Arial;"&gt;Na sala de reuniões de uma multinacional, o CEO* nervoso fala com sua equipe de gestores. Agita as mãos mostra gráficos e olhando nos olhos de cada um ameaça: &amp;#39;ninguém é insubstituível&amp;#39; . A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio. Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada. De repente um braço se levanta e o CEO se prepara para triturar o atrevido: &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style="MARGIN-BOTTOM:6pt;TEXT-INDENT:17.85pt;TEXT-ALIGN:justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;font face="Arial" size="4"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT:bold;FONT-SIZE:13.5pt;FONT-FAMILY:Arial;"&gt;- &lt;i&gt;&lt;span style="FONT-STYLE:italic;"&gt;Alguma pergunta? &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style="MARGIN-BOTTOM:6pt;TEXT-INDENT:17.85pt;TEXT-ALIGN:justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;font face="Arial" size="4"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT:bold;FONT-SIZE:13.5pt;FONT-STYLE:italic;FONT-FAMILY:Arial;"&gt;- Tenho sim. E o Beethoven? &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style="MARGIN-BOTTOM:6pt;TEXT-INDENT:17.85pt;TEXT-ALIGN:justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;font face="Arial" size="4"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT:bold;FONT-SIZE:13.5pt;FONT-STYLE:italic;FONT-FAMILY:Arial;"&gt;- Como?&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;font face="Arial" size="4"&gt;&lt;span style="FONT-SIZE:13.5pt;FONT-STYLE:italic;FONT-FAMILY:Arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;font face="Arial" size="4"&gt;&lt;span style="FONT-SIZE:13.5pt;FONT-FAMILY:Arial;"&gt;- o CEO encara o gestor confuso. &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style="MARGIN-BOTTOM:6pt;TEXT-INDENT:17.85pt;TEXT-ALIGN:justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;font face="Arial" size="4"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT:bold;FONT-SIZE:13.5pt;FONT-STYLE:italic;FONT-FAMILY:Arial;"&gt;- O senhor disse que ninguém é insubstituível. Então me diga quem substitui o Beethoven? &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style="MARGIN-BOTTOM:6pt;TEXT-INDENT:17.85pt;TEXT-ALIGN:justify;"&gt;&lt;font face="Arial" size="4"&gt;&lt;span style="FONT-SIZE:13.5pt;FONT-FAMILY:Arial;"&gt;Silêncio. &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style="MARGIN-BOTTOM:6pt;TEXT-INDENT:17.85pt;TEXT-ALIGN:justify;"&gt;&lt;font face="Arial" size="4"&gt;&lt;span style="FONT-SIZE:13.5pt;FONT-FAMILY:Arial;"&gt;Ouvi essa estória esses dias contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso. Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que quando sai um é só encontrar outro para por no lugar. &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style="MARGIN-BOTTOM:6pt;TEXT-INDENT:17.85pt;TEXT-ALIGN:justify;"&gt;&lt;font face="Arial" size="4"&gt;&lt;span style="FONT-SIZE:13.5pt;FONT-FAMILY:Arial;"&gt;Quem substitui Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Dorival Caymmi? Garrincha? Michael Phelps? Santos Dumont? Monteiro Lobato?Faria Lima ? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style="MARGIN-BOTTOM:6pt;TEXT-INDENT:17.85pt;TEXT-ALIGN:justify;"&gt;&lt;font face="Arial" size="4"&gt;&lt;span style="FONT-SIZE:13.5pt;FONT-FAMILY:Arial;"&gt;Todos esses talentos marcaram a História fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem - ou seja - fizeram seu talento brilhar. E portanto são sim insubstituíveis. Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em &lt;b&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT:bold;"&gt;como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar &amp;#39;seus gaps&amp;#39;. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style="MARGIN-BOTTOM:6pt;TEXT-INDENT:17.85pt;TEXT-ALIGN:justify;"&gt;&lt;font face="Arial" size="4"&gt;&lt;span style="FONT-SIZE:13.5pt;FONT-FAMILY:Arial;"&gt;Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo, se Picasso era instável, Caymmi preguiçoso, Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico. O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos. &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style="MARGIN-BOTTOM:6pt;TEXT-INDENT:17.85pt;TEXT-ALIGN:justify;"&gt;&lt;font face="Arial" size="4"&gt;&lt;span style="FONT-SIZE:13.5pt;FONT-FAMILY:Arial;"&gt;Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do êxito de seu projeto. &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style="MARGIN-BOTTOM:6pt;TEXT-INDENT:17.85pt;TEXT-ALIGN:justify;"&gt;&lt;font face="Arial" size="4"&gt;&lt;span style="FONT-SIZE:13.5pt;FONT-FAMILY:Arial;"&gt;Se você ainda está focado em &amp;#39;melhorar as fraquezas&amp;#39; de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo e Gisele Bundchen por ter nariz grande. E na sua gestão o mundo teria perdido todos esses talentos..&lt;/span&gt;&lt;/font&gt; 
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style="MARGIN-BOTTOM:6pt;TEXT-INDENT:17.85pt;TEXT-ALIGN:justify;"&gt;&lt;font face="Arial" size="4"&gt;&lt;span style="FONT-SIZE:13.5pt;FONT-FAMILY:Arial;"&gt;(*) &lt;em&gt;&lt;i&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY:Arial;"&gt;Chief Executive Officer&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/em&gt; (Diretor Executivo)&lt;/span&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;img src="http://carlosfprocha.com/aggbug.aspx?PostID=3050" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/tags/Gest_26002300_227_3B00_o/default.aspx">Gest&amp;#227;o</category><category domain="http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/tags/Carreira/default.aspx">Carreira</category></item><item><title>Dia do Professor</title><link>http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/2008/10/15/dia-do-professor.aspx</link><pubDate>Wed, 15 Oct 2008 18:22:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">73433bf8-92dc-4018-94b3-5a34d4f6485f:2740</guid><dc:creator>Paleo</dc:creator><slash:comments>0</slash:comments><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://carlosfprocha.com/blogs/adm/rsscomments.aspx?PostID=2740</wfw:commentRss><comments>http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/2008/10/15/dia-do-professor.aspx#comments</comments><description>&lt;blockquote dir="ltr" style="MARGIN-RIGHT:0px;"&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN:0cm 0cm 0pt;TEXT-ALIGN:justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="FONT-SIZE:10pt;FONT-FAMILY:&amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;;"&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif" color="#0000ff" size="4"&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="5"&gt;Dia do professor&lt;/font&gt;&lt;/em&gt; &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN:0cm 0cm 0pt;TEXT-ALIGN:justify;"&gt;&lt;span style="FONT-SIZE:10pt;FONT-FAMILY:&amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;;"&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif" color="#0000ff" size="4"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN:0cm 0cm 0pt;TEXT-ALIGN:justify;"&gt;&lt;span style="FONT-SIZE:10pt;FONT-FAMILY:&amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;;"&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif" color="#0000ff" size="4"&gt;Cada vez mais temos a certeza que o mundo só se transforma a partir da educação. Assim, o professor sempre foi sinônimo de virtude e um modelo de exemplo para a sociedade. A partir dos tempos modernos, ele precisou se tornar um técnico, capaz de mudar os comportamentos e atitudes dos alunos. Mesmo com as novas máquinas e inteligências artificiais que transmitem dados e informações, muitas vezes melhor que o professor, só ele consegue transmitir valores. Sua influência através da palavra e do exemplo é inquestionável. Mas nunca foi fácil ser professor, atualmente tornou-se uma profissão inglória. Por isso homenagear o professor é uma justa maneira de valorizar a profissão da qual dependem, obrigatoriamente, todas as outras. &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN:0cm 0cm 0pt;TEXT-ALIGN:justify;"&gt;&lt;span style="FONT-SIZE:10pt;FONT-FAMILY:&amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;;"&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif" color="#0000ff" size="4"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN:0cm 0cm 0pt;TEXT-ALIGN:justify;"&gt;&lt;span style="FONT-SIZE:10pt;FONT-FAMILY:&amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;;"&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif" color="#0000ff" size="4"&gt;A festa do Dia do Professor ocorre, no Brasil, em 15 de outubro porque nessa data, no ano de 1827, D. Pedro I propôs a criação das escolas primárias no país. O documento tornou-se oficial em 15 de outubro de 1933, e a data comemorativa só em 1963 com o decreto 52.682. Desde então houve muitas modificações no sistema educacional brasileiro, geradas pelas graves crises da nossa economia, pelos regimes políticos que se sucederam, com os arrochos salariais, em todas as categorias profissionais e, em conseqüência disso, o nível da escolaridade do ensino caiu. E caiu muito, porque atingiu principalmente a carreira do professor - formador do pensamento da sociedade. O magistério possui características particulares, geradoras de estresse e de alterações do comportamento dos que nele trabalham. &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN:0cm 0cm 0pt;TEXT-ALIGN:justify;"&gt;&lt;font color="#0000ff"&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;span style="FONT-SIZE:10pt;FONT-FAMILY:&amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-SIZE:10pt;FONT-FAMILY:&amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;;"&gt; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt; 
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN:0cm 0cm 0pt;TEXT-ALIGN:justify;"&gt;&lt;span style="FONT-SIZE:10pt;FONT-FAMILY:&amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;;"&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif" color="#0000ff" size="4"&gt;Pensando nisso, a UNESCO lançou, em 1994, o Dia Mundial do Professor, que já é comemorado em mais de cem países no dia 05 de outubro, mas o Brasil manteve sua festa tradicional, que acontece dez dias depois.&lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY:&amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://carlosfprocha.com/aggbug.aspx?PostID=2740" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/tags/Carreira/default.aspx">Carreira</category></item><item><title>As Aparências Enganam 2</title><link>http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/2008/10/14/as-apar-234-ncias-enganam-2.aspx</link><pubDate>Tue, 14 Oct 2008 12:13:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">73433bf8-92dc-4018-94b3-5a34d4f6485f:2722</guid><dc:creator>Paleo</dc:creator><slash:comments>0</slash:comments><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://carlosfprocha.com/blogs/adm/rsscomments.aspx?PostID=2722</wfw:commentRss><comments>http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/2008/10/14/as-apar-234-ncias-enganam-2.aspx#comments</comments><description>&lt;p&gt;Num orfanato, igual a tantos outros que enxameiam por toda parte, havia uma pobre órfã, de oito anos de idade. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Era uma criança lamentavelmente sem encantos, de maneiras desagradáveis, evitada pelas outras, e francamente malquista pelos professores. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Por essa razão, a pobrezinha vivia no maior isolamento. Ninguém para brincar, ninguém para conversar... &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Sem carinho, sem afeto, sem esperança... Sua única companheira era a solidão. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;O diretor do orfanato aguardava ansioso uma desculpa legítima para livrar-se dela. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;E um dia apresentou-se, aparentemente, uma boa desculpa. A companheira de quarto da menina informou que ela estava mantendo correspondência com alguém de fora do orfanato, o que era terminantemente proibido. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;- Agora mesmo, disse a informante, ela escondeu um papel numa árvore. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;O diretor e seu assistente mal puderam esconder a satisfação que a denúncia lhes causara. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Vamos tirar isso a limpo agora mesmo, disse o superior. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;E, somando-se ao assistente, pediu para que a testemunha do delito os acompanhasse a fim de lhes mostrar a prova do crime. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Dirigiram-se os três, a passos rápidos, em direção à árvore na qual estava colocada a mensagem. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;De fato, lá estava um papel delicadamente colocado entre os ramos. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;O diretor desdobrou, ansioso, o bilhete, esperando encontrar ali a prova de que necessitava para livrar-se daquela criança tão desagradável aos seus olhos. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Todavia, para seu desapontamento e remorso, no pedaço de papel um tanto amassado, pôde ler a seguinte mensagem: &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&amp;quot;A qualquer pessoa que encontrar este papel: eu gosto de você.&amp;quot; &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Os três investigadores ficaram tão decepcionados quanto surpresos com o que leram. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Decepcionados porque perderam a oportunidade de livrar-se da menina indesejável, e surpresos porque perceberam que ela era menos má do que eles próprios. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;...................................... &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Quantos de nós costumamos julgar as pessoas pelas aparências, embora saibamos que estas são enganadoras. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;E o pior é que, se as aparências não nos agradam, marcamos a pessoa e nos prevenimos contra ela e suas atitudes. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Uma antiga e sábia oração dos índios Siuox, roga a Deus o auxílio para nunca julgar o próximo antes de ter andado sete dias com as suas sandálias. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Isto quer dizer que, antes de criticar, julgar e condenar uma pessoa, devemos nos colocar no seu lugar e entender os seus sentimentos mais profundos. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Aqueles que talvez ela queira esconder de si mesma, para proteger-se dos sofrimentos que a sua lembrança lhe causaria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte: revista Seleções do Reader&amp;#39;s Digest, maio de 1945.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://carlosfprocha.com/aggbug.aspx?PostID=2722" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/tags/Tomada+de+decis_26002300_227_3B00_o/default.aspx">Tomada de decis&amp;#227;o</category><category domain="http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/tags/Carreira/default.aspx">Carreira</category></item><item><title>Apreensão de livros e documentos em escritórios de contabilidade</title><link>http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/2008/09/05/apreens-227-o-de-livros-e-documentos-em-escrit-243-rios-de-contabilidade.aspx</link><pubDate>Fri, 05 Sep 2008 17:01:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">73433bf8-92dc-4018-94b3-5a34d4f6485f:2147</guid><dc:creator>Paleo</dc:creator><slash:comments>0</slash:comments><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://carlosfprocha.com/blogs/adm/rsscomments.aspx?PostID=2147</wfw:commentRss><comments>http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/2008/09/05/apreens-227-o-de-livros-e-documentos-em-escrit-243-rios-de-contabilidade.aspx#comments</comments><description>&lt;p align="center"&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;strong&gt;Decisão do Supremo Tribunal Federal &lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="left"&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" color="#000000" size="2"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que os escritórios de contabilidade estão sujeitos à proteção constitucional de inviolabilidade domiciliar.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" color="#000000" size="2"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;Conforme decisão abaixo reproduzida, o STF deferiu habeas corpus reputando inadmissível a apreensão de livros contábeis e documentos fiscais em escritórios de contabilidade por agentes fazendários e policiais federais, sem mandato judicial. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Segue decisão do STF (Informativo nº 514/08)&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" color="#cc6600" size="2"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img height="2" src="http://www.crcrs.org.br/img/linha_titulo.jpg" width="525" alt="" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;HC N. 93.050-RJ*&lt;br /&gt;*RELATOR: MIN. CELSO DE MELLO*&lt;br /&gt;E M E N T A: FISCALIZAÇÃO TRIBUTÁRIA - APREENSÃO DE LIVROS CONTÁBEIS E &lt;br /&gt;DOCUMENTOS FISCAIS REALIZADA, EM ESCRITÓRIO DE CONTABILIDADE, POR &lt;br /&gt;AGENTES FAZENDÁRIOS E POLICIAIS FEDERAIS, SEM MANDADO JUDICIAL - &lt;br /&gt;INADMISSIBILIDADE - ESPAÇO PRIVADO, NÃO ABERTO AO PÚBLICO, SUJEITO À &lt;br /&gt;PROTEÇÃO CONSTITUCIONAL DA INVIOLABILIDADE DOMICILIAR (CF, ART. 5º, XI) &lt;br /&gt;- SUBSUNÇÃO AO CONCEITO NORMATIVO DE &amp;quot;CASA&amp;quot; - NECESSIDADE DE ORDEM &lt;br /&gt;JUDICIAL - ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E FISCALIZAÇÃO TRIBUTÁRIA - DEVER DE &lt;br /&gt;OBSERVÂNCIA, POR PARTE DE SEUS ÓRGÃOS E AGENTES, DOS LIMITES JURÍDICOS &lt;br /&gt;IMPOSTOS PELA CONSTITUIÇÃO E PELAS LEIS DA REPÚBLICA - IMPOSSIBILIDADE &lt;br /&gt;DE UTILIZAÇÃO, PELO MINISTÉRIO PÚBLICO, DE PROVA OBTIDA COM TRANSGRESSÃO &lt;br /&gt;À GARANTIA DA INVIOLABILIDADE DOMICILIAR - PROVA ILÍCITA - INIDONEIDADE &lt;br /&gt;JURÍDICA - &amp;quot;HABEAS CORPUS&amp;quot; DEFERIDO.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA - FISCALIZAÇÃO - PODERES - NECESSÁRIO RESPEITO &lt;br /&gt;AOS DIREITOS E GARANTIAS INDIVIDUAIS DOS CONTRIBUINTES E DE TERCEIROS.&lt;br /&gt;- Não são absolutos os poderes de que se acham investidos os órgãos e &lt;br /&gt;agentes da administração tributária, pois o Estado, em tema de &lt;br /&gt;tributação, inclusive em matéria de fiscalização tributária, está &lt;br /&gt;sujeito à observância de um complexo de direitos e prerrogativas que &lt;br /&gt;assistem, constitucionalmente, aos contribuintes e aos cidadãos em &lt;br /&gt;geral. Na realidade, os poderes do Estado encontram, nos direitos e &lt;br /&gt;garantias individuais, limites intransponíveis, cujo desrespeito pode &lt;br /&gt;caracterizar ilícito constitucional.&lt;br /&gt;- A administração tributária, por isso mesmo, embora podendo muito, não &lt;br /&gt;pode tudo. É que, ao Estado, é somente lícito atuar, &amp;quot;respeitados os &lt;br /&gt;direitos individuais e nos termos da lei&amp;quot; (CF, art. 145, § 1º), &lt;br /&gt;consideradas, sobretudo, e para esse específico efeito, as limitações &lt;br /&gt;jurídicas decorrentes do próprio sistema instituído pela Lei &lt;br /&gt;Fundamental, cuja eficácia - que prepondera sobre todos os órgãos e &lt;br /&gt;agentes fazendários - restringe-lhes o alcance do poder de que se acham &lt;br /&gt;investidos, especialmente quando exercido em face do contribuinte e dos &lt;br /&gt;cidadãos da República, que são titulares de garantias impregnadas de &lt;br /&gt;estatura constitucional e que, por tal razão, não podem ser &lt;br /&gt;transgredidas por aqueles que exercem a autoridade em nome do Estado.&lt;br /&gt;A GARANTIA DA INVIOLABILIDADE DOMICILIAR COMO LIMITAÇÃO CONSTITUCIONAL &lt;br /&gt;AO PODER DO ESTADO EM TEMA DE FISCALIZAÇÃO TRIBUTÁRIA - CONCEITO DE &lt;br /&gt;&amp;quot;CASA&amp;quot; PARA EFEITO DE PROTEÇÃO CONSTITUCIONAL - AMPLITUDE DESSA NOÇÃO &lt;br /&gt;CONCEITUAL, QUE TAMBÉM COMPREENDE OS ESPAÇOS PRIVADOS NÃO ABERTOS AO &lt;br /&gt;PÚBLICO, ONDE ALGUÉM EXERCE ATIVIDADE PROFISSIONAL: NECESSIDADE, EM TAL &lt;br /&gt;HIPÓTESE, DE MANDADO JUDICIAL (CF, ART. 5º, XI).&lt;br /&gt;- Para os fins da proteção jurídica a que se refere o art. 5º, XI, da &lt;br /&gt;Constituição da República, o conceito normativo de &amp;quot;casa&amp;quot; revela-se &lt;br /&gt;abrangente e, por estender-se a qualquer compartimento privado não &lt;br /&gt;aberto ao público, onde alguém exerce profissão ou atividade (CP, art. &lt;br /&gt;150, § 4º, III), compreende, observada essa específica limitação &lt;br /&gt;espacial (área interna não acessível ao público), os escritórios &lt;br /&gt;profissionais, inclusive os de contabilidade, &amp;quot;embora sem conexão com a &lt;br /&gt;casa de moradia propriamente dita&amp;quot; (NELSON HUNGRIA). Doutrina. Precedentes.&lt;br /&gt;- Sem que ocorra qualquer das situações excepcionais taxativamente &lt;br /&gt;previstas no texto constitucional (art. 5º, XI), nenhum agente público, &lt;br /&gt;ainda que vinculado à administração tributária do Estado, poderá, contra &lt;br /&gt;a vontade de quem de direito (&amp;quot;invito domino&amp;quot;), ingressar, durante o &lt;br /&gt;dia, sem mandado judicial, em espaço privado não aberto ao público, onde &lt;br /&gt;alguém exerce sua atividade profissional, sob pena de a prova resultante &lt;br /&gt;da diligência de busca e apreensão assim executada reputar-se &lt;br /&gt;inadmissível, porque impregnada de ilicitude material. Doutrina. &lt;br /&gt;Precedentes específicos, em tema de fiscalização tributária, a propósito &lt;br /&gt;de escritórios de contabilidade (STF).&lt;br /&gt;- O atributo da auto-executoriedade dos atos administrativos, que traduz &lt;br /&gt;expressão concretizadora do &amp;quot;privilège du preálable&amp;quot;, não prevalece &lt;br /&gt;sobre a garantia constitucional da inviolabilidade domiciliar, ainda que &lt;br /&gt;se cuide de atividade exercida pelo Poder Público em sede de &lt;br /&gt;fiscalização tributária. Doutrina. Precedentes.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;ILICITUDE DA PROVA - INADMISSIBILIDADE DE SUA PRODUÇÃO EM JUÍZO (OU &lt;br /&gt;PERANTE QUALQUER INSTÂNCIA DE PODER) - INIDONEIDADE JURÍDICA DA PROVA &lt;br /&gt;RESULTANTE DE TRANSGRESSÃO ESTATAL AO REGIME CONSTITUCIONAL DOS DIREITOS &lt;br /&gt;E GARANTIAS INDIVIDUAIS.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;- A ação persecutória do Estado, qualquer que seja a instância de poder &lt;br /&gt;perante a qual se instaure, para revestir-se de legitimidade, não pode &lt;br /&gt;apoiar-se em elementos probatórios ilicitamente obtidos, sob pena de &lt;br /&gt;ofensa à garantia constitucional do &amp;quot;due process of law&amp;quot;, que tem, no &lt;br /&gt;dogma da inadmissibilidade das provas ilícitas, uma de suas mais &lt;br /&gt;expressivas projeções concretizadoras no plano do nosso sistema de &lt;br /&gt;direito positivo. A &amp;quot;Exclusionary Rule&amp;quot; consagrada pela jurisprudência &lt;br /&gt;da Suprema Corte dos Estados Unidos da América como limitação ao poder &lt;br /&gt;do Estado de produzir prova em sede processual penal.&lt;br /&gt;- A Constituição da República, em norma revestida de conteúdo vedatório &lt;br /&gt;(CF, art. 5º, LVI), desautoriza, por incompatível com os postulados que &lt;br /&gt;regem uma sociedade fundada em bases democráticas (CF, art. 1º), &lt;br /&gt;qualquer prova cuja obtenção, pelo Poder Público, derive de transgressão &lt;br /&gt;a cláusulas de ordem constitucional, repelindo, por isso mesmo, &lt;br /&gt;quaisquer elementos probatórios que resultem de violação do direito &lt;br /&gt;material (ou, até mesmo, do direito processual), não prevalecendo, em &lt;br /&gt;conseqüência, no ordenamento normativo brasileiro, em matéria de &lt;br /&gt;atividade probatória, a fórmula autoritária do &amp;quot;male captum, bene &lt;br /&gt;retentum&amp;quot;. Doutrina. Precedentes.&lt;br /&gt;- A circunstância de a administração estatal achar-se investida de &lt;br /&gt;poderes excepcionais que lhe permitem exercer a fiscalização em sede &lt;br /&gt;tributária não a exonera do dever de observar, para efeito do legítimo &lt;br /&gt;desempenho de tais prerrogativas, os limites impostos pela Constituição &lt;br /&gt;e pelas leis da República, sob pena de os órgãos governamentais &lt;br /&gt;incidirem em frontal desrespeito às garantias constitucionalmente &lt;br /&gt;asseguradas aos cidadãos em geral e aos contribuintes em particular.&lt;br /&gt;- Os procedimentos dos agentes da administração tributária que &lt;br /&gt;contrariem os postulados consagrados pela Constituição da República &lt;br /&gt;revelam-se inaceitáveis e não podem ser corroborados pelo Supremo &lt;br /&gt;Tribunal Federal, sob pena de inadmissível subversão dos postulados &lt;br /&gt;constitucionais que definem, de modo estrito, os limites - &lt;br /&gt;inultrapassáveis - que restringem os poderes do Estado em suas relações &lt;br /&gt;com os contribuintes e com terceiros.&lt;br /&gt;A QUESTÃO DA DOUTRINA DOS FRUTOS DA ÁRVORE ENVENENADA (&amp;quot;FRUITS OF THE &lt;br /&gt;POISONOUS TREE&amp;quot;): A QUESTÃO DA ILICITUDE POR DERIVAÇÃO.&lt;br /&gt;- Ninguém pode ser investigado, denunciado ou condenado com base, &lt;br /&gt;unicamente, em provas ilícitas, quer se trate de ilicitude originária, &lt;br /&gt;quer se cuide de ilicitude por derivação. Qualquer novo dado probatório, &lt;br /&gt;ainda que produzido, de modo válido, em momento subseqüente, não pode &lt;br /&gt;apoiar-se, não pode ter fundamento causal nem derivar de prova &lt;br /&gt;comprometida pela mácula da ilicitude originária.&lt;br /&gt;- A exclusão da prova originariamente ilícita - ou daquela afetada pelo &lt;br /&gt;vício da ilicitude por derivação - representa um dos meios mais &lt;br /&gt;expressivos destinados a conferir efetividade à garantia do &amp;quot;due process &lt;br /&gt;of law&amp;quot; e a tornar mais intensa, pelo banimento da prova ilicitamente &lt;br /&gt;obtida, a tutela constitucional que preserva os direitos e prerrogativas &lt;br /&gt;que assistem a qualquer acusado em sede processual penal. Doutrina. &lt;br /&gt;Precedentes.&lt;br /&gt;- A doutrina da ilicitude por derivação (teoria dos &amp;quot;frutos da árvore &lt;br /&gt;envenenada&amp;quot;) repudia, por constitucionalmente inadmissíveis, os meios &lt;br /&gt;probatórios, que, não obstante produzidos, validamente, em momento &lt;br /&gt;ulterior, acham-se afetados, no entanto, pelo vício (gravíssimo) da &lt;br /&gt;ilicitude originária, que a eles se transmite, contaminando-os, por &lt;br /&gt;efeito de repercussão causal. Hipótese em que os novos dados probatórios &lt;br /&gt;somente foram conhecidos, pelo Poder Público, em razão de anterior &lt;br /&gt;transgressão praticada, originariamente, pelos agentes estatais, que &lt;br /&gt;desrespeitaram a garantia constitucional da inviolabilidade domiciliar.&lt;br /&gt;- Revelam-se inadmissíveis, desse modo, em decorrência da ilicitude por &lt;br /&gt;derivação, os elementos probatórios a que os órgãos estatais somente &lt;br /&gt;tiveram acesso em razão da prova originariamente ilícita, obtida como &lt;br /&gt;resultado da transgressão, por agentes públicos, de direitos e garantias &lt;br /&gt;constitucionais e legais, cuja eficácia condicionante, no plano do &lt;br /&gt;ordenamento positivo brasileiro, traduz significativa limitação de ordem &lt;br /&gt;jurídica ao poder do Estado em face dos cidadãos.&lt;br /&gt;- Se, no entanto, o órgão da persecução penal demonstrar que obteve, &lt;br /&gt;legitimamente, novos elementos de informação a partir de uma fonte &lt;br /&gt;autônoma de prova - que não guarde qualquer relação de dependência nem &lt;br /&gt;decorra da prova originariamente ilícita, com esta não mantendo &lt;br /&gt;vinculação causal -, tais dados probatórios revelar-se-ão plenamente &lt;br /&gt;admissíveis, porque não contaminados pela mácula da ilicitude originária.&lt;br /&gt;- A QUESTÃO DA FONTE AUTÔNOMA DE PROVA (&amp;quot;AN INDEPENDENT SOURCE&amp;quot;) E A SUA &lt;br /&gt;DESVINCULAÇÃO CAUSAL DA PROVA ILICITAMENTE OBTIDA - DOUTRINA - &lt;br /&gt;PRECEDENTES DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (RHC 90.376/RJ, Rel. Min. CELSO &lt;br /&gt;DE MELLO, v.g.) - JURISPRUDÊNCIA COMPARADA (A EXPERIÊNCIA DA SUPREMA &lt;br /&gt;CORTE AMERICANA): CASOS &amp;quot;SILVERTHORNE LUMBER CO. V. UNITED STATES &lt;br /&gt;(1920); SEGURA V. UNITED STATES (1984); NIX V. WILLIAMS (1984); MURRAY &lt;br /&gt;V. UNITED STATES (1988)&amp;quot;, v.g..&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://carlosfprocha.com/aggbug.aspx?PostID=2147" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/tags/Tributos/default.aspx">Tributos</category></item><item><title>As cinco bolas</title><link>http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/2008/09/05/as-cinco-bolas.aspx</link><pubDate>Fri, 05 Sep 2008 15:10:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">73433bf8-92dc-4018-94b3-5a34d4f6485f:2144</guid><dc:creator>Paleo</dc:creator><slash:comments>2</slash:comments><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://carlosfprocha.com/blogs/adm/rsscomments.aspx?PostID=2144</wfw:commentRss><comments>http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/2008/09/05/as-cinco-bolas.aspx#comments</comments><description>&lt;p&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY:Verdana;"&gt;Imagine a vida como um jogo, no qual você faz malabarismo com cinco bolas que são lançadas no ar... Essas bolas são: o &lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT:bold;"&gt;trabalho&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;, a &lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT:bold;"&gt;família&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;, a &lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT:bold;"&gt;saúde&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;, os &lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT:bold;"&gt;amigos&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt; e o &lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT:bold;"&gt;espírito&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho é a única bola de borracha. Se cair, bate no chão e *** para cima. Mas as quatro outras são de vidro. Se caírem no chão, quebrarão e ficarão permanentemente danificadas. Entendam isso e assim conseguirão o equilíbrio na vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT:bold;"&gt;Como?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face="Verdana" color="#333399" size="2"&gt;&lt;span style="FONT-SIZE:10pt;FONT-FAMILY:Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Verdana" color="#333399"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY:Verdana;"&gt;Não diminua seu próprio valor, comparando-se com outras pessoas.&lt;br /&gt;Somos todos diferentes:&amp;nbsp;cada um de nós é um ser especial.&lt;br /&gt;Não fixe seus objetivos com base no que os outros acham importante. Só você tem condições de escolher o que é melhor para si próprio.&lt;br /&gt;Dê valor e respeite as coisas mais queridas de seu coração.&amp;nbsp;Apegue-se a elas como à própria vida. Sem elas a vida carece de sentido.&lt;br /&gt;Não deixe que a vida escorra entre os dedos por viver no passado ou no futuro.&lt;br /&gt;Se viver um dia de cada vez, viverá todos os dias de sua vida.&lt;br /&gt;Não desista enquanto ainda é capaz de um esforço a mais.&lt;br /&gt;Nada termina até o momento em que se deixa de tentar.&lt;br /&gt;Não tema admitir que não é perfeito.&lt;br /&gt;Não tema enfrentar riscos. É correndo riscos que aprendemos a ser valentes.&lt;br /&gt;Não exclua o amor de sua vida, dizendo que não se pode encontrá-lo. A melhor forma de receber amor é dá-lo. A forma mais rápida de ficar sem amor é apegar-se demasiado a si próprio. A melhor forma de manter o amor é dar-lhe asas.&lt;br /&gt;Não corra tanto pela vida a ponto de esquecer onde esteve e para onde vai.&lt;br /&gt;Não tenha medo de aprender. O conhecimento é leve. É um tesouro que se carrega facilmente.&lt;br /&gt;Não use imprudentemente o tempo ou as palavras. Não se pode recuperar uma palavra dita.&lt;br /&gt;A vida não é uma corrida, mas sim uma viagem, que deve ser desfrutada a cada passo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT:bold;"&gt;Lembre-se: ontem é história.&amp;nbsp;Amanhã é mistério e&amp;nbsp;HOJE é uma dádiva. Por isso se chama &amp;quot;presente&amp;quot;.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Verdana" color="#333399"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY:Verdana;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Verdana" color="#333399"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY:Verdana;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT:bold;"&gt;Autor desconhecido.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://carlosfprocha.com/aggbug.aspx?PostID=2144" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/tags/Sucesso/default.aspx">Sucesso</category><category domain="http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/tags/Tomada+de+decis_26002300_227_3B00_o/default.aspx">Tomada de decis&amp;#227;o</category><category domain="http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/tags/Carreira/default.aspx">Carreira</category></item><item><title>O problema</title><link>http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/2008/08/19/o-problema.aspx</link><pubDate>Tue, 19 Aug 2008 16:44:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">73433bf8-92dc-4018-94b3-5a34d4f6485f:1988</guid><dc:creator>Paleo</dc:creator><slash:comments>0</slash:comments><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://carlosfprocha.com/blogs/adm/rsscomments.aspx?PostID=1988</wfw:commentRss><comments>http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/2008/08/19/o-problema.aspx#comments</comments><description>&lt;p&gt;&lt;span style="FONT-SIZE:10pt;FONT-FAMILY:Tahoma;"&gt;Certo dia, num mosteiro zen-budista, com a morte do guardião, foi preciso encontrar um substituto.&amp;nbsp; O grande Mestre convocou, então, todos os discípulos para descobrir quem seria o novo sentinela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Mestre, com muita tranquilidade, falou:&lt;br /&gt;- Assumirá o posto o monge que conseguir resolver primeiro o problema que eu vou apresentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então ele colocou uma mesinha magnífica no centro da enorme sala em que estavam reunidos e, em cima dela, pôs um vaso de porcelana muito raro,&lt;br /&gt;com uma rosa amarela de extraordinária beleza a enfeitá-lo. E disse apenas: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Aqui está o problema!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos ficaram olhando a cena: o vaso belíssimo, de valor inestimável, com a maravilhosa flor ao centro! O que representaria? O que fazer? Qual o&lt;br /&gt;enigma?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse instante, um dos discípulos sacou a espada, olhou o Mestre, os companheiros, dirigiu-se ao centro da sala e ...ZAPT!... destruiu&lt;br /&gt;tudo, com um só golpe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tão logo o discípulo retornou a seu lugar, o Mestre disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você é o novo Guardião. Não importa que o problema seja algo lindíssimo.&lt;br /&gt;Se for um problema, precisa ser eliminado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um problema é um problema, mesmo que se trate de uma mulher sensacional, um homem maravilhoso ou um grande amor que se acabou. Por mais lindo que&lt;br /&gt;seja ou tenha sido, se não existir mais sentido para ele em sua vida, deve ser suprimido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas pessoas carregam a vida inteira o peso de coisas que foram importantes no passado, mas que hoje somente ocupam espaço - um lugar indispensável para criar a vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os orientais dizem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Para você beber vinho numa taça cheia de chá, é necessário primeiro jogar o chá para, então, beber o vinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, para aprender o novo, é essencial desaprender o velho.&lt;br /&gt;Limpe a sua vida, comece pelas gavetas, armários até chegar às pessoas do passado que não fazem mais sentido estar ocupando espaço em sua mente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vai ficar mais fácil ser feliz.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://carlosfprocha.com/aggbug.aspx?PostID=1988" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/tags/Tomada+de+decis_26002300_227_3B00_o/default.aspx">Tomada de decis&amp;#227;o</category></item><item><title>Show da língua portuguesa</title><link>http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/2008/07/28/show-da-l-237-ngua-portuguesa.aspx</link><pubDate>Mon, 28 Jul 2008 19:20:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">73433bf8-92dc-4018-94b3-5a34d4f6485f:1903</guid><dc:creator>Paleo</dc:creator><slash:comments>0</slash:comments><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://carlosfprocha.com/blogs/adm/rsscomments.aspx?PostID=1903</wfw:commentRss><comments>http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/2008/07/28/show-da-l-237-ngua-portuguesa.aspx#comments</comments><description>&lt;p&gt;Recebi isto por e-mail de meu grande amigo Huldo Cony e resolvi compartilhar com vocês. Vale a pena refletir sobre isso...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font size="4"&gt;Um homem rico estava muito mal, agonizando. Pediu papel e caneta. Escreveu&lt;br /&gt;assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;quot;Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta&lt;br /&gt;do padeiro nada dou aos pobres.&amp;quot;&lt;br /&gt;Morreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava a fortuna? Eram quatro&lt;br /&gt;concorrentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:&lt;br /&gt;Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta&lt;br /&gt;do padeiro. Nada dou aos pobres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:&lt;br /&gt;Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta&lt;br /&gt;do padeiro. Nada dou aos pobres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele:&lt;br /&gt;Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a&lt;br /&gt;conta do padeiro. Nada dou aos pobres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta&lt;br /&gt;interpretação:&lt;br /&gt;Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a&lt;br /&gt;conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moral da história:&lt;br /&gt;A vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras. Nós é que&lt;br /&gt;fazemos sua pontuação.&lt;br /&gt;E isso faz toda a diferença...&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://carlosfprocha.com/aggbug.aspx?PostID=1903" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/tags/Carreira/default.aspx">Carreira</category></item><item><title>Sacudindo a terra</title><link>http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/2008/07/28/sacudindo-a-terra.aspx</link><pubDate>Mon, 28 Jul 2008 13:49:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">73433bf8-92dc-4018-94b3-5a34d4f6485f:1902</guid><dc:creator>Paleo</dc:creator><slash:comments>0</slash:comments><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://carlosfprocha.com/blogs/adm/rsscomments.aspx?PostID=1902</wfw:commentRss><comments>http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/2008/07/28/sacudindo-a-terra.aspx#comments</comments><description>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;Um dia, o cavalo de um camponês caiu num poço.&lt;span style="mso-spacerun:yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Não chegou a se ferir, mas não podia sair dali por conta própria.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;Por isso o animal chorou fortemente durante horas, enquanto o camponês pensava no que fazer.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;Finalmente, o camponês tomou uma decisão cruel: concluiu que o cavalo já estava muito velho e não servia mais para nada, e também o poço já estava mesmo seco, precisaria&lt;span style="mso-spacerun:yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;ser tapado de alguma forma. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;Portanto, não valia a pena se esforçar para tirar o cavalo de dentro do poço. Ao contrário, chamou seus vizinhos para ajudá-lo a enterrar vivo o cavalo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;Cada um deles pegou uma pá e começou a jogar terra dentro do poço.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;O cavalo não tardou a se dar conta do que estavam fazendo com ele, e chorou desesperadamente. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;Porém, para surpresa de todos, o cavalo quietou-se depois de umas quantas pás de terra que levou.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;O camponês finalmente olhou para o fundo do poço e se surpreendeu com o que viu.&lt;span style="mso-spacerun:yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A cada pá de terra que caía sobre suas costas o cavalo a sacudia, dando um passo sobre esta mesma terra que caía ao chão.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;Assim, em pouco tempo, todos viram como o cavalo conseguiu chegar até a boca do poço, passar por cima da borda e sair dali trotando.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;A vida vai lhe jogar muita terra, todo o tipo de terra. Principalmente se você já estiver dentro de um poço.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;O segredo para sair do poço é sacudir a terra que se leva nas costas e dar um passo sobre ela.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;Cada um de nossos problemas é um degrau que nos conduz para cima. Podemos sair dos mais profundos buracos se não nos dermos por vencidos. Use&lt;span style="mso-spacerun:yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;a terra que te jogam para seguir adiante!&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;Recorde as 5 regras para ser feliz:&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;1- Liberte o seu coração do ódio.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;2 - Liberte a sua mente das preocupações.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;3 - Simplifique a sua vida.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;4- Dê mais e espere menos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;5- Ame mais e... aceite a terra que lhe jogam, pois ela pode ser a solução,&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Calibri"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;não o problema.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;QUE AMANHÃ SEJA UM DIA AINDA MELHOR DO QUE FOI HOJE!&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://carlosfprocha.com/aggbug.aspx?PostID=1902" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/tags/Carreira/default.aspx">Carreira</category></item><item><title>A viagem </title><link>http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/2008/07/28/a-viagem.aspx</link><pubDate>Mon, 28 Jul 2008 06:00:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">73433bf8-92dc-4018-94b3-5a34d4f6485f:1897</guid><dc:creator>Paleo</dc:creator><slash:comments>0</slash:comments><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://carlosfprocha.com/blogs/adm/rsscomments.aspx?PostID=1897</wfw:commentRss><comments>http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/2008/07/28/a-viagem.aspx#comments</comments><description>&lt;div class="blogBody"&gt;
&lt;p&gt;&lt;font color="#000080"&gt;A todos queridos leitores de meu blog...&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font color="#000080"&gt;Vamos comparar a vida a uma viagem de trem&lt;/font&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;font color="#000080"&gt;?&lt;/font&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font color="#000080"&gt;Uma comparação extremamente interessante, quando bem interpretada.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font color="#000080"&gt;Interessante, porque nossa vida é como uma viagem de trem, cheia de embarques e desembarques, de pequenos acidentes pelo caminho, de surpresas agradáveis com alguns embarques e de tristezas com os desembarques...&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font color="#000080"&gt;Quando nascemos, ao embarcarmos nesse trem, encontramos duas pessoas que, acreditamos que farão conosco a viagem até o fim: nossos pais. Não é verdade. Infelizmente, em alguma estação, eles desembarcam, deixando-nos órfãos de seus carinho, proteção, amor e afeto.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font color="#000080"&gt;Mas isso não impede que, durante a viagem, embarquem pessoas interessantes que virão ser especiais para nós: nossos irmãos, amigos e amores.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font color="#000080"&gt;Muitas pessoas tomam esse trem a passeio. Outras fazem a viagem experimentando somente tristezas. E no trem há, também, outras que passam de vagão em vagão, prontas para ajudar quem precisa.&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font color="#000080"&gt;Muitos descem e deixam saudades eternas. Outros tantos viajam no trem de tal forma que, quando desocupam seus assentos, ninguém sequer percebe.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font color="#000080"&gt;Curioso é considerar que alguns passageiros que nos são tão caros acomodam-se em vagões diferentes do nosso.&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font color="#000080"&gt;Isso nos obriga a fazer essa viagem separados deles. Mas isso não nos impede de, com grande dificuldade, atravessarmos nosso vagão e chegarmos até eles.&amp;nbsp; O difícil é aceitarmos que não podemos sentar ao seu lado, pois outra pessoa estará ocupando esse lugar.&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font color="#000080"&gt;Essa viagem é assim: cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, embarques e desembarques. Sabemos que esse trem jamais volta.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font color="#000080"&gt;Façamos essa viagem da melhor maneira possível, tentando manter um bom relacionamento com todos, procurando em cada um o que tem de melhor, lembrando sempre que, em algum momento do trajeto poderão fraquejar, e provavelmente, precisaremos entender isso. Nós mesmos fraquejamos algumas vezes. E certamente, alguém nos entenderá.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font color="#000080"&gt;O grande mistério&amp;nbsp; é que não sabemos em qual parada desceremos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font color="#000080"&gt;E fico pensando: quando eu descer desse trem sentirei saudades? Sim.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font color="#000080"&gt;Deixar meus filhos viajando sozinhos será muito triste. Separar-me dos amigos que nele fiz, do amor da minha vida, será para mim dolorido.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font color="#000080"&gt;Mas me agarro na esperança de que, em algum momento, estarei na estação principal, e terei a emoção de vê-los chegar com sua bagagem, que não tinham quando embarcaram.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font color="#000080"&gt;E o que me deixará feliz é saber que, de alguma forma, eu colaborei para que essa bagagem tenha crescido e se tornado valiosa.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font color="#000080"&gt;Agora, nesse momento, o trem diminui sua velocidade para que embarquem e desembarquem pessoas. Minha expectativa aumenta, à medida que o trem vai diminuindo sua velocidade...&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font color="#000080"&gt;Quem entrará? Quem sairá?&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font color="#000080"&gt;Eu gostaria que você pensasse no desembarque do trem, não só como a representação da morte, mas, também, como o término de uma história, de algo que duas ou mais pessoas construíram e que, por um motivo ínfimo, deixaram desmoronar.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font color="#000080"&gt;Fico feliz em perceber que certas pessoas como nós, têm a capacidade de reconstruir para recomeçar.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font color="#000080"&gt;Isso é sinal de garra e de luta, é saber viver, é tirar o melhor de &amp;quot;todos os passageiros&amp;quot;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font color="#000080"&gt;Agradeço muito por você fazer parte da minha viagem, e por mais que nossos assentos não estejam lado a lado, com certeza, o vagão é o mesmo.&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://carlosfprocha.com/aggbug.aspx?PostID=1897" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://carlosfprocha.com/blogs/adm/archive/tags/Carreira/default.aspx">Carreira</category></item></channel></rss>
